No banco da praça,
Pessoas sadias brincam
vinde a mim os cachorrinhos, e as ninfetas.
Fora com o mal-olhado e as perversidades.
Dentro da praça não há mal nem demônios.
Dentro da praça só há espaço à bondade,
Dentro da praça animais brincam serem humanos levando seus donos para passear
E humanos despertam seus sentidos animais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário