sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Clavícula quebrada.
2 horas e meia de sono... Isso não tá certo.
Por conta do sono polifásico das férias também, provavelmente.
Acordo de madrugada com a cabeça a mil.
Apesar dos calmantes e remédios para a dor.
Achei que fosse efeito do álcool, mas abstêmio tá assim também.
É minha alma querendo gritar, pra variar.
Só penso que estou colhendo tudo que plantei.
Clavícula quebrada.
Por conta do sono polifásico das férias também, provavelmente.
Acordo de madrugada com a cabeça a mil.
Apesar dos calmantes e remédios para a dor.
Achei que fosse efeito do álcool, mas abstêmio tá assim também.
É minha alma querendo gritar, pra variar.
Só penso que estou colhendo tudo que plantei.
Clavícula quebrada.
domingo, 23 de janeiro de 2011
A Praia
Não posso mais ouvir Because. Porque é do fim do American Beauty (Beleza Americana).
Meu relógio biológico tá certo agora. Acordei sete e vinte num domingo. Horário de proletário do caralho. Pra compensar, abri meu último cabernet.
Sonho recorrente com a Praia. Que hoje em dia deve estar um lixo. Já era poluída na minha época, e o mar subiu... Mas são as lembranças boas que ficaram. Principalmente da minha primeira paixão platônica. Eu era criança e chorava... Daí minha mãe perguntava: é por causa de A? Eu: "não". É por causa de B? Eu: "não". É por causa que a L____ foi embora? Eu: "não". Mas era... Minha primeira depressão.
E sempre foi, por anos. Montavam naquela caminhonete e iam.
Todos os sobrados eram iguais. De igual tamanho. Mas o deles, foi montado uma fortaleza. O que acho que não adiantou muito, porque pelo final dos anos 90, teve uma onda de assalto e invasões - já que cada sobrado era inutilmente ligado um ao outro pelos fundos, ´por muretinhas insignificantes.
Depois fiquei sabendo pelo irmão dela (o cara mais bombado e ainda assim, mais gente fina que conheci - pois bombