Estas imagens foram coladas depois, não é um videoclip oficial.
John está morto. Mas mesmo antes de morrer ele disse que o sonho estava morto.
E ainda há guerras. Crianças mortas. Não há o que celebrar.
Celebra-se o nascimento de um mito, de alguém que nunca nasceu.
O consumismo é celebrado em cada esquina, em cada shopping.
Se um dia teve um significado, hoje em dia já não mais o há.
John está morto. Jesus nunca existiu. Ainda há guerras; crianças mortas.
Não há o que celebrar.
E muitas pessoas levadas pela depressão que esse excesso de falsa alegria gera;
Não passarão desta noite.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Pseudo cristão traíra
Alguns com tanto...
E outros com tão pouco.
Desejo que sua galega te chifre de tal intensidade que doam seus córneos.
E seu merdinha saiba o covarde que tu és.
Mas na época certa.
Não adianta nada viver uma vida desregrada
Comendo putas à revelia
E no domingo comungar com um pedófilo de saias.
Aí não adianta.
Vida merda.
Seja ateu ou abrace o cristianismo com fé.
Seu idiota.
Crente do cu quente é o que mais tem.
Ter amante e pegar puta qualquer um com grana consegue.
Agora, ser homem e honrar uma família, poucos o são.
É melhor ser um ateu digno do que um hipócrita traíra (e com orgulho).
Tomara que sua galega lhe bote os córneos os quais você merece. Mesmo. E com louvor.
Que algum gerente de banco coma - e com cuidado - cada epitélio que seu pau murcho não conseguiu alcançar.
E que o bostinha nem saiba de nada disso. Do bosta em personalidade que o reizinho foi. Ou ainda é.
O lixão e o lixinho. Que não herde essa bosta de personalidade.
De pseudo-cristão.
Melhor ser um ateu cara limpa.
Do que todo domingo expurgar a vida lixo a qual vive.
Melhor ser livre.
Do que um lixo de pessoa: mimado, traíra e babaca.
E outros com tão pouco.
Desejo que sua galega te chifre de tal intensidade que doam seus córneos.
E seu merdinha saiba o covarde que tu és.
Mas na época certa.
Não adianta nada viver uma vida desregrada
Comendo putas à revelia
E no domingo comungar com um pedófilo de saias.
Aí não adianta.
Vida merda.
Seja ateu ou abrace o cristianismo com fé.
Seu idiota.
Crente do cu quente é o que mais tem.
Ter amante e pegar puta qualquer um com grana consegue.
Agora, ser homem e honrar uma família, poucos o são.
É melhor ser um ateu digno do que um hipócrita traíra (e com orgulho).
Tomara que sua galega lhe bote os córneos os quais você merece. Mesmo. E com louvor.
Que algum gerente de banco coma - e com cuidado - cada epitélio que seu pau murcho não conseguiu alcançar.
E que o bostinha nem saiba de nada disso. Do bosta em personalidade que o reizinho foi. Ou ainda é.
O lixão e o lixinho. Que não herde essa bosta de personalidade.
De pseudo-cristão.
Melhor ser um ateu cara limpa.
Do que todo domingo expurgar a vida lixo a qual vive.
Melhor ser livre.
Do que um lixo de pessoa: mimado, traíra e babaca.
sábado, 15 de novembro de 2014
O Dia da Criação
Hoje é sábado. Amanhã é domingo.
Quando entra a claridade, meu cérebro de assalariado condicionado se ilumina.
E abro um sorriso inocente quando percebo.
Que hoje é sábado.
Hoje é sábado. Amanhã é domingo.
Nada como um dia após o outro.
Acordo de ressaca, mas isso já não importa.
Porque hoje é sábado.
Dá até uma certa culpa cristã por não ter que trabalhar.
Porque hoje é sábado.
Cérebro condicionado.
Porque hoje é sábado.
Dá também uma certa culpa por essa semana ter usado de atestado.
Porque hoje é sábado.
Mas enfim, hoje é dia de lavar louça.
Porque hoje é sábado.
É dia de lavar roupa.
Porque hoje é sábado.
Dia de dar uma varrida no chão.
Porque hoje é sábado.
De comer mal porque já gastei o vale-refeição.
Porque hoje é sábado.
De não brigar com taxistas.
Porque hoje é sábado.
De não encrencar com seguranças de shopping.
Porque hoje é sábado.
É dia de descanso. E amanhã é dia de Silvio Santos.
Porque hoje é sábado. Amanhã é domingo.
Por isso estou de pé com a claridade, antes das 6 e meia.
Porque hoje é sábado.
Cérebro fudido de assalariado.
Porque hoje é sábado.
E, dando fim aos trâmites, quando já for domingo, bate a depressão.
Toca a música do Fantástico. E a vida há de continuar.
Mas como um bom peão assalariado, deveria me contentar. Com esse dia que me é dado.
Porque hoje. É. Sábado.
Quando entra a claridade, meu cérebro de assalariado condicionado se ilumina.
E abro um sorriso inocente quando percebo.
Que hoje é sábado.
Hoje é sábado. Amanhã é domingo.
Nada como um dia após o outro.
Acordo de ressaca, mas isso já não importa.
Porque hoje é sábado.
Dá até uma certa culpa cristã por não ter que trabalhar.
Porque hoje é sábado.
Cérebro condicionado.
Porque hoje é sábado.
Dá também uma certa culpa por essa semana ter usado de atestado.
Porque hoje é sábado.
Mas enfim, hoje é dia de lavar louça.
Porque hoje é sábado.
É dia de lavar roupa.
Porque hoje é sábado.
Dia de dar uma varrida no chão.
Porque hoje é sábado.
De comer mal porque já gastei o vale-refeição.
Porque hoje é sábado.
De não brigar com taxistas.
Porque hoje é sábado.
De não encrencar com seguranças de shopping.
Porque hoje é sábado.
É dia de descanso. E amanhã é dia de Silvio Santos.
Porque hoje é sábado. Amanhã é domingo.
Por isso estou de pé com a claridade, antes das 6 e meia.
Porque hoje é sábado.
Cérebro fudido de assalariado.
Porque hoje é sábado.
E, dando fim aos trâmites, quando já for domingo, bate a depressão.
Toca a música do Fantástico. E a vida há de continuar.
Mas como um bom peão assalariado, deveria me contentar. Com esse dia que me é dado.
Porque hoje. É. Sábado.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Mascus
Vocês todos estão cometendo um erro crasso. Estão discutindo o sexo dos anjos. Esse discurso não existe, a descrição é fajuta, é falsa. "Estupro corretivo", culpabilização da vítima, mistura de pensamento reacionário com esquerdopata... etc. São todos subterfúgios para o pensamento não só masculinista mas como neonazista, violento, extremista, misógino e etc.
Acompanhei muitos grupos de "humor negro" que se mostraram "humor contra negros". Numa deturpação total do termo, dessa vertente de humor.
Segui e até defendi alguns masculinistas e anti-feministas também.
Mas "tregiverso".
Em suma: esse discurso é plantado. Foi implantado por eles - a geração porra-louca dos "mascus". Ou melhor, a vertente adepta da lógica mais torta.
São historietas. Que esses dementes criam. E todo mundo tem acreditado. E debatido à exaustão.
Mas ao menos serviu pra fomentar (algum) debate.
Acompanhei muitos grupos de "humor negro" que se mostraram "humor contra negros". Numa deturpação total do termo, dessa vertente de humor.
Segui e até defendi alguns masculinistas e anti-feministas também.
Mas "tregiverso".
Em suma: esse discurso é plantado. Foi implantado por eles - a geração porra-louca dos "mascus". Ou melhor, a vertente adepta da lógica mais torta.
São historietas. Que esses dementes criam. E todo mundo tem acreditado. E debatido à exaustão.
Mas ao menos serviu pra fomentar (algum) debate.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Masturbação é pecado?
O que quem está mergulhado na religião não percebe é que o buraco é mais embaixo.
A própria religião que ele diz ser a tábua da salvação para seus "pecados" é a mesma que tolhe, que dita o que é certo e o que é errado. Que arranca sua masculinidade e seus desejos. Que diz que olhar uma mulher nua é pecado. O pecado e a maldade estão nos olhos de quem vê. E a Igreja é o olho que olha o olho de quem vê. É o grande irmão. Está sempre lá. E se semanalmente não se confessar, Deus vai te punir te queimando no inferno para toda a eternidade. Tal conservadorismo, falso puritanismo e moralismo está sempre presente na cabeça e até na cultura de quem não é sequer evangélico ou católico. Tal enraizada está na sociedade durante séculos.
Já não bastava a Igreja (época das inquisições) ameaçar e punir (cientistas), roubar (ouro das américas) e matar (índios, pagãos e "bruxas") ainda impõe a culpa na cabeça das pessoas desde sempre. Com seu papo furado de pecado original, machismo e misoginia (a culpa é sempre da mulher). Aliás, me admira tantas mulheres serem religiosas. Falta de estudo da "palavra", obviamente.
Bom, tirando de fato de que Deus é uma ilusão, falemos sobre o padre. Um padre é uma pessoa impossibilitada de procriar (para não ter herdeiros e deixar na própria Igreja a riqueza dele/a) através de um dogma egoísta e econômico vindo da Igreja. Pessoas essas aliás que por serem tão reprimidas sexualmente explodem em fantasias pedofílicas. E se não passasse de fantasias, tudo bem. Mas molestam sexualmente os coroinhas vulneráveis. O que aliás, além de pedofilia é homoafetividade, atividade esta combatida pela igreja. Muito mais do que a pedofilia, per se.
Essa é a pessoa ideal para falar sobre sexo? Ou psicólogos, antropólogos, médicos (psiquiatras ou não) que estudaram tanto o organismo como a psiquê humana e dizem que não há nada de errado na masturbação? (É óbvio que tudo em excesso é prejudicial.)
Quanto tempo ainda as pessoas vão ser contra sua própria índole e sexualidade a favor de uma "moralidade maior" que foi imposta por quem era dona do poder na Era Medieval?
Fica a dica. Façam o que o corpo de vocês pede. Não existe pecado. Pecado é o que a religião e a sociedade colocam na sua cabeça.
Não há nada de errado com sexo ou masturbação. E nem tampouco com a ausência deles. O que não se pode fazer é ir contra a libido ou a falta dela. Do incentivo à putaria (para quem quer ser deixado quieto) ou à castração (de quem quer ser sexualmente ativo). Dois péssimos extremos da mesma moeda.
Livrem-se dessa escravidão desgraçada (travestida de graça) que é ser esmagado(a) por dogmas. Sejam livres pensadores. Libertem-se. Como seres humanos livres que o são.
A própria religião que ele diz ser a tábua da salvação para seus "pecados" é a mesma que tolhe, que dita o que é certo e o que é errado. Que arranca sua masculinidade e seus desejos. Que diz que olhar uma mulher nua é pecado. O pecado e a maldade estão nos olhos de quem vê. E a Igreja é o olho que olha o olho de quem vê. É o grande irmão. Está sempre lá. E se semanalmente não se confessar, Deus vai te punir te queimando no inferno para toda a eternidade. Tal conservadorismo, falso puritanismo e moralismo está sempre presente na cabeça e até na cultura de quem não é sequer evangélico ou católico. Tal enraizada está na sociedade durante séculos.
Já não bastava a Igreja (época das inquisições) ameaçar e punir (cientistas), roubar (ouro das américas) e matar (índios, pagãos e "bruxas") ainda impõe a culpa na cabeça das pessoas desde sempre. Com seu papo furado de pecado original, machismo e misoginia (a culpa é sempre da mulher). Aliás, me admira tantas mulheres serem religiosas. Falta de estudo da "palavra", obviamente.
Bom, tirando de fato de que Deus é uma ilusão, falemos sobre o padre. Um padre é uma pessoa impossibilitada de procriar (para não ter herdeiros e deixar na própria Igreja a riqueza dele/a) através de um dogma egoísta e econômico vindo da Igreja. Pessoas essas aliás que por serem tão reprimidas sexualmente explodem em fantasias pedofílicas. E se não passasse de fantasias, tudo bem. Mas molestam sexualmente os coroinhas vulneráveis. O que aliás, além de pedofilia é homoafetividade, atividade esta combatida pela igreja. Muito mais do que a pedofilia, per se.
Essa é a pessoa ideal para falar sobre sexo? Ou psicólogos, antropólogos, médicos (psiquiatras ou não) que estudaram tanto o organismo como a psiquê humana e dizem que não há nada de errado na masturbação? (É óbvio que tudo em excesso é prejudicial.)
Quanto tempo ainda as pessoas vão ser contra sua própria índole e sexualidade a favor de uma "moralidade maior" que foi imposta por quem era dona do poder na Era Medieval?
Fica a dica. Façam o que o corpo de vocês pede. Não existe pecado. Pecado é o que a religião e a sociedade colocam na sua cabeça.
Não há nada de errado com sexo ou masturbação. E nem tampouco com a ausência deles. O que não se pode fazer é ir contra a libido ou a falta dela. Do incentivo à putaria (para quem quer ser deixado quieto) ou à castração (de quem quer ser sexualmente ativo). Dois péssimos extremos da mesma moeda.
Livrem-se dessa escravidão desgraçada (travestida de graça) que é ser esmagado(a) por dogmas. Sejam livres pensadores. Libertem-se. Como seres humanos livres que o são.
domingo, 21 de setembro de 2014
declaração a uma feminazi bi da geração y
a tua geração
(eu tendia a julgar)
por BIs e indies
mas foi com certeza mais libertária
to com quase 34 (e provavelmente por não parecer seu avô)
e nossa / você manda muito bem
futuquei seu orkut. (tem outro nome hoje). FB. joke.
e você é bem gata
mas já tinha me encantado
pela imagem informal
porque ninguém quer dar a cara a tapa
mas vc intimida
com tua inteligência... e rapidez de pensamento... e amigos gays
toda uma bagagem que separa um choque geracional
não sou disléxico
mas é mais ou menos assim que eu rearranjo
é uma homenagem ao teu trabalho
(eu tendia a julgar)
por BIs e indies
mas foi com certeza mais libertária
to com quase 34 (e provavelmente por não parecer seu avô)
e nossa / você manda muito bem
futuquei seu orkut. (tem outro nome hoje). FB. joke.
e você é bem gata
mas já tinha me encantado
pela imagem informal
porque ninguém quer dar a cara a tapa
mas vc intimida
com tua inteligência... e rapidez de pensamento... e amigos gays
toda uma bagagem que separa um choque geracional
não sou disléxico
mas é mais ou menos assim que eu rearranjo
é uma homenagem ao teu trabalho
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Parque de idoso
(,,,)
E ainda assim nunca queira mal
My urge keeps starting to settling down
I kept it always like a purple dream
But never wantTAH you to terrify YOSELF TO TERRIFY
I'm only one solid soul to observe
And I want always you inside my robe
The only age between the numbers we acknowledge what
The only afternoon we hope would never be over that
The same sunbeam you and I shared
is the only force that'll see you and me to rise
A young soul playing in the yard
with a little puppy on the lap
E ainda assim don't let me be
Um vento forte está batendo either way
Nada sinto se isso não me desconfia
The acknowledgement of the knowledge.
A imagem diminui.
Fade out.
Passarinhos cantam.
Oh, yes it is.
Who?
Oh, neither do we
We're terrified of those who'se we'll never see
E ainda assim nunca queira mal
My urge keeps starting to settling down
I kept it always like a purple dream
But never wantTAH you to terrify YOSELF TO TERRIFY
I'm only one solid soul to observe
And I want always you inside my robe
The only age between the numbers we acknowledge what
The only afternoon we hope would never be over that
The same sunbeam you and I shared
is the only force that'll see you and me to rise
A young soul playing in the yard
with a little puppy on the lap
E ainda assim don't let me be
Um vento forte está batendo either way
Nada sinto se isso não me desconfia
The acknowledgement of the knowledge.
A imagem diminui.
Fade out.
Passarinhos cantam.
Oh, yes it is.
Who?
Oh, neither do we
We're terrified of those who'se we'll never see
domingo, 7 de setembro de 2014
Recado pra uma transex
Que loucura isso, Alexandra.
Meu tesão por vc caiu uns 60%.
Mas compensou em consideração.
É de muita coragem expor essas fotos de antes e depois.
A maioria das trans escondem o passado.
Mas vc faz questão de mostrar e isso é louvável.
Você ficou muito, mas muito gostosa.
E ainda assim é um "brother".
Eu acho foda essa coisa científica e antropológica...
E eu fico maravilhado com a coragem de você(s) (trans).
Você era bem másculo. Pêlos, trejeitos... Queria eu ter essas características dominantes masculinas. Mas tenho a testosterona um pouco baixa.
Mas acho a ciência maravilhosa nesse aspecto.
E assim... Continuo te seguindo. Siga com essa maravilhosa trajetória.
Eu na verdade sou assexual. E essa questão sequer começou a ser colocada em pauta. Há um desconhecimento geral da sociedade. Maior o desconhecimento assex do que a questão trans.
Todo mundo desconhece.
Portanto me identifico com as questões trans.
Mas é isso aí. Fica a dica, como uma "nova fêmea" (como você nunca foi uma menininha e não aprendeu os bons modos de uma mocinha), não sente de perna aberta e não tire foto de quatro. Decote: OK! Mas de 4 é meio apelativo, meio puta.
Essas dicas só são de um cara que é um ponto fora da curva. Mas só quero ajudar.
Meu tesão por vc caiu uns 60%.
Mas compensou em consideração.
É de muita coragem expor essas fotos de antes e depois.
A maioria das trans escondem o passado.
Mas vc faz questão de mostrar e isso é louvável.
Você ficou muito, mas muito gostosa.
E ainda assim é um "brother".
Eu acho foda essa coisa científica e antropológica...
E eu fico maravilhado com a coragem de você(s) (trans).
Você era bem másculo. Pêlos, trejeitos... Queria eu ter essas características dominantes masculinas. Mas tenho a testosterona um pouco baixa.
Mas acho a ciência maravilhosa nesse aspecto.
E assim... Continuo te seguindo. Siga com essa maravilhosa trajetória.
Eu na verdade sou assexual. E essa questão sequer começou a ser colocada em pauta. Há um desconhecimento geral da sociedade. Maior o desconhecimento assex do que a questão trans.
Todo mundo desconhece.
Portanto me identifico com as questões trans.
Mas é isso aí. Fica a dica, como uma "nova fêmea" (como você nunca foi uma menininha e não aprendeu os bons modos de uma mocinha), não sente de perna aberta e não tire foto de quatro. Decote: OK! Mas de 4 é meio apelativo, meio puta.
Essas dicas só são de um cara que é um ponto fora da curva. Mas só quero ajudar.
Gore e os ofendidinhos
Eu não entendo por que as pessoas se ofendem com tão pouco.
Eu almoçava assistindo Alborghetti (Programa Cadeia) quando era criança. Um programa policial local que depois foi pra esfera nacional que mostrava as imagens sem o efeito de blur que é utilizado hoje em dia.
Pra mim uma foto dita "com teor mais forte": imagens policiais como o do acidente que mandei (que como falei serve de alerta) ou então anomalias médicas e genéticas como gigantismo por exemplo, acho interessante. Não me causa náuseas. É um conhecimento. E todo conhecimento é válido.
Nós somos formados por sangue. Qual o problema em vê-lo numa imagem? Não entendo esse nojinho por secreções. As pessoas fazem coisa muito pior na cama. E isso é só uma foto, sequer é ao vivo.
Agora, quanto a se sentir ofendido, tem gente que posta fotinho de criança, de "família feliz", de cachorrinho, de gatinho, de oração... Também posso me sentir ofendido, mas fico na minha. As pessoas têm direito de postar e falar o que quiserem.
Como diz a citação falsamente atribuída a Voltaire: "Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo". Viva a liberdade de expressão.
Agora, se a pessoa se incomoda com algo que eu falo (ou hoje em dia, posto), isso diz mais sobre a própria pessoa que se sentiu incomodada do que sobre mim. Pense nisso.
Eu existo, eu penso, eu me expresso. Se eu incomodo, é simplesmente meu jeito. O problema já não é (e nunca foi) meu. O problema é exclusivo de quem se incomoda ou se sente ofendidinho.
Eu tenho uma opinião e uma visão de mundo. Você pode concordar ou discordar. Mas ela existe. Você pode participar da discussão e também tem a opção de ignorar, de se omitir.
Agora, mandar me calar. Aí, nunca. Aqui não.
Eu almoçava assistindo Alborghetti (Programa Cadeia) quando era criança. Um programa policial local que depois foi pra esfera nacional que mostrava as imagens sem o efeito de blur que é utilizado hoje em dia.
Pra mim uma foto dita "com teor mais forte": imagens policiais como o do acidente que mandei (que como falei serve de alerta) ou então anomalias médicas e genéticas como gigantismo por exemplo, acho interessante. Não me causa náuseas. É um conhecimento. E todo conhecimento é válido.
Nós somos formados por sangue. Qual o problema em vê-lo numa imagem? Não entendo esse nojinho por secreções. As pessoas fazem coisa muito pior na cama. E isso é só uma foto, sequer é ao vivo.
Agora, quanto a se sentir ofendido, tem gente que posta fotinho de criança, de "família feliz", de cachorrinho, de gatinho, de oração... Também posso me sentir ofendido, mas fico na minha. As pessoas têm direito de postar e falar o que quiserem.
Como diz a citação falsamente atribuída a Voltaire: "Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo". Viva a liberdade de expressão.
Agora, se a pessoa se incomoda com algo que eu falo (ou hoje em dia, posto), isso diz mais sobre a própria pessoa que se sentiu incomodada do que sobre mim. Pense nisso.
Eu existo, eu penso, eu me expresso. Se eu incomodo, é simplesmente meu jeito. O problema já não é (e nunca foi) meu. O problema é exclusivo de quem se incomoda ou se sente ofendidinho.
Eu tenho uma opinião e uma visão de mundo. Você pode concordar ou discordar. Mas ela existe. Você pode participar da discussão e também tem a opção de ignorar, de se omitir.
Agora, mandar me calar. Aí, nunca. Aqui não.
Questão Indígena
Esse negócio de "donos da terra" é relativo... A humanidade surgiu na África e as migrações se deram através da Ásia até chegar nas Américas. O que acontece é que alguns povos se assentaram durante mais tempo do que outros. Mas o solo que permeia esse planeta Terra de meu deus é um só. O que muda é as eras, é o tempo.
Mas faz tempo (514 anos) que o Brasil deixou de ser "dos índios". O Brasil é dos brasileiros. E brasileiro é todo e qualquer um que nasça nesse solo aqui.
O conceito de tribo é primário, faz tempo também que o mundo todo é uma grande tribo globalizada e unificada. Faz tempo que o mundo não se divide em territórios divididos por raças / etnias / famílias / tribos.
E indivíduos da etnia indígena são tão brasileiros quanto qualquer um de nós que também nasceu aqui. E já é mais do que tempo de eles serem tratados como tal. Com igualdade. E não como diferentes. Não com preconceito e - principalmente - também não com privilégios. Igualdade.
E igualdade tem seus bônus mas tem também seus ônus e isso quer dizer ter responsabilidades como brasileiros que o são. Ou seja: ser preso, não comer a filha, não matar quando nasce menina, - aliás - não matar (ponto!), não roubar e não extorquir a porra dos motoristas em plena BR.
Já passou o tempo do índio com shortinho Adidas. Hoje em dia tem índio na internet, índio alcólatra, índio viciado em crack, etc. Ou seja, a cultura contemporânea já contaminou. É errôneo também pensar que "índio é índio e tem que viver isolado, na idade da pedra". Deixa que eles usufruam da "civilização". O que já está acontecendo.
Até entendo o raciocínio da dívida social ser revertida e até de alguma forma equilibrada através dessa extorsão, mas não concordo. Nem com a extorsão e nem com o conceito de "donos da terra". E nem o privilégio de estarem acima da lei (inimputabilidade).
Mas faz tempo (514 anos) que o Brasil deixou de ser "dos índios". O Brasil é dos brasileiros. E brasileiro é todo e qualquer um que nasça nesse solo aqui.
O conceito de tribo é primário, faz tempo também que o mundo todo é uma grande tribo globalizada e unificada. Faz tempo que o mundo não se divide em territórios divididos por raças / etnias / famílias / tribos.
E indivíduos da etnia indígena são tão brasileiros quanto qualquer um de nós que também nasceu aqui. E já é mais do que tempo de eles serem tratados como tal. Com igualdade. E não como diferentes. Não com preconceito e - principalmente - também não com privilégios. Igualdade.
E igualdade tem seus bônus mas tem também seus ônus e isso quer dizer ter responsabilidades como brasileiros que o são. Ou seja: ser preso, não comer a filha, não matar quando nasce menina, - aliás - não matar (ponto!), não roubar e não extorquir a porra dos motoristas em plena BR.
Já passou o tempo do índio com shortinho Adidas. Hoje em dia tem índio na internet, índio alcólatra, índio viciado em crack, etc. Ou seja, a cultura contemporânea já contaminou. É errôneo também pensar que "índio é índio e tem que viver isolado, na idade da pedra". Deixa que eles usufruam da "civilização". O que já está acontecendo.
Até entendo o raciocínio da dívida social ser revertida e até de alguma forma equilibrada através dessa extorsão, mas não concordo. Nem com a extorsão e nem com o conceito de "donos da terra". E nem o privilégio de estarem acima da lei (inimputabilidade).
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Sobre a adolescente que atirou o gato pela janela
Antropologicamente e psiquiatricamente o que essa história revela é a psicopatia enrustida - além de na menina - em quem comenta esse tipo de fato/notícia.
A grande maioria, ou a maioria, acha justificável a apologia à morte dessa um pouco mais que criança.
Estão divulgando seu nome completo, endereço e foto e propagando um discurso de ódio contra ela. Dizendo que "quem for de Diadema e encontrá-la na rua... (reticências)". Que ela deva ser morta dessa ou daquela maneira. É só rolar o mouse um pouco na caixa de comentários para notar esse tipo de discurso estapafúrdio e até então inimaginável. Mas está acontecendo a cada dia mais.
Ninguém diz para falarem com os pais para darem uma melhor educação pra ela. Ou que seja contactado o diretor do colégio. ("Pff. Colégio? Que colégio? A escola não 'apita' mais nada hoje em dia"). Nada disso. O povo quer é sangue.
Eu não acho nem um mínimo justificável a morte de um ser humano. Por quaisquer motivos que sejam. Sejam eles motivos (crimes) hediondos ou não.
Fato é que crueldade com animais não é crime hediondo. E mesmo que fosse, no Brasil não existe pena de morte.
E do jeito que o povo tá, não duvido que espanquem a menina (vide o caso no Guarujá) numa pseudo justificativa de que "não existe justiça no Brasil", que "justiça tem que ser feita com as próprias mãos".
Eu não quero ver uma adolescente morta.
E o pior é que essas pessoas acham que estão certíssimas fazendo isso, cometendo esse tipo de violência (propagando o ódio ou até mesmo executando-o), em nome de "Deus". Que "Deus" depois vai julgar e etc. E que isso é o correto a se fazer.
Botem a mão na consciência. Dentro de pessoas que se dizem religiosas e propagam o ódio dessa maneira existe - sim - uma grande sociopatia.
No primeiro caso é a falta de empatia entre espécies. No segundo, falta de empatia para com o próprio ser humano. O que é pior.
A grande maioria, ou a maioria, acha justificável a apologia à morte dessa um pouco mais que criança.
Estão divulgando seu nome completo, endereço e foto e propagando um discurso de ódio contra ela. Dizendo que "quem for de Diadema e encontrá-la na rua... (reticências)". Que ela deva ser morta dessa ou daquela maneira. É só rolar o mouse um pouco na caixa de comentários para notar esse tipo de discurso estapafúrdio e até então inimaginável. Mas está acontecendo a cada dia mais.
Ninguém diz para falarem com os pais para darem uma melhor educação pra ela. Ou que seja contactado o diretor do colégio. ("Pff. Colégio? Que colégio? A escola não 'apita' mais nada hoje em dia"). Nada disso. O povo quer é sangue.
Eu não acho nem um mínimo justificável a morte de um ser humano. Por quaisquer motivos que sejam. Sejam eles motivos (crimes) hediondos ou não.
Fato é que crueldade com animais não é crime hediondo. E mesmo que fosse, no Brasil não existe pena de morte.
E do jeito que o povo tá, não duvido que espanquem a menina (vide o caso no Guarujá) numa pseudo justificativa de que "não existe justiça no Brasil", que "justiça tem que ser feita com as próprias mãos".
Eu não quero ver uma adolescente morta.
E o pior é que essas pessoas acham que estão certíssimas fazendo isso, cometendo esse tipo de violência (propagando o ódio ou até mesmo executando-o), em nome de "Deus". Que "Deus" depois vai julgar e etc. E que isso é o correto a se fazer.
Botem a mão na consciência. Dentro de pessoas que se dizem religiosas e propagam o ódio dessa maneira existe - sim - uma grande sociopatia.
No primeiro caso é a falta de empatia entre espécies. No segundo, falta de empatia para com o próprio ser humano. O que é pior.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Debate Racional Em Redes Sociais
Tem uma galera me deletando por causa de um post do Buzzfeed (buzzfeed.com/rafaelcapanema/motivos-para-reconsiderar-algumas-amizades-no-facebook) o qual "manda" o pessoal deletar quem concorda com as idéias de Jair Bolsonaro, Marco Feliciano ou o Orgulho Hétero.
Bando de gado. Acho que o post foi até irônico. Mas é um trouxa mandar que todo mundo obedece. Para quê excluir da sua vida quem pensa diferente de você? É muita massa de manobra, manipulação. Comportamento de gado.
As pessoas pensam diferentemente umas das outras. Não existe quem concorde 100% com cada uma. Quem concorda com tudo é papagaio, não é amigo.
Agora, quem caiu nessa é porque não merece mesmo ter a amizade. E outra: chocante é ver que existe comunista no Brasil. É ver que tem gente que defende o PT e a Dilma.
Eu não sou de direita nem de esquerda. Aliás, nem deveria existir esse tipo de caixinha pra se colocarem as pessoas.
Como falei, concordo em partes com Jean Willys, e concordo em partes com Jair Bolsonaro.
Agora, o cara fazer um post que manda deletar as pessoas que pensam diferentemente delas; e as pessoas caírem, é muita burrice.
E esse cara, o Rafael Capanema, eu era fã dele. Ele tinha um blog em 2001 e 2002 chamado "Sutil Como um Paquiderme". Curtia os textos dele no começo da internet.
Tem um cara no post que escreveu assim
"Tenho uma lista bem melhor:
1) Sakamoto
2) Eliane Brum
3) Gregório Duvivier
4) Chico Buarque
5) Dilma Bolada
6) José de Abreu
7) Marcelo Freixo
8) Socialista Morena
9) Jean Wyllys"
Ou seja, a extrema esquerda fede tanto quanto.
Ah, mas orgulho negro pode, né?
Aliás. Leiam esse texto de autoria minha, contra um racista negro: http://anarcoarte.blogspot.com.br/2014/07/desbancando-um-negro-racista.html
É porque as pessoas têm o raciocínio pequeno.
Vêem só o que está na superfície, não investigam.
Uns 80% da população não entende o que é sarcasmo e nem ironia.
E é um sinal de inteligência sacar esse tipo de coisa.
A maioria desse tipo de comunidade é uma provocação.
Pelo menos acredito, que não é pra ser levado 100% a sério.
Como eu disse, concordo com Jean Willys e concordo com Bolsonaro. Em partes entre os dois.
Por isso que eu falo que o binarismo é burro.
Ninguém é 100% preto ou 100% branco. 100% direita ou 100% esquerda.
Um exemplo de provocação. Existe o orgulho gay? OK! Então que exista o orgulho hétero.
Tem o orgulho negro? OK! Então deixa as pessoas criarem o orgulho branco.
Como eu disse no meu texto. Não deveria nem existir esse tipo de divisão, esse apartheid. Mas já que existe. E se todos são iguais. Então que existam pros dois lados.
É uma fomentação do racismo. Isso que o governo esquerdista faz.
Então vamos brincar também. Também tenho orgulho das minhas características.
Algumas pessoas levam a sério, daí vem o racismo, o nazismo.
Eu já levo mais na pilhéria; uma provocação.
Mas quem fomenta isso é que está errado. e é o governo dito "igualitário" mas que concede PRIVILÉGIOS.
Todo mundo é igual, mas "uns mais iguais do que os outros".
Meu ponto de vista é racional, é filosófico e é contestativo.
Mas, olhando somente uma comunidade e não indo a fundo, realmente. Tem uma má impressão.
A maioria olha só a casca. É muita preguiça. Preguiça de ler, preguiça de pensar.
Tem toda uma escala cinza. Não é preto no branco.
Mas a discussão está aí. Não tem que ser raso, isso é a pior das formas. Ou se debate e se aprofunda, ou nem toca no assunto.
Porque pelo o que eu vejo parece que alguém fala: "quem aqui é da esquerda levanta a mão": "eeeeeu!". "Quem aqui é da direita levanta a mão": "eeeeu!".
Eu sou polêmico mesmo. Mas não sou binarista. Eu sei ouvir, aceito argumentos, aceito saber quando estou errado.
Mas todo debate filosófico é uma provocação. Mas as pessoas são acomodadas. Ao invés de debater, têm preguiça e logo abraçam o seu lado da discussão, têm opiniões que não mudam de jeito nenhum, não aceitam argumentos. E partem pra agressão, para a ignorância.
Por isso eu já nem uso rede social. E quando uso, percebo isso.
Aí quando sou tão mal interpretado assim, tenho que pelo menos me defender.
As redes sociais estão aí. E são a ferramenta perfeita para a troca de idéias lúcidas, racionais. Mas o problema são as pessoas. Que são rasas em seu âmago e são extremamente emocionais ao invés de serem racionais.
Bando de gado. Acho que o post foi até irônico. Mas é um trouxa mandar que todo mundo obedece. Para quê excluir da sua vida quem pensa diferente de você? É muita massa de manobra, manipulação. Comportamento de gado.
As pessoas pensam diferentemente umas das outras. Não existe quem concorde 100% com cada uma. Quem concorda com tudo é papagaio, não é amigo.
Agora, quem caiu nessa é porque não merece mesmo ter a amizade. E outra: chocante é ver que existe comunista no Brasil. É ver que tem gente que defende o PT e a Dilma.
Eu não sou de direita nem de esquerda. Aliás, nem deveria existir esse tipo de caixinha pra se colocarem as pessoas.
Como falei, concordo em partes com Jean Willys, e concordo em partes com Jair Bolsonaro.
Agora, o cara fazer um post que manda deletar as pessoas que pensam diferentemente delas; e as pessoas caírem, é muita burrice.
E esse cara, o Rafael Capanema, eu era fã dele. Ele tinha um blog em 2001 e 2002 chamado "Sutil Como um Paquiderme". Curtia os textos dele no começo da internet.
Tem um cara no post que escreveu assim
"Tenho uma lista bem melhor:
1) Sakamoto
2) Eliane Brum
3) Gregório Duvivier
4) Chico Buarque
5) Dilma Bolada
6) José de Abreu
7) Marcelo Freixo
8) Socialista Morena
9) Jean Wyllys"
Ou seja, a extrema esquerda fede tanto quanto.
Ah, mas orgulho negro pode, né?
Aliás. Leiam esse texto de autoria minha, contra um racista negro: http://anarcoarte.blogspot.com.br/2014/07/desbancando-um-negro-racista.html
É porque as pessoas têm o raciocínio pequeno.
Vêem só o que está na superfície, não investigam.
Uns 80% da população não entende o que é sarcasmo e nem ironia.
E é um sinal de inteligência sacar esse tipo de coisa.
A maioria desse tipo de comunidade é uma provocação.
Pelo menos acredito, que não é pra ser levado 100% a sério.
Como eu disse, concordo com Jean Willys e concordo com Bolsonaro. Em partes entre os dois.
Por isso que eu falo que o binarismo é burro.
Ninguém é 100% preto ou 100% branco. 100% direita ou 100% esquerda.
Um exemplo de provocação. Existe o orgulho gay? OK! Então que exista o orgulho hétero.
Tem o orgulho negro? OK! Então deixa as pessoas criarem o orgulho branco.
Como eu disse no meu texto. Não deveria nem existir esse tipo de divisão, esse apartheid. Mas já que existe. E se todos são iguais. Então que existam pros dois lados.
É uma fomentação do racismo. Isso que o governo esquerdista faz.
Então vamos brincar também. Também tenho orgulho das minhas características.
Algumas pessoas levam a sério, daí vem o racismo, o nazismo.
Eu já levo mais na pilhéria; uma provocação.
Mas quem fomenta isso é que está errado. e é o governo dito "igualitário" mas que concede PRIVILÉGIOS.
Todo mundo é igual, mas "uns mais iguais do que os outros".
Meu ponto de vista é racional, é filosófico e é contestativo.
Mas, olhando somente uma comunidade e não indo a fundo, realmente. Tem uma má impressão.
A maioria olha só a casca. É muita preguiça. Preguiça de ler, preguiça de pensar.
Tem toda uma escala cinza. Não é preto no branco.
Mas a discussão está aí. Não tem que ser raso, isso é a pior das formas. Ou se debate e se aprofunda, ou nem toca no assunto.
Porque pelo o que eu vejo parece que alguém fala: "quem aqui é da esquerda levanta a mão": "eeeeeu!". "Quem aqui é da direita levanta a mão": "eeeeu!".
Eu sou polêmico mesmo. Mas não sou binarista. Eu sei ouvir, aceito argumentos, aceito saber quando estou errado.
Mas todo debate filosófico é uma provocação. Mas as pessoas são acomodadas. Ao invés de debater, têm preguiça e logo abraçam o seu lado da discussão, têm opiniões que não mudam de jeito nenhum, não aceitam argumentos. E partem pra agressão, para a ignorância.
Por isso eu já nem uso rede social. E quando uso, percebo isso.
Aí quando sou tão mal interpretado assim, tenho que pelo menos me defender.
As redes sociais estão aí. E são a ferramenta perfeita para a troca de idéias lúcidas, racionais. Mas o problema são as pessoas. Que são rasas em seu âmago e são extremamente emocionais ao invés de serem racionais.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Desbancando um negro racista
Numa discussão sobre o "endeusamento" de Zumbi dos Palmares argumentei que segundo o revisionismo histórico ele próprio possuía escravos. Não era nenhum herói. E que a escravidão não foi invenção e nem privilégio somente dos brancos sobre os negros. A escravidão foi criada na própria África, entre as próprias tribos negras. Eis o que um cidadão negro dito ativista respondeu:
"Para NAZISTA brasileiro, só mesmo a morte. Ou seja, suas lorotas revisionistas mostram a podridão do seu ser. Nem precisava escrever tudo isso, bastava apenas que vc dissesse o NOJO que tens pela etnia negra, sr Branco. Passar bem!"
Minha resposta então foi:
"Tenho nojo, sim. Mas nojo de vitimismo. Nojo de RACISTAS NEGROS que usam o termo "branco" para desmerecer. Que diz que "todo branco ou é mal informado ou é racista". Isso não é racismo? E que chama de nazista quem não concorda com ele. E que defende a MORTE de quem pensa diferente. Essa intolerância me dá asco. É disso, sim, que sinto NOJO.
Sou REALMENTE a favor da IGUALDADE. Aliás, nem existe raça. A raça é uma só e é a HUMANA. Geneticamente, somos 99,9% parecidos. Somente um gene define a cor da pele. Isso não é nada. A própria RAÇA HUMANA (que é UMA só) surgiu na África. Depois foi-se modificando por conta das migrações, se adaptando a cada local.
E não foram os "brancos" que inventaram a escravidão. Ela já era praticada (e ainda é) há milênios na própria África, que é o berço da civilização.
Colocar o quesito cor de pele em voga é reducionista, é ingênuo, é ignorante e é CANALHA. E esse binarismo: preto e branco, zero e um; isso não existe. Existe toda uma escala cinza. Todos somos miscigenados. Num país miscigenado como o Brasil não dá pra se falar de "pureza racial", "pureza étnica". Ela simplesmente não existe em nenhum lugar do mundo. NINGUÉM é 100% preto ou 100% branco. Basta saber um pouco de genética para perceber que isso simplesmente INEXISTE.
Agora, igualidade é bem diferente de privilégio. Um pobre negro e um pobre branco disputam uma vaga na universidade. É aprovado o negro, por CRITÉRIOS RACISTAS. Isso sim é racismo. Disso vocês não reclamam. O não-negro e pobre que se foda, né? Vivem procurando pêlo em casca de ovo nos discursos, procuram preconceitos que não existem. Mas quando o verdadeiro racismo é aplicado pelo Governo Federal em favor das "minorias" aí não reclamam. (Aliás, minoria é bem relativo. Vai ver se na no estado da Bahia negros são minoria).
Esses ditos "movimentos" são massa de manobra do governo esquerdista que está aí.
Sou a favor da opinião do Morgan Freeman, que tem muito mais QI do que muito presidente de associação. Que disse que deve-se ignorar o racismo. E assim ele cessa de existir. Porque quanto mais mexe, mais fede. Então ignora-se os ignorantes. E assim a sociedade evolui.
Só por existir um "Núcleo de Estudantes Negras e Negros" na UFPB já diz muito sobre isso. São os próprios ditos negros criando um Apartheid. Será que permitiriam uma associação de estudantes brancos? Não, né? A igualdade já cai por terra por aí. A existência desse tipo de entidade já demonstra o nível de doença pela qual a sociedade padece. Não deveria nem sequer existir (já que todo mundo é igual).
Ficar levando esse discurso "nós e eles" e esse coitadismo e vitimismo é o comportamento que os que realmente mandam querem que tenhamos. E com esse pensamento vocês perdem. A sociedade perde. Todo mundo perde.
Isso aqui não é Estados Unidos e nem África do Sul. Não estamos em regime de apartheid. Vão trabalhar, vão estudar e deixem de "idiotas úteis" e massa de manobra. Isso não é guerra civil. Não existe "nós contra eles". Aliás, até existe. Mas não são brancos contra negros. E sim, NÓS (o povo) contra ELES (que estão querendo - e conseguindo - nos manipular)."
"Para NAZISTA brasileiro, só mesmo a morte. Ou seja, suas lorotas revisionistas mostram a podridão do seu ser. Nem precisava escrever tudo isso, bastava apenas que vc dissesse o NOJO que tens pela etnia negra, sr Branco. Passar bem!"
Minha resposta então foi:
"Tenho nojo, sim. Mas nojo de vitimismo. Nojo de RACISTAS NEGROS que usam o termo "branco" para desmerecer. Que diz que "todo branco ou é mal informado ou é racista". Isso não é racismo? E que chama de nazista quem não concorda com ele. E que defende a MORTE de quem pensa diferente. Essa intolerância me dá asco. É disso, sim, que sinto NOJO.
Sou REALMENTE a favor da IGUALDADE. Aliás, nem existe raça. A raça é uma só e é a HUMANA. Geneticamente, somos 99,9% parecidos. Somente um gene define a cor da pele. Isso não é nada. A própria RAÇA HUMANA (que é UMA só) surgiu na África. Depois foi-se modificando por conta das migrações, se adaptando a cada local.
E não foram os "brancos" que inventaram a escravidão. Ela já era praticada (e ainda é) há milênios na própria África, que é o berço da civilização.
Colocar o quesito cor de pele em voga é reducionista, é ingênuo, é ignorante e é CANALHA. E esse binarismo: preto e branco, zero e um; isso não existe. Existe toda uma escala cinza. Todos somos miscigenados. Num país miscigenado como o Brasil não dá pra se falar de "pureza racial", "pureza étnica". Ela simplesmente não existe em nenhum lugar do mundo. NINGUÉM é 100% preto ou 100% branco. Basta saber um pouco de genética para perceber que isso simplesmente INEXISTE.
Agora, igualidade é bem diferente de privilégio. Um pobre negro e um pobre branco disputam uma vaga na universidade. É aprovado o negro, por CRITÉRIOS RACISTAS. Isso sim é racismo. Disso vocês não reclamam. O não-negro e pobre que se foda, né? Vivem procurando pêlo em casca de ovo nos discursos, procuram preconceitos que não existem. Mas quando o verdadeiro racismo é aplicado pelo Governo Federal em favor das "minorias" aí não reclamam. (Aliás, minoria é bem relativo. Vai ver se na no estado da Bahia negros são minoria).
Esses ditos "movimentos" são massa de manobra do governo esquerdista que está aí.
Sou a favor da opinião do Morgan Freeman, que tem muito mais QI do que muito presidente de associação. Que disse que deve-se ignorar o racismo. E assim ele cessa de existir. Porque quanto mais mexe, mais fede. Então ignora-se os ignorantes. E assim a sociedade evolui.
Só por existir um "Núcleo de Estudantes Negras e Negros" na UFPB já diz muito sobre isso. São os próprios ditos negros criando um Apartheid. Será que permitiriam uma associação de estudantes brancos? Não, né? A igualdade já cai por terra por aí. A existência desse tipo de entidade já demonstra o nível de doença pela qual a sociedade padece. Não deveria nem sequer existir (já que todo mundo é igual).
Ficar levando esse discurso "nós e eles" e esse coitadismo e vitimismo é o comportamento que os que realmente mandam querem que tenhamos. E com esse pensamento vocês perdem. A sociedade perde. Todo mundo perde.
Isso aqui não é Estados Unidos e nem África do Sul. Não estamos em regime de apartheid. Vão trabalhar, vão estudar e deixem de "idiotas úteis" e massa de manobra. Isso não é guerra civil. Não existe "nós contra eles". Aliás, até existe. Mas não são brancos contra negros. E sim, NÓS (o povo) contra ELES (que estão querendo - e conseguindo - nos manipular)."
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Itaú
Trabalho na empresa Celepar há 8 anos. Há aproximadamente 2 ou 3 meses todos os funcionários foram informados pela empresa de que o contrato com o Banco do Brasil expirara e que o banco Itaú vencera a licitação para intermediar o pagamento dos salários.
Como estou em licença médica fiquei sabendo um pouco depois de tal decisão mas ainda assim consegui ser atendido pelos funcionários do banco dentro da própria empresa na qual trabalho, que estavam lá para fornecer e facilitar os contratos.
Nada posso reclamar da moça que me forneceu o contrato; muito simpática; que me explicou a diferença entre conta, conta salário e a "nova" iConta.
Mas logo então os problemas começaram.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 1:
O primeiro problema veio depois, a saber que os "DOCs ilimitados" eram cobrados. Há uma certa pseudo conexão, uma falha de compreensão entre as palavras "gratuito" e "ilimitado". Não há motivo para enfatizar que não seja o de confundir. É com certeza um artifício.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 2:
Qual a surpresa quando em 27 de Maio de 2014 recebi e-mail dizendo que eu havia adquirido "Seguro LIS Itaú: tranquilidade para sua famíli" (assim mesmo, faltando a letra "A"). Reclamei por e-mail alegando que nunca havia contratado tal serviço.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 3: O desbloqueio do cartão.
Chegado o cartão temporário, é necessário ir até a agência realizar a biometria, cadastro de senha e recebimento do token. Pois bem, cheguei às 15h00 e o segurança me instruiu a falar com o gerente. Quando o gerente me notou, logo falou que o segurança havia se equivocado. Que com ele, "somente pessoa jurídica".
SITUAÇÃO/PERCALÇO 4: Existiam 4 pessoas na minha frente. Não havia distribuição de senha. Depois de mim ainda chegaram mais umas 3 ou 4. Demorou UMA HORA para eu ser atendido.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 5: Durante esta uma hora, presenciei funcionários ociosos, pessoas que chegavam e furavam a frente de quem já estava lá e um cliente sendo debochado por uma funcionária que o acusava de não ter pagado alguma conta ou algo assim. O cliente saiu esbravejando, dizendo que foi pessimamente atendido pelo banco e pela funcionária sarcástica.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 6: Depois de 1 hora de espera (e somente 4 pessoas na minha frente), tentei reclamar sobre tal "Seguro LIS" que não contratei. Fui informado que "somente por telefone". Fui mandado para o caixa para cadastrar senha e biometria. Por sorte estava quase vazio pois já passava das 16 horas.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 7: O caixa estava "travado". Com "problema no sistema". Deveria ser "reiniciado". Aguardei. Não perderia minha espera.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 8: Depois de passar pelo caixa e cadastrar a senha e biometria, voltei ao atendimento onde a funcionária havia ficado de me dar o token. Todos os que chegaram depois de mim já haviam sido atendidos e ido embora (como as coisas "funcionam" quando chega perto das 16h, não?). Ela ficou mexendo no computador, conversando com outros funcionários, durante uns 15 minutos. Pois pelo que entendi, já havia "encerrado" o expediente dela. Mas faltava encerrar o meu atendimento! Fui passado para o funcionário ao lado dela, que ainda estava trabalhando ao telefone. Este funcionário foi prestativo e solícito, me ensionando a utilizar o token. Saí de lá aproximadamente 16h30.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 9: Depois de alguns dias, quando fui utlilizar o cartão, não aceitava a senha cadastrada, não aceitava senha da internet, nem os 4 primeiros e nem os últimos dígitos de nenhuma delas. Telefonei e falaram que a senha era mesmo os 4 primeiros dígitos e para resolver o problema "só na agência". Nesse ínterim, conseguia acessar o totem de auto atendimento através da digital (biometria). Mas não conseguia alterar a senha e o cartão não funcionava nas máquinas de débito. Insisti mais uns dias no uso e estranhamente começou a funcionar. Com os 4 primeiros dígitos de minha senha mesmo. E sem precisar retornar à agência.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 10: Recebi em minha casa um envelope endereçado a mim, mas dentro dele um cartão de crédito com o nome de "Diego Motta Ramos". Contactei pela internet o tal dono do cartão. Como percebi que os dois vieram trocados, falei pra ele (que aparentemente é formado em direito) que obviamente não utilizasse o meu. Mas não obtive resposta e nem contactei o banco. Deixei o cartão de lado e não dei muita bola pois eu não tinha interesse em utilizar cartão de crédito e o de débito estava de bom tamanho para meu uso.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 11: Perco meu cartão de débito justamente no dia de meu pagamento pelo INSS: 07/07/2014. Não consigo efetuar a transferência por precisar do número da agência e conta. Retorno para casa, ligo para o banco. Não sei informar o número de minha conta, somente meu CPF e agência. Sou mal atendido. Entre um "aguarde" e outro tento falar alguma coisa, mas a atendente me coloca novamente no mudo. Logo após ela se nega a cancelar meu cartão ("por falta de dados cadastrados") e informa que posso cancelá-lo num totem de auto atendimento. Mas se nega a informar o número da minha conta (!). O que pela lógica impossibilita cancelar um cartão sem possuir mãos o tal cartão a ser bloqueado! Até tentei acessar somente pela biometria, mas não havia opção de bloqueio no totem. Somente extrato e saldo. Por sorte achei os dados de agência e conta no "cache" de meu navegador. Com as contas vencendo em outro banco, consigo ao menos transferir meu INSS para a iConta e dela para o Banco do Brasil. Por sorte tenho tal conhecimento tecnológico pois se fosse um leigo estaria pior.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 12: Abro a Manifestação 304172417 / Protocolo 20141907147260000 pedindo o cancelamento de meu cartão MasterCard SOMENTE DÉBITO e informo que nunca cheguei a receber o cartão Multi, inclusive recebi o de outra pessoa. Recebo e-mail informando que o cartão havia sido bloqueado e que era preciso ligar para o atendimento 30 Horas para solicitar minha via. Percebo que foi cancelado meu cartão "Multi", o qual nunca utlilizei (nem tampouco sequer recebi). Preciso que cancelem o provisório, pois tenho medo de que alguém o utilize já que o extraviei.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 13: Ligo no atendimento telefônico. Novamente sou pessimamente atendido! A atendente não entende o que eu estou querendo dizer, que perdi meu cartão provisório e tenho em mãos um cartão Multi QUE NÃO É O MEU. E que eu estou com ele há quase dois meses. Ela DUVIDA e diz "se a conta tem somente um mês não tem como você estar com esse cartão há 2 meses". E ainda complemtenta dizendo que eu não deveria nem ter aberto o envelope e deveria ter devolvido aos correios! Mas o envelope estava em MEU NOME. Portanto, é erro do Banco e não dos Correios. Peno para me fazer esclarecer. Ela diz para eu esperar o meu cartão chegar. Não consigo fazê-la entender que o cartão veio trocado e há OUTRA PESSOA COM O MEU CARTÃO. Ela informa que o cartão fôra enviado em 27 de maio. Estamos em 09 de JULHO. Eu digo: "JÁ ERA PARA TER CHEGADO, NÃO!??" e ela "você NÃO tem MESMO um cartão com o seu nome em mãos então?" e eu digo "NÃO!". "E que senha é essa que você digitou então?". "- É a senha do meu cartão de DÉBITO que extraviei ontem!". Só então ela faz o requerimento para o envio (não de segunda via, e sim de PRIMEIRA via - quero frisar isso pois não quero ser cobrado por segunda via da qual não recebi nem a primeira) com prazo de 12 dias úteis para o recebimento do cartão.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 14: Tento cadastrar uma complementação na minha solicitação pelo navegador Chrome. Não funciona. Tento pelo Fire Fox. Mesmo já tendo o "Guardião" instalado, depois da quarta ou quinta tentativa, percebi que a solicitação anterior estava fechada e não conseguiria adicionar complemento. Consegui enviar através de uma nova solicitação. Explicando o cartão que nunca recebi. Explicando que têm-se que cancelar meu cartão provisório de somente débito. Abro a solicitação 304485449 em 12:15 de 09/07/2014. Explicando a história. Pedindo para que cancelem o cartão antigo e não o novo que está vindo. Que é só de débito, que não é Multi. Que houve uma troca nos cartões. Tento ser o máximo didádico, como estou sendo aqui.
Portanto, minha situação é a seguinte: estou aguardando o cartão "novo" que demorará até 12 dias úteis. E quero solicitar novamente o cancelamento de meu cartão provisório somente de débito assim como o cancelamento do cartão Multi que foi enviado erroneamente para outra pessoa (este acredito que não foi liberado e foi inclusive bloqueado pelo meu requerimento, mas quero ter a certeza me dada pelo Banco de que não há outra pessoa utilizando-o).
Não cheguei a conferir no extrato, mas espero que não esteja me sendo cobrado o tal "Seguro LIS" e nem me seja cobrada "segunda via" de cartão. Pois nem sequer existiu uma primeira. E tal seguro tampouco solicitei.
Dito isso, e o mais importante, quero pedir MELHOR ATENDIMENTO NAS LIGAÇÕES TELEFÔNICAS. Pois fui tratado como se fosse um golpista, um meliante.
Um amigo de infância quando entrou para trabalhar em um banco foi instruído a tratar bem qualquer um, até quem entra "de chinelos", pois pode ser um rico fazendeiro.
Estou afastado do trabalho, recebo do INSS pelo Itaú, passo para minha conta e transfiro para o Banco do Brasil. Não ganho um valor alto e não movimento muito a conta. Mas tenho título de pós graduação, sou concursado público, (e mesmo que não o fosse), nada justifica destratar um cliente.
Os funcionários são treinados a destratarem os correntistas que possuem iConta como cidadãos de terceira classe?
Essa diferenciação é social, é preconceituosa, é discriminatória e é contra qualquer relação ética, moral ou profissional entre uma empresa e um cliente. É totalmente incabível. Só o que eu passei nesses dois meses e assisti as pessoas passarem; serem mal atendidas, tanto pessoalmente como nos relatos que li no site Reclame Aqui; é inconcebível.
Todas essas situações que passei e presenciei foram em apenas um mês e meio. Isso demonstra que o Itaú tem que melhorar e MUITO tanto na logística como na atenção, no atendimento pessoal nas agências e sobretudo no telefônico. Pois nunca fui destratado uma vez sequer em oito anos como correntista no Banco do Brasil. Aposto que clientes Itaú Personnalité ou clientes que são pessoas jurídicas não passam nem 1 por cento das dificuldades e DEBOCHES que são dados a quem possui a tal iConta.
Pretendo seguir carreira na empresa em que trabalho e infelizmente estou "refém" do banco para receber meu salário. Pelo menos até enquanto durar o contrato vencido por esta última licitação.
O mínimo que exijo é respeito no tratamento. Que sejam melhor preparados os funcionários pois bancos não estão fazendo favor algum a ninguém. Muito pelo contrário, inclusive.
Como estou em licença médica fiquei sabendo um pouco depois de tal decisão mas ainda assim consegui ser atendido pelos funcionários do banco dentro da própria empresa na qual trabalho, que estavam lá para fornecer e facilitar os contratos.
Nada posso reclamar da moça que me forneceu o contrato; muito simpática; que me explicou a diferença entre conta, conta salário e a "nova" iConta.
Mas logo então os problemas começaram.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 1:
O primeiro problema veio depois, a saber que os "DOCs ilimitados" eram cobrados. Há uma certa pseudo conexão, uma falha de compreensão entre as palavras "gratuito" e "ilimitado". Não há motivo para enfatizar que não seja o de confundir. É com certeza um artifício.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 2:
Qual a surpresa quando em 27 de Maio de 2014 recebi e-mail dizendo que eu havia adquirido "Seguro LIS Itaú: tranquilidade para sua famíli" (assim mesmo, faltando a letra "A"). Reclamei por e-mail alegando que nunca havia contratado tal serviço.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 3: O desbloqueio do cartão.
Chegado o cartão temporário, é necessário ir até a agência realizar a biometria, cadastro de senha e recebimento do token. Pois bem, cheguei às 15h00 e o segurança me instruiu a falar com o gerente. Quando o gerente me notou, logo falou que o segurança havia se equivocado. Que com ele, "somente pessoa jurídica".
SITUAÇÃO/PERCALÇO 4: Existiam 4 pessoas na minha frente. Não havia distribuição de senha. Depois de mim ainda chegaram mais umas 3 ou 4. Demorou UMA HORA para eu ser atendido.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 5: Durante esta uma hora, presenciei funcionários ociosos, pessoas que chegavam e furavam a frente de quem já estava lá e um cliente sendo debochado por uma funcionária que o acusava de não ter pagado alguma conta ou algo assim. O cliente saiu esbravejando, dizendo que foi pessimamente atendido pelo banco e pela funcionária sarcástica.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 6: Depois de 1 hora de espera (e somente 4 pessoas na minha frente), tentei reclamar sobre tal "Seguro LIS" que não contratei. Fui informado que "somente por telefone". Fui mandado para o caixa para cadastrar senha e biometria. Por sorte estava quase vazio pois já passava das 16 horas.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 7: O caixa estava "travado". Com "problema no sistema". Deveria ser "reiniciado". Aguardei. Não perderia minha espera.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 8: Depois de passar pelo caixa e cadastrar a senha e biometria, voltei ao atendimento onde a funcionária havia ficado de me dar o token. Todos os que chegaram depois de mim já haviam sido atendidos e ido embora (como as coisas "funcionam" quando chega perto das 16h, não?). Ela ficou mexendo no computador, conversando com outros funcionários, durante uns 15 minutos. Pois pelo que entendi, já havia "encerrado" o expediente dela. Mas faltava encerrar o meu atendimento! Fui passado para o funcionário ao lado dela, que ainda estava trabalhando ao telefone. Este funcionário foi prestativo e solícito, me ensionando a utilizar o token. Saí de lá aproximadamente 16h30.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 9: Depois de alguns dias, quando fui utlilizar o cartão, não aceitava a senha cadastrada, não aceitava senha da internet, nem os 4 primeiros e nem os últimos dígitos de nenhuma delas. Telefonei e falaram que a senha era mesmo os 4 primeiros dígitos e para resolver o problema "só na agência". Nesse ínterim, conseguia acessar o totem de auto atendimento através da digital (biometria). Mas não conseguia alterar a senha e o cartão não funcionava nas máquinas de débito. Insisti mais uns dias no uso e estranhamente começou a funcionar. Com os 4 primeiros dígitos de minha senha mesmo. E sem precisar retornar à agência.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 10: Recebi em minha casa um envelope endereçado a mim, mas dentro dele um cartão de crédito com o nome de "Diego Motta Ramos". Contactei pela internet o tal dono do cartão. Como percebi que os dois vieram trocados, falei pra ele (que aparentemente é formado em direito) que obviamente não utilizasse o meu. Mas não obtive resposta e nem contactei o banco. Deixei o cartão de lado e não dei muita bola pois eu não tinha interesse em utilizar cartão de crédito e o de débito estava de bom tamanho para meu uso.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 11: Perco meu cartão de débito justamente no dia de meu pagamento pelo INSS: 07/07/2014. Não consigo efetuar a transferência por precisar do número da agência e conta. Retorno para casa, ligo para o banco. Não sei informar o número de minha conta, somente meu CPF e agência. Sou mal atendido. Entre um "aguarde" e outro tento falar alguma coisa, mas a atendente me coloca novamente no mudo. Logo após ela se nega a cancelar meu cartão ("por falta de dados cadastrados") e informa que posso cancelá-lo num totem de auto atendimento. Mas se nega a informar o número da minha conta (!). O que pela lógica impossibilita cancelar um cartão sem possuir mãos o tal cartão a ser bloqueado! Até tentei acessar somente pela biometria, mas não havia opção de bloqueio no totem. Somente extrato e saldo. Por sorte achei os dados de agência e conta no "cache" de meu navegador. Com as contas vencendo em outro banco, consigo ao menos transferir meu INSS para a iConta e dela para o Banco do Brasil. Por sorte tenho tal conhecimento tecnológico pois se fosse um leigo estaria pior.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 12: Abro a Manifestação 304172417 / Protocolo 20141907147260000 pedindo o cancelamento de meu cartão MasterCard SOMENTE DÉBITO e informo que nunca cheguei a receber o cartão Multi, inclusive recebi o de outra pessoa. Recebo e-mail informando que o cartão havia sido bloqueado e que era preciso ligar para o atendimento 30 Horas para solicitar minha via. Percebo que foi cancelado meu cartão "Multi", o qual nunca utlilizei (nem tampouco sequer recebi). Preciso que cancelem o provisório, pois tenho medo de que alguém o utilize já que o extraviei.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 13: Ligo no atendimento telefônico. Novamente sou pessimamente atendido! A atendente não entende o que eu estou querendo dizer, que perdi meu cartão provisório e tenho em mãos um cartão Multi QUE NÃO É O MEU. E que eu estou com ele há quase dois meses. Ela DUVIDA e diz "se a conta tem somente um mês não tem como você estar com esse cartão há 2 meses". E ainda complemtenta dizendo que eu não deveria nem ter aberto o envelope e deveria ter devolvido aos correios! Mas o envelope estava em MEU NOME. Portanto, é erro do Banco e não dos Correios. Peno para me fazer esclarecer. Ela diz para eu esperar o meu cartão chegar. Não consigo fazê-la entender que o cartão veio trocado e há OUTRA PESSOA COM O MEU CARTÃO. Ela informa que o cartão fôra enviado em 27 de maio. Estamos em 09 de JULHO. Eu digo: "JÁ ERA PARA TER CHEGADO, NÃO!??" e ela "você NÃO tem MESMO um cartão com o seu nome em mãos então?" e eu digo "NÃO!". "E que senha é essa que você digitou então?". "- É a senha do meu cartão de DÉBITO que extraviei ontem!". Só então ela faz o requerimento para o envio (não de segunda via, e sim de PRIMEIRA via - quero frisar isso pois não quero ser cobrado por segunda via da qual não recebi nem a primeira) com prazo de 12 dias úteis para o recebimento do cartão.
SITUAÇÃO/PERCALÇO 14: Tento cadastrar uma complementação na minha solicitação pelo navegador Chrome. Não funciona. Tento pelo Fire Fox. Mesmo já tendo o "Guardião" instalado, depois da quarta ou quinta tentativa, percebi que a solicitação anterior estava fechada e não conseguiria adicionar complemento. Consegui enviar através de uma nova solicitação. Explicando o cartão que nunca recebi. Explicando que têm-se que cancelar meu cartão provisório de somente débito. Abro a solicitação 304485449 em 12:15 de 09/07/2014. Explicando a história. Pedindo para que cancelem o cartão antigo e não o novo que está vindo. Que é só de débito, que não é Multi. Que houve uma troca nos cartões. Tento ser o máximo didádico, como estou sendo aqui.
Portanto, minha situação é a seguinte: estou aguardando o cartão "novo" que demorará até 12 dias úteis. E quero solicitar novamente o cancelamento de meu cartão provisório somente de débito assim como o cancelamento do cartão Multi que foi enviado erroneamente para outra pessoa (este acredito que não foi liberado e foi inclusive bloqueado pelo meu requerimento, mas quero ter a certeza me dada pelo Banco de que não há outra pessoa utilizando-o).
Não cheguei a conferir no extrato, mas espero que não esteja me sendo cobrado o tal "Seguro LIS" e nem me seja cobrada "segunda via" de cartão. Pois nem sequer existiu uma primeira. E tal seguro tampouco solicitei.
Dito isso, e o mais importante, quero pedir MELHOR ATENDIMENTO NAS LIGAÇÕES TELEFÔNICAS. Pois fui tratado como se fosse um golpista, um meliante.
Um amigo de infância quando entrou para trabalhar em um banco foi instruído a tratar bem qualquer um, até quem entra "de chinelos", pois pode ser um rico fazendeiro.
Estou afastado do trabalho, recebo do INSS pelo Itaú, passo para minha conta e transfiro para o Banco do Brasil. Não ganho um valor alto e não movimento muito a conta. Mas tenho título de pós graduação, sou concursado público, (e mesmo que não o fosse), nada justifica destratar um cliente.
Os funcionários são treinados a destratarem os correntistas que possuem iConta como cidadãos de terceira classe?
Essa diferenciação é social, é preconceituosa, é discriminatória e é contra qualquer relação ética, moral ou profissional entre uma empresa e um cliente. É totalmente incabível. Só o que eu passei nesses dois meses e assisti as pessoas passarem; serem mal atendidas, tanto pessoalmente como nos relatos que li no site Reclame Aqui; é inconcebível.
Todas essas situações que passei e presenciei foram em apenas um mês e meio. Isso demonstra que o Itaú tem que melhorar e MUITO tanto na logística como na atenção, no atendimento pessoal nas agências e sobretudo no telefônico. Pois nunca fui destratado uma vez sequer em oito anos como correntista no Banco do Brasil. Aposto que clientes Itaú Personnalité ou clientes que são pessoas jurídicas não passam nem 1 por cento das dificuldades e DEBOCHES que são dados a quem possui a tal iConta.
Pretendo seguir carreira na empresa em que trabalho e infelizmente estou "refém" do banco para receber meu salário. Pelo menos até enquanto durar o contrato vencido por esta última licitação.
O mínimo que exijo é respeito no tratamento. Que sejam melhor preparados os funcionários pois bancos não estão fazendo favor algum a ninguém. Muito pelo contrário, inclusive.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Copa 2014
Ontem eu estava no Shopping Estação (antes e) depois do jogo que teve na baixada. Depois que finalizou o jogo, o shopping foi tomado por diversos torcedores de várias etnias. Tinha fila até pra comer o lixo do Bob's. Fui comer um Subway. Tinha uma fila paralela no caixa. Entrei na convencional. De repente, os gringos começaram e se enfiar no meio, furar fila, causar tumulto, e bêbados, gritando no ouvido das pessoas. E nada de segurança. E mesmo se tivesse, a segurança iria abrir as pernas pra eles. Me deu vontade de gritar "just behave your fucking self! you're not in your fucking backyard!". Mas me calei. Foi então que caiu a ficha. Pra esses caras, nós somos mesmo a porra do quintal deles. Onde eles podem vir, fazer o que quiserem que não serão presos, não serão deportados. Me senti um lixo. Foi aí que eu percebi que sim, faço parte de um país de terceiro mundo que ninguém respeita. Me senti uma prostitutazinha de 12 anos que foi obrigada a se arreganhar pra esses gringos sem o consentimento. Filhos da puta!
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Filme Homens São de Marte
Quando fui ver Homens São de Marte, já não esperava muito.
De começo, achei bom que o cinema estivesse quase vazio. Uns 4 pares de pessoas só (que depois vim a descobrir que eram duplas de mulheres) - e eu.
Mas (re-)descobri que a falta de educação impera nessas grandes franquias de cinema populares (UCI, Cinesystem e Cinemark). Mas vamos lá.
Já no início, comecei a passar raiva. Com duas gazelinhas mal educadas com seus 20 anos se muito logo atrás de mim que não paravam de tagarelar e rir de qualquer piada. Aliás, o começo do filme é muito sem graça.
Aqui cabe um adendo: O popular médio que vai assistir uma comédia ele está pronto para rir de tudo. Até nos momentos mais dramáticos do filme nos quais a protagonista está num dilema existencial, uma crise de meia idade e chorando, tem Zé Povinho que está rindo. Essa reflexão me lembrou até o filme Um Divã para Dois com Meryl Streep, Tommy Lee Jones e Steve Carrel sobre terapias de casais que quando fui ver, ouvia risadas nos momentos mais inapropriados. Há a necessidade por parte do espectador de uma válvula cômica - e às vezes não existe tão cedo no filme - que é tão forte que quem não tem a sensibilidade de perceber as diversas camadas da película estoura em risos a qualquer intervenção que seja pseudo engraçada: uma caneta caindo, um espirro. Um riso nervoso. Um alívio. Pois bem.
Ao decorrer do filme me vieram alguns insights. Como por exemplo como o Paulo Gustavo é um puta ator. Se vira no roteiro, tira de letra o improviso - e principalmente o improviso - esse é seu trunfo. Paulo Gustavo SALVA o filme. Aliás, arrisco dizer que é ele quem leva o filme nas costas.
A protagonista por sua vez paga de "cougar" (coroa gostosa) mas é só altura e silicone, não tem bunda e é bem insossa. Esteticamente, aliás, sou muito mais a Danielle Valente, aquela loirinha do seriado dos anos 90 Confissões de Adolescente. Apesar de me incomodar seu carioquês acentuado.
Falando em ser canastra, confirmei o que já havia percebido em Getúlio. Que ator de TV não sabe fazer cinema. É tudo muito exagerado. O "grande Tony Ramos", a "grande Irene Ravache". Pois bem. São caricatos e canastrões. Talvez esse tipo de interpretação funcione pra novela e até no teatro, mas me causa estranhamento no meio cinematográfico. Antes que me apedrejem, sei que o papel da Irene nesse filme é para ser caricato mesmo, percebi isso. Mas está demais. Talvez e provavelmente nem por culpa dela seja. Talvez a culpa seja do roteiro ou do diretor. Vai saber.
Humberto Martins é um parágrafo à parte. Gosto muito do ator. Ou gostava. A partir de então não sei mais. Amo a novela Quatro Por Quatro (1993/1994). Me emocionei com o par romântico dele com a Cristiana Oliveira (a Juma, essa mesma). Até revi a novela inteira há alguns meses. Enfim.
Mas o papel dele (sempre) é daquele cara meio maluco, meio porra louca, meio amante latino mas com um parafuso a menos. Normal. No filme o personagem é um ricaço que bebe e tal. Até achei que o personagem cheirava, mas parece que foi impressão (não sei se minha ou se proposital). O que me deixou com a pulga atrás da orelha foi se o personagem ERA bêbado mesmo ou se o ator ESTAVA bêbado. Ou se o personagem ESTAVA e o ator o É. Confirmei minhas dúvidas nas cenas "bônus" dos créditos. Onde o ator esquece a fala e se desculpa todo afetado. Humberto Martins foi contracenar no filme bêbado. Isso eu não tenho dúvidas. A não ser que ele tenha tido um derrame nesses últimos vinte anos que eu não o acompanhei. Mas acho pouco provável.
Lulu santos... O que dizer? Interpreta a si mesmo... E tão sem motivação como o personagem, ele é ele mesmo em cena tentando ser ator. É preguiçoso como tentativa e na canção final não se esforça ao menos em se auto dublar, erra feio, erra rude (menção honrosa à Júlia Rabello do Porta dos Fundos). Ou erram por ele em não refazerem a cena. Acho sinceramente que é puro desleixo mesmo.
Ah, isso sem mencionar os vários merchandisings inseridos durante todo o filme. O que é impertinente e irritante.
Minhas considerações finais são essas. Vale pagar um deizão. Num cinema quase vazio, sem acéfalos.
Se quiser desligar seu cérebro por uma hora e meia ou se fizer parte da manada que dá risada de piada com casca de banana, chute no saco, ou se achou engraçado o Leandro Hassum balançando a pança em Até que a Sorte Nos Separe 2, vá.
Mas se você tem um humor mais woodyalleano, poupe seu humor britânico ou negro para outras coisas (cada vez mais difíceis de achar).
Estou cada vez mais desacreditado no cinema nacional e também no mundial. Viva a galhofada e à chegada cada vez maior da Era da Idiocracia. Pelo menos para quem pensa como eu (será que existe alguém?), enquanto conseguirmos fugir dos filmes 3D e dublados, ainda haverá esperança para a massa (não a de manobra, mas sim a encefálica).
De começo, achei bom que o cinema estivesse quase vazio. Uns 4 pares de pessoas só (que depois vim a descobrir que eram duplas de mulheres) - e eu.
Mas (re-)descobri que a falta de educação impera nessas grandes franquias de cinema populares (UCI, Cinesystem e Cinemark). Mas vamos lá.
Já no início, comecei a passar raiva. Com duas gazelinhas mal educadas com seus 20 anos se muito logo atrás de mim que não paravam de tagarelar e rir de qualquer piada. Aliás, o começo do filme é muito sem graça.
Aqui cabe um adendo: O popular médio que vai assistir uma comédia ele está pronto para rir de tudo. Até nos momentos mais dramáticos do filme nos quais a protagonista está num dilema existencial, uma crise de meia idade e chorando, tem Zé Povinho que está rindo. Essa reflexão me lembrou até o filme Um Divã para Dois com Meryl Streep, Tommy Lee Jones e Steve Carrel sobre terapias de casais que quando fui ver, ouvia risadas nos momentos mais inapropriados. Há a necessidade por parte do espectador de uma válvula cômica - e às vezes não existe tão cedo no filme - que é tão forte que quem não tem a sensibilidade de perceber as diversas camadas da película estoura em risos a qualquer intervenção que seja pseudo engraçada: uma caneta caindo, um espirro. Um riso nervoso. Um alívio. Pois bem.
Ao decorrer do filme me vieram alguns insights. Como por exemplo como o Paulo Gustavo é um puta ator. Se vira no roteiro, tira de letra o improviso - e principalmente o improviso - esse é seu trunfo. Paulo Gustavo SALVA o filme. Aliás, arrisco dizer que é ele quem leva o filme nas costas.
A protagonista por sua vez paga de "cougar" (coroa gostosa) mas é só altura e silicone, não tem bunda e é bem insossa. Esteticamente, aliás, sou muito mais a Danielle Valente, aquela loirinha do seriado dos anos 90 Confissões de Adolescente. Apesar de me incomodar seu carioquês acentuado.
Falando em ser canastra, confirmei o que já havia percebido em Getúlio. Que ator de TV não sabe fazer cinema. É tudo muito exagerado. O "grande Tony Ramos", a "grande Irene Ravache". Pois bem. São caricatos e canastrões. Talvez esse tipo de interpretação funcione pra novela e até no teatro, mas me causa estranhamento no meio cinematográfico. Antes que me apedrejem, sei que o papel da Irene nesse filme é para ser caricato mesmo, percebi isso. Mas está demais. Talvez e provavelmente nem por culpa dela seja. Talvez a culpa seja do roteiro ou do diretor. Vai saber.
Humberto Martins é um parágrafo à parte. Gosto muito do ator. Ou gostava. A partir de então não sei mais. Amo a novela Quatro Por Quatro (1993/1994). Me emocionei com o par romântico dele com a Cristiana Oliveira (a Juma, essa mesma). Até revi a novela inteira há alguns meses. Enfim.
Mas o papel dele (sempre) é daquele cara meio maluco, meio porra louca, meio amante latino mas com um parafuso a menos. Normal. No filme o personagem é um ricaço que bebe e tal. Até achei que o personagem cheirava, mas parece que foi impressão (não sei se minha ou se proposital). O que me deixou com a pulga atrás da orelha foi se o personagem ERA bêbado mesmo ou se o ator ESTAVA bêbado. Ou se o personagem ESTAVA e o ator o É. Confirmei minhas dúvidas nas cenas "bônus" dos créditos. Onde o ator esquece a fala e se desculpa todo afetado. Humberto Martins foi contracenar no filme bêbado. Isso eu não tenho dúvidas. A não ser que ele tenha tido um derrame nesses últimos vinte anos que eu não o acompanhei. Mas acho pouco provável.
Lulu santos... O que dizer? Interpreta a si mesmo... E tão sem motivação como o personagem, ele é ele mesmo em cena tentando ser ator. É preguiçoso como tentativa e na canção final não se esforça ao menos em se auto dublar, erra feio, erra rude (menção honrosa à Júlia Rabello do Porta dos Fundos). Ou erram por ele em não refazerem a cena. Acho sinceramente que é puro desleixo mesmo.
Ah, isso sem mencionar os vários merchandisings inseridos durante todo o filme. O que é impertinente e irritante.
Minhas considerações finais são essas. Vale pagar um deizão. Num cinema quase vazio, sem acéfalos.
Se quiser desligar seu cérebro por uma hora e meia ou se fizer parte da manada que dá risada de piada com casca de banana, chute no saco, ou se achou engraçado o Leandro Hassum balançando a pança em Até que a Sorte Nos Separe 2, vá.
Mas se você tem um humor mais woodyalleano, poupe seu humor britânico ou negro para outras coisas (cada vez mais difíceis de achar).
Estou cada vez mais desacreditado no cinema nacional e também no mundial. Viva a galhofada e à chegada cada vez maior da Era da Idiocracia. Pelo menos para quem pensa como eu (será que existe alguém?), enquanto conseguirmos fugir dos filmes 3D e dublados, ainda haverá esperança para a massa (não a de manobra, mas sim a encefálica).
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Cinema gayzista
Eu sou cético.
Eu sou cinéfilo.
Odeio teorias conspiratórias.
Mas...
A cada 3 filmes nacionais em cartaz, 2 são sobre gayzismo.
Eu odeio admitir que existe uma "'agenda gayzista' que quer acabar com a família brasileira".
Mas parece que realmente há.
Eu sempre neguei até agora que havia uma conspiração.
Mas: roteiro péssimo, atores péssimos, dinheiro do governo federal...
Foda-se a "opção" de cada um.
Mas partindo do momento em que o governo e a verba federal pende para certo lado, aí está errado.
Totalmente errado.
Mas já que na república das bananas temos tantos mandos e desmandos, não duvido de mais nada!
Eu sou cinéfilo.
Odeio teorias conspiratórias.
Mas...
A cada 3 filmes nacionais em cartaz, 2 são sobre gayzismo.
Eu odeio admitir que existe uma "'agenda gayzista' que quer acabar com a família brasileira".
Mas parece que realmente há.
Eu sempre neguei até agora que havia uma conspiração.
Mas: roteiro péssimo, atores péssimos, dinheiro do governo federal...
Foda-se a "opção" de cada um.
Mas partindo do momento em que o governo e a verba federal pende para certo lado, aí está errado.
Totalmente errado.
Mas já que na república das bananas temos tantos mandos e desmandos, não duvido de mais nada!
domingo, 18 de maio de 2014
Globo Filmes
O Auto da Compadecida, Caramuru e Anjos do Sol são muito bons.
Deus é Brasileiro, Serra Pelada, Flores Raras, Meu Nome Não É Johnny, O Ano Em que Meus Pais Saíram de Férias e O Signo da Cidade são bons.
Orfeu, Lisbela e o Prisioneiro, O Homem que Copiava, Meu Tio Matou um Cara, Casa de Areia, Vinicius de Moraes e Cartola devo ter assistido mas não lembro muito bem. Mas devem ser bons também.
O resto é pífio.
Eles endeusam muito seus atores e seus personagens novelísticos.
Isso sem contar a overdose de Didi e Xuxa.
Segue a lista do mal gosto:
Lula O Filho do Brasil (propaganda política descarada), Besouro (oportunismo com o tal "orgulho negro"), Os Porralokinhas (isso é nome pra filme infantil!?), 2 Filhos de Francisco, Tainá, Cazuza (o ator começa cantando, depois percebem que o ator não canta nada e do meio pro final vira dublagem), Angélica em Zoando na TV;
Agora por categorias:
Sensacionalismo com a violência brasileira: Cidade de Deus, Broder, Tropa de Elite, 5x Favela Agora por Nós Mesmos, Salve Geral, Última Parada 174, Cidade dos Homens, Ó Paí Ó;
Tentativa frustrada de fazer comédia: Até que a Sorte Nos Separe (o 2 é um lixo totalmente sme graça), Mato sem Cachorro (podre de ruim. Danilo Gentili é bom apresentador mas péssimo ator), O Concurso, Vai Que Dá Certo, Os Penetras, E Aí..Comeu? (putz... Bruno Mazzeo... o que falar?), As Aventuras de Agamenon O Repórter, Cilada.com (o seriado no Multishow era bom, já o filme...);
Oportunismo religioso barato: Nosso Lar, Chico Xavier, Aparecida O Milagre, Maria Mãe do Filho de Deus, Redentor;
Personagens novelísticos ou de seriados globais: Crô, Giovani Improtta, A Grande Família O Filme, Os Normais;
Overdose de Xuxa e Didi: Xuxa Sonho de Menina, O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili, Didi O Caçador de Tesouros, Xuxinha e Guto, Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida, Xuxa Abracadabra, Didi o Cupido Trapalhão, Xuxa e os Duendes, O Trapalhão e a Luz Azul, Simão o Fantasma Trapalhão, O Guerreiro Didi e a Ninja Lili;
Ou seja, para cada um bom, 3 são de péssima qualidade, gosto duvidoso e para atingir as massas.
Deus é Brasileiro, Serra Pelada, Flores Raras, Meu Nome Não É Johnny, O Ano Em que Meus Pais Saíram de Férias e O Signo da Cidade são bons.
Orfeu, Lisbela e o Prisioneiro, O Homem que Copiava, Meu Tio Matou um Cara, Casa de Areia, Vinicius de Moraes e Cartola devo ter assistido mas não lembro muito bem. Mas devem ser bons também.
O resto é pífio.
Eles endeusam muito seus atores e seus personagens novelísticos.
Isso sem contar a overdose de Didi e Xuxa.
Segue a lista do mal gosto:
Lula O Filho do Brasil (propaganda política descarada), Besouro (oportunismo com o tal "orgulho negro"), Os Porralokinhas (isso é nome pra filme infantil!?), 2 Filhos de Francisco, Tainá, Cazuza (o ator começa cantando, depois percebem que o ator não canta nada e do meio pro final vira dublagem), Angélica em Zoando na TV;
Agora por categorias:
Sensacionalismo com a violência brasileira: Cidade de Deus, Broder, Tropa de Elite, 5x Favela Agora por Nós Mesmos, Salve Geral, Última Parada 174, Cidade dos Homens, Ó Paí Ó;
Tentativa frustrada de fazer comédia: Até que a Sorte Nos Separe (o 2 é um lixo totalmente sme graça), Mato sem Cachorro (podre de ruim. Danilo Gentili é bom apresentador mas péssimo ator), O Concurso, Vai Que Dá Certo, Os Penetras, E Aí..Comeu? (putz... Bruno Mazzeo... o que falar?), As Aventuras de Agamenon O Repórter, Cilada.com (o seriado no Multishow era bom, já o filme...);
Oportunismo religioso barato: Nosso Lar, Chico Xavier, Aparecida O Milagre, Maria Mãe do Filho de Deus, Redentor;
Personagens novelísticos ou de seriados globais: Crô, Giovani Improtta, A Grande Família O Filme, Os Normais;
Overdose de Xuxa e Didi: Xuxa Sonho de Menina, O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili, Didi O Caçador de Tesouros, Xuxinha e Guto, Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida, Xuxa Abracadabra, Didi o Cupido Trapalhão, Xuxa e os Duendes, O Trapalhão e a Luz Azul, Simão o Fantasma Trapalhão, O Guerreiro Didi e a Ninja Lili;
Ou seja, para cada um bom, 3 são de péssima qualidade, gosto duvidoso e para atingir as massas.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Satanismo x Ceticismo/Ateísmo + Aborto
Com exceção ao neo-satanismo (que me parece um pouco mais elevado) e levando em consideração somente o satanismo clássico, quero tecer alguns comentários:
Li a Bíblia Satânica. Algo meio nietzschiana (em comparação ao "super homem" / Zaratustra - também de Nietzsche -, etc. Interessante. Só "peca" ao final, onde tem "receitas" de rituais. Inclusive li essa semana o livro de "São" Cipriano - por curiosidade, já que soube que nele haviam algumas rezas - e "rituais" - para a finalidade de exorcismo. Igualmente, no final também constam diversas "simpatias" que vão desde manter o cabelo loiro, ou negro, ou que não caia; até algo muito similar à dita "magia negra" (outra "bullshit" - como diriam Penn & Teller) às quais são claramente direcionadas à TENTATIVA (e à ilusão) DE realizar o mal para outrem. Algo um pouco surreal para a obra de um dito "santo". Mas enfim: ambos os livros me pareceram exatamente farinha do mesmo saco. Qualquer cético abominaria a existência de rituais. Isso não condiz com o ateísmo. Mesmo porque "satanismo" implica na crença em um "demônio" (ou vários), sendo o "maior" deles - Lúcifer! - etc, etc. É a mesma idolatria à qual os crentes se referem ao "Deus" (deus) Javé. Criaturas igualmente inexistentes. Por essas e outras considero o satanismo altamente incongruente ao ceticismo e sobretudo ao ateísmo. Outra crítica que tenho a esse tipo de ideologia é a massificação. O efeito manada. Todos vestindo a mesma cor de roupas (pretas), cabelos compridos e barba igualmente comprida. E ouvindo o mesmo estilo de música: o "'deus' metal". Não há algo mais patético. Não se diferem nada das crentes com seus cabelões e saiotes ouvindo música gospel. E não se diferem em nada igualmente em relação aos pagodeiros, sertanejos ou "emos" ("tribo" a qual nem existe mais - em teoria - mas estou utilizando somente a nível de comparação de pateticidade). A música é uma arte tão bela, rica e tão cheia de (quase) infinitos ritmos, que é no mínimo uma ignorante falta de sensibilidade se ater somente a ouvir um único estilo musical e cultuá-lo de maneira (quase?) religiosa. Dito isso:
Com relação ao aborto, já que não há a existência de "alma", mas sim de VIDA, o debate científico se divide. Depende de quantos dias/semanas/meses a gestação está em progresso. N'a "pílula do dia seguinte" não vejo problema. Visto que ela é tomada LITERALMENTE no "dia seguinte". Já aos 8 meses e 29 dias de gestação com certeza há um assassinato, um infanticídio. Existe toda uma escala cinza. Nada é binário ou simplista. Não é "8 ou 80".
Li a Bíblia Satânica. Algo meio nietzschiana (em comparação ao "super homem" / Zaratustra - também de Nietzsche -, etc. Interessante. Só "peca" ao final, onde tem "receitas" de rituais. Inclusive li essa semana o livro de "São" Cipriano - por curiosidade, já que soube que nele haviam algumas rezas - e "rituais" - para a finalidade de exorcismo. Igualmente, no final também constam diversas "simpatias" que vão desde manter o cabelo loiro, ou negro, ou que não caia; até algo muito similar à dita "magia negra" (outra "bullshit" - como diriam Penn & Teller) às quais são claramente direcionadas à TENTATIVA (e à ilusão) DE realizar o mal para outrem. Algo um pouco surreal para a obra de um dito "santo". Mas enfim: ambos os livros me pareceram exatamente farinha do mesmo saco. Qualquer cético abominaria a existência de rituais. Isso não condiz com o ateísmo. Mesmo porque "satanismo" implica na crença em um "demônio" (ou vários), sendo o "maior" deles - Lúcifer! - etc, etc. É a mesma idolatria à qual os crentes se referem ao "Deus" (deus) Javé. Criaturas igualmente inexistentes. Por essas e outras considero o satanismo altamente incongruente ao ceticismo e sobretudo ao ateísmo. Outra crítica que tenho a esse tipo de ideologia é a massificação. O efeito manada. Todos vestindo a mesma cor de roupas (pretas), cabelos compridos e barba igualmente comprida. E ouvindo o mesmo estilo de música: o "'deus' metal". Não há algo mais patético. Não se diferem nada das crentes com seus cabelões e saiotes ouvindo música gospel. E não se diferem em nada igualmente em relação aos pagodeiros, sertanejos ou "emos" ("tribo" a qual nem existe mais - em teoria - mas estou utilizando somente a nível de comparação de pateticidade). A música é uma arte tão bela, rica e tão cheia de (quase) infinitos ritmos, que é no mínimo uma ignorante falta de sensibilidade se ater somente a ouvir um único estilo musical e cultuá-lo de maneira (quase?) religiosa. Dito isso:
Com relação ao aborto, já que não há a existência de "alma", mas sim de VIDA, o debate científico se divide. Depende de quantos dias/semanas/meses a gestação está em progresso. N'a "pílula do dia seguinte" não vejo problema. Visto que ela é tomada LITERALMENTE no "dia seguinte". Já aos 8 meses e 29 dias de gestação com certeza há um assassinato, um infanticídio. Existe toda uma escala cinza. Nada é binário ou simplista. Não é "8 ou 80".
terça-feira, 6 de maio de 2014
Avô
Qual o ponto (what's the point?) de dizer adeus a alguém à beira da morte?
Alguém que não me disse nada a vida inteira.
Vai me dizer o quê à beira da morte?
Qual o motivo de rever padrinho e madrinha que não me deram um só presente durante minha infância inteira?
Nem um (nenhum) telefonema na ocasião de aniversários?
Sou tão má pessoa assim por "cabular" a última despedida ao meu avô de 91 anos?
Alguém que não me disse nada a vida inteira.
Vai me dizer o quê à beira da morte?
Qual o motivo de rever padrinho e madrinha que não me deram um só presente durante minha infância inteira?
Nem um (nenhum) telefonema na ocasião de aniversários?
Sou tão má pessoa assim por "cabular" a última despedida ao meu avô de 91 anos?
terça-feira, 15 de abril de 2014
Lua Vermelha
Sou "do contra" porque sou realista. A maioria que é alienada. Não é porque a maioria faz que está certo. Pelo contrário.
Misticismo não leva a nada. Já passei dessa fase quando tinha 20 e poucos anos. Prefiro estudar outras coisas hoje em dia.
Prefiro ocupar meu tempo com coisas que me ensinem algo ao invés de teorias miraculosas, mirabolantes e abstratas criadas por religiões e seitas afim de realizarem lavagem cerebral em quem é fraco de caráter, de "espírito" e acha que está perdido no mundo.
Por exemplo, fui procurar sobre o fenômeno astronômico (eclipse lunar) que ocorreu essa madrugada e que deixou a lua vermelha e me deparei com vídeos dizendo que era sinal da volta do anticristo.
Aí é foda. Perdi todo o tesão e nem me interessei mais em ver o fenômeno.
O ser humano é muito burro.
Preferi voltar pro meu mundo. De literatura e cinema.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Estupro
O erro do IPEA de 65% pra 26% no "estudo sobre o estupro" e a crença cega no dado errado antes da errata: a comoção e protestos que tal dado causou diz muito sobre a sociedade.
Seres não pensantes. De feminazis a esquerdopatas.
Está certo que 90% da população é religiosa e obtusa.
Existem reacionários, retrógrados e conservadores. Mas isso aqui não é nenhum Irã. E isso diz muito sobre a sociedade.
O fato de NÃO contestar o dado por exemplo, acreditar em pesquisas encomendadas, n'o que passa na televisão, ou o fazer do copo d'água tempestade, etc.
E isso gerar protestos e "virais" ao invés de se raciocinar e contestar a estatística per se.
É um erro para se aprender com. Ou não. Acefalia grave.
Seres não pensantes. De feminazis a esquerdopatas.
Está certo que 90% da população é religiosa e obtusa.
Existem reacionários, retrógrados e conservadores. Mas isso aqui não é nenhum Irã. E isso diz muito sobre a sociedade.
O fato de NÃO contestar o dado por exemplo, acreditar em pesquisas encomendadas, n'o que passa na televisão, ou o fazer do copo d'água tempestade, etc.
E isso gerar protestos e "virais" ao invés de se raciocinar e contestar a estatística per se.
É um erro para se aprender com. Ou não. Acefalia grave.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Estatística do amor
1,752 milhões de pessoas em Curitiba
oitocentos e setenta e seis mil mulheres
42,9% de solteiras
= 375804
3% de atéias
= 11274
classe B: 26.09%
= 2941,4
curso superior: 7%
= 205,9
sem filhos: 62,7%
= 129
86,9% não fumantes
= 112.101
mulheres que bebem socialmente: 41%
= 45.92
24% sem tatuagem
= 11
Resultado: ONZE mulheres num mar de 880 mil
oitocentos e setenta e seis mil mulheres
42,9% de solteiras
= 375804
3% de atéias
= 11274
classe B: 26.09%
= 2941,4
curso superior: 7%
= 205,9
sem filhos: 62,7%
= 129
86,9% não fumantes
= 112.101
mulheres que bebem socialmente: 41%
= 45.92
24% sem tatuagem
= 11
Resultado: ONZE mulheres num mar de 880 mil
domingo, 9 de março de 2014
eu4
Se eu fosse um super-herói, seria o "super-sincero".
Sou tímido. Na vida cotidiana. No trato com as outras pessoas. Beirando até o anti-social.
Ando sempre com fones, ou óculos escuros, ou lendo um livro. Penso fora da caixa. Sou dito "louco" por muita gente. Mas eu acho que não. E essa gente que acha isso é que chamo de medíocre.
E penso muito. Meus pontos de vista são consolidados. Minhas opiniões são sempre polêmicas.
Por isso evito falar o que penso. Mas consigo exteriorar esses pensamentos em forma de texto.
Tenho me apresentado nas redes sociais e em "sites de namoro" assim:
"Procuro mulher. Sem filhos. Não fumante. Que não seja religiosa mas que tenha caráter e princípios como por exemplo não ser promíscua. Que saiba escrever corretamente. Que tenha o hábito de leitura e goste de bons seriados e filmes. E que goste de boa música (qualquer coisa que NÃO seja sertanejo universitário ou funk).
Sou solteiro, sem filhos, 32 anos, ateu, pós graduado, concursado público, programador, ciclista. Gosto de música, literatura, cinema e tecnologia. Leio muito, assisto muito seriado, odeio TV e Facebook."
Esse era meu lema.
Mas num país 90% cristão é muito difícil. Ainda mais com a porcentagem que falta (de atéias/agnósticas/sem religião) sendo fáceis, promíscuas, devassas e vadias.
Sou liberal na questão de liberação das drogas por exemplo, porém, conservador no quesito moral, de princípios e caráter.
Mas vivo uma dicotomia. Sou ateu, mas nunca conheci uma atéia que não fosse promíscua ou "roqueira" e que não desse pros metaleirinhos de plantão.
A contraponto, acho um tesão o visual crente (cabelão, saiona, etc.) mas não concordo nem um pouco com a ideologia cristã e muito menos evangélica. Com seus cabrestos, dízimos e outras manobras psicológicas para manipulação de massa acéfala.
Sou contra "tribos". A "tribo" dos "rockeiros", a "tribo" dos "metaleiros", a "tribo" dos "hipsters", dos "punks", dos "pagodeiros", etc. Isso é coisa de quem não tem personalidade própria.
Não gosto de quem é fútil. Que assiste novela, BBB, TV em geral ou vive para consultar a timeline do Facebook.
E isso é um problema, pois não tenho para onde correr. Na balada estão as fáceis, as vadias, as interesseiras. E tanto não quero como abomino.
Na igreja estão as "certinhas" (aham...: "crente do cu quente"), mas também não é minha praia.
Acabo na internet, onde tem de tudo. Mas é um tiro no escuro.
Aliás, aqui me desanima imensamente pois esses sites ditos "de namoro", mais parecem catálogos. Parece que as pessoas - e principalmente as mulheres - não se dão valor. Estão em um catálogo, estão em promoção. Com suas fotos decotadas.
E leva quem for mais gatão, tiver mais grana ou melhor lábia.
Ou então todos levam: elas marcam um encontro por dia - e por quê não? Isso as que têm 120kg. Imaginem as "gatas".
É a tecnologia a serviço da promiscuidade.
Sou contra demagogia e hipocrisia: como "cotas", "dia das mulheres", "dia da consciência negra", "marcha das vadias", "orgulho negro", "orgulho LGBT", etc. Retrato de um governo esquerdista e uma sociedade alienada e adepta do "politicamente correto" - seja lá o que isso for.
Mas também não sou direitista. Sou apolítico. Mas como "quem não gosta de política é dominado por quem gosta", então, procuro acompanhar um pouco. Mas acho imbecil todo e qualquer extremismo.
Sou um tanto misógino. Fico com pé atrás com movimentos como o feminismo. Dizem que quem gosta de homem é viado. Mulher gosta é de dinheiro.
Quem gostar de mim vai ter de ser do jeito como sou.
Não tenho carro. Me visto do meu jeito. Com "regatas" com as mangas recortadas por mim mesmo. Bermudas cerzidas por costureira. Gasto meu dinheiro comigo. Não quero ter filhos. Não quero casar. No máximo morar junto. Nada de festinha milionária. Sem contratos sociais. Sem agradar família ou sociedade. Não há papel no mundo que ateste o amor. Casamento é instituição falida e hipócrita.
Não tenho nenhuma fé em divindade e muita pouca fé na humanidade. Sou pessimista, mas ainda assim procuro alguém que se destaque e que pense como eu.
Apesar de tudo, uma parte do meu ser (bobo) ainda acredita nessa "besteira" que muitos chamam "amor", mas que ninguém sabe direito o que é.
Toda opinião pode mudar. Espero sinceramente que alguém apareça e - não me prove que estou equivocado, mas - me mostre o "bright side of life": que a humanidade não está tão perdida assim.
Ou se está, que em toda regra existe uma exceção. E que me dê açúcar para parecer menos amargo.
Se pensa como eu, apareça. Pois ela é bem mais do que uma em um milhão.
absorto acomodado adultescente agnóstico alienado alternativo amável amigo angustiado anormal ansioso antiquado antissocial apegado apolítico apóstata ateísta atônito atrapalhado audiófilo auto depreciativo autossuficiente autêntico autodidata avoado baixo barbado biker bibliófilo bon vivant cabreiro calado calmo cantor caoísta carente carinhoso casual cauteloso celetista cético ciclista comedido complexado complexo compulsivo concursado conformado conservador constrangido contemplativo contemporâneo contraventor creep criativo criterioso crítico cult culto dependente desajuizado desambicioso desanimado desapegado desarticulado descentrado descompromissado desconcentrado desconfiado desconfortável descrente desfocado desiludido desincentivado desinteressado desinteressante desligado desolado desorientado despreparado desvirtuado devagar diferente difícil discordiado dramático dúbio ébrio eclético educado egoísta emotivo encalhado encanado encucado enraizado enrolado epicurista errante errôneo escalafobético escritor esquecido estranho evolucionista exagerado excêntrico excluído exclusivista existencialista ex-fumante experimental fechado feio fiasquento filósofo fofo fofoqueiro formado freak frio fundamentalista-científico geek gentil graduado grisalho guitarrista herege honesto humanista humorado idealista imparcial improcedente incerto inchado inclassificável incompreendido incomum inconstante inconvencional indeciso individualista inerte inexpressivo influenciável informal ingênuo ininteragível inofensivo insano inseguro insone instrumentista inteligente intimidável intimista intrigado introspectivo introvertido invejoso irônico irresponsável isolado largado leal leitor lento leonino lesado letrado libertário literato lógico loser louco maldito marcão marginal materialista mediano medroso megalomaníaco meigo metódico metamórfico micreiro minimalista misantropo misógino moleque monogâmico moralista morgado multiétnico músico natural nerd niilista nostálgico notívago obcecado obsessivo omisso ortógrafo outsider ouvinte pacífico parado paranaense pateta pedante pedestalta pensador perdido pessimista peter-pan piadista-escatológico platônico poeta poliglota politicamente-incorreto polêmico pós-adolescente pós-graduado possessivo postergador prático precipitado preconceituoso preguiçoso presunçoso problemático procrastinador programador pudico quadrado quieto racional racionalista radical reacionário realista rebelde relapso relativista renegado repetitivo reprimido reservado respeitoso reticente retrógrado revoltado romântico sádico sarcástico seco sem atitude sem direção sem expediente sem fé sem noção sem sal sem tato sem timing sensível sentimental simpático sincero solitário solteiro sonhador sossegado soturno sozinho subversivo superior surtado tatuado tecnólogo temperamental tenso trágico transgressor trapalhão traumatizado tímido transtornado travado único urbano utopista vanguardista verdadeiro viajão vida-torta violonista weirdo
Sou tímido. Na vida cotidiana. No trato com as outras pessoas. Beirando até o anti-social.
Ando sempre com fones, ou óculos escuros, ou lendo um livro. Penso fora da caixa. Sou dito "louco" por muita gente. Mas eu acho que não. E essa gente que acha isso é que chamo de medíocre.
E penso muito. Meus pontos de vista são consolidados. Minhas opiniões são sempre polêmicas.
Por isso evito falar o que penso. Mas consigo exteriorar esses pensamentos em forma de texto.
Tenho me apresentado nas redes sociais e em "sites de namoro" assim:
"Procuro mulher. Sem filhos. Não fumante. Que não seja religiosa mas que tenha caráter e princípios como por exemplo não ser promíscua. Que saiba escrever corretamente. Que tenha o hábito de leitura e goste de bons seriados e filmes. E que goste de boa música (qualquer coisa que NÃO seja sertanejo universitário ou funk).
Sou solteiro, sem filhos, 32 anos, ateu, pós graduado, concursado público, programador, ciclista. Gosto de música, literatura, cinema e tecnologia. Leio muito, assisto muito seriado, odeio TV e Facebook."
Esse era meu lema.
Mas num país 90% cristão é muito difícil. Ainda mais com a porcentagem que falta (de atéias/agnósticas/sem religião) sendo fáceis, promíscuas, devassas e vadias.
Sou liberal na questão de liberação das drogas por exemplo, porém, conservador no quesito moral, de princípios e caráter.
Mas vivo uma dicotomia. Sou ateu, mas nunca conheci uma atéia que não fosse promíscua ou "roqueira" e que não desse pros metaleirinhos de plantão.
A contraponto, acho um tesão o visual crente (cabelão, saiona, etc.) mas não concordo nem um pouco com a ideologia cristã e muito menos evangélica. Com seus cabrestos, dízimos e outras manobras psicológicas para manipulação de massa acéfala.
Sou contra "tribos". A "tribo" dos "rockeiros", a "tribo" dos "metaleiros", a "tribo" dos "hipsters", dos "punks", dos "pagodeiros", etc. Isso é coisa de quem não tem personalidade própria.
Não gosto de quem é fútil. Que assiste novela, BBB, TV em geral ou vive para consultar a timeline do Facebook.
E isso é um problema, pois não tenho para onde correr. Na balada estão as fáceis, as vadias, as interesseiras. E tanto não quero como abomino.
Na igreja estão as "certinhas" (aham...: "crente do cu quente"), mas também não é minha praia.
Acabo na internet, onde tem de tudo. Mas é um tiro no escuro.
Aliás, aqui me desanima imensamente pois esses sites ditos "de namoro", mais parecem catálogos. Parece que as pessoas - e principalmente as mulheres - não se dão valor. Estão em um catálogo, estão em promoção. Com suas fotos decotadas.
E leva quem for mais gatão, tiver mais grana ou melhor lábia.
Ou então todos levam: elas marcam um encontro por dia - e por quê não? Isso as que têm 120kg. Imaginem as "gatas".
É a tecnologia a serviço da promiscuidade.
Sou contra demagogia e hipocrisia: como "cotas", "dia das mulheres", "dia da consciência negra", "marcha das vadias", "orgulho negro", "orgulho LGBT", etc. Retrato de um governo esquerdista e uma sociedade alienada e adepta do "politicamente correto" - seja lá o que isso for.
Mas também não sou direitista. Sou apolítico. Mas como "quem não gosta de política é dominado por quem gosta", então, procuro acompanhar um pouco. Mas acho imbecil todo e qualquer extremismo.
Sou um tanto misógino. Fico com pé atrás com movimentos como o feminismo. Dizem que quem gosta de homem é viado. Mulher gosta é de dinheiro.
Quem gostar de mim vai ter de ser do jeito como sou.
Não tenho carro. Me visto do meu jeito. Com "regatas" com as mangas recortadas por mim mesmo. Bermudas cerzidas por costureira. Gasto meu dinheiro comigo. Não quero ter filhos. Não quero casar. No máximo morar junto. Nada de festinha milionária. Sem contratos sociais. Sem agradar família ou sociedade. Não há papel no mundo que ateste o amor. Casamento é instituição falida e hipócrita.
Não tenho nenhuma fé em divindade e muita pouca fé na humanidade. Sou pessimista, mas ainda assim procuro alguém que se destaque e que pense como eu.
Apesar de tudo, uma parte do meu ser (bobo) ainda acredita nessa "besteira" que muitos chamam "amor", mas que ninguém sabe direito o que é.
Toda opinião pode mudar. Espero sinceramente que alguém apareça e - não me prove que estou equivocado, mas - me mostre o "bright side of life": que a humanidade não está tão perdida assim.
Ou se está, que em toda regra existe uma exceção. E que me dê açúcar para parecer menos amargo.
Se pensa como eu, apareça. Pois ela é bem mais do que uma em um milhão.
absorto acomodado adultescente agnóstico alienado alternativo amável amigo angustiado anormal ansioso antiquado antissocial apegado apolítico apóstata ateísta atônito atrapalhado audiófilo auto depreciativo autossuficiente autêntico autodidata avoado baixo barbado biker bibliófilo bon vivant cabreiro calado calmo cantor caoísta carente carinhoso casual cauteloso celetista cético ciclista comedido complexado complexo compulsivo concursado conformado conservador constrangido contemplativo contemporâneo contraventor creep criativo criterioso crítico cult culto dependente desajuizado desambicioso desanimado desapegado desarticulado descentrado descompromissado desconcentrado desconfiado desconfortável descrente desfocado desiludido desincentivado desinteressado desinteressante desligado desolado desorientado despreparado desvirtuado devagar diferente difícil discordiado dramático dúbio ébrio eclético educado egoísta emotivo encalhado encanado encucado enraizado enrolado epicurista errante errôneo escalafobético escritor esquecido estranho evolucionista exagerado excêntrico excluído exclusivista existencialista ex-fumante experimental fechado feio fiasquento filósofo fofo fofoqueiro formado freak frio fundamentalista-científico geek gentil graduado grisalho guitarrista herege honesto humanista humorado idealista imparcial improcedente incerto inchado inclassificável incompreendido incomum inconstante inconvencional indeciso individualista inerte inexpressivo influenciável informal ingênuo ininteragível inofensivo insano inseguro insone instrumentista inteligente intimidável intimista intrigado introspectivo introvertido invejoso irônico irresponsável isolado largado leal leitor lento leonino lesado letrado libertário literato lógico loser louco maldito marcão marginal materialista mediano medroso megalomaníaco meigo metódico metamórfico micreiro minimalista misantropo misógino moleque monogâmico moralista morgado multiétnico músico natural nerd niilista nostálgico notívago obcecado obsessivo omisso ortógrafo outsider ouvinte pacífico parado paranaense pateta pedante pedestalta pensador perdido pessimista peter-pan piadista-escatológico platônico poeta poliglota politicamente-incorreto polêmico pós-adolescente pós-graduado possessivo postergador prático precipitado preconceituoso preguiçoso presunçoso problemático procrastinador programador pudico quadrado quieto racional racionalista radical reacionário realista rebelde relapso relativista renegado repetitivo reprimido reservado respeitoso reticente retrógrado revoltado romântico sádico sarcástico seco sem atitude sem direção sem expediente sem fé sem noção sem sal sem tato sem timing sensível sentimental simpático sincero solitário solteiro sonhador sossegado soturno sozinho subversivo superior surtado tatuado tecnólogo temperamental tenso trágico transgressor trapalhão traumatizado tímido transtornado travado único urbano utopista vanguardista verdadeiro viajão vida-torta violonista weirdo
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
How I Met Your Mother x Wonder Years
Estou começando a assistir How I Met Your Mother.
Relações pedestálticas, relacionamentos não correspondidos...
Não sei se posso aguentar isso novamente depois de minha pré-adolescência ter sido estuprada por Kevin e Winnie de Wonder Years (Anos Incríveis).
Oito anos de série de uma, para o cara se apaixonar pela cunhada.
Outros oito anos de série de o outra para o pai do cara morrer e ele nunca ficar com a ninfeta.
The horror!!
Relações pedestálticas, relacionamentos não correspondidos...
Não sei se posso aguentar isso novamente depois de minha pré-adolescência ter sido estuprada por Kevin e Winnie de Wonder Years (Anos Incríveis).
Oito anos de série de uma, para o cara se apaixonar pela cunhada.
Outros oito anos de série de o outra para o pai do cara morrer e ele nunca ficar com a ninfeta.
The horror!!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Filmes nacionais 2013
Nesta última seara de filmes nacionais sofremos uma enxurrada de filmes ruins com atores e comediantes ditos globais que mais irritam do que divertem e que não valem a pena serem comentados. Uma excesção à essa regra e uma excelente atuação é a de Paulo Gustavo em Minha Mãe é Uma Peça. Porém o roteiro deixou muito a desejar. O que salva é a personagem, mas a adaptação do teatro ficou fraquíssima.
Serra Pelada foi um dos melhores, sem dúvida. Retratou muito bem uma época bem peculiar do nosso país e o enredo com suas reviravoltas foi muito interessante.
Tivemos belos documentários como O Renascimento do Parto e
Jorge Mautner - O Filho do Holocausto, os quais gostei muito.
Mas os que mais me impressionaram foram:
Quando Eu Era Vivo, no qual notei o universo de Lourenço Mutarelli antes mesmo de saber que o texto era dele. Excelente!
E o filme que mais me marcou nessa seara foi Elena, que trata do suicídio de uma jovem nos anos 1990. Documentário feito por sua irmã mais nova, baseado em imagens antigas da família em VHS. Extremamente tocante.
Esses dois, e principalmente este último, para mim, foram os melhores dessa seara 2013/2014.
Serra Pelada foi um dos melhores, sem dúvida. Retratou muito bem uma época bem peculiar do nosso país e o enredo com suas reviravoltas foi muito interessante.
Tivemos belos documentários como O Renascimento do Parto e
Jorge Mautner - O Filho do Holocausto, os quais gostei muito.
Mas os que mais me impressionaram foram:
Quando Eu Era Vivo, no qual notei o universo de Lourenço Mutarelli antes mesmo de saber que o texto era dele. Excelente!
E o filme que mais me marcou nessa seara foi Elena, que trata do suicídio de uma jovem nos anos 1990. Documentário feito por sua irmã mais nova, baseado em imagens antigas da família em VHS. Extremamente tocante.
Esses dois, e principalmente este último, para mim, foram os melhores dessa seara 2013/2014.
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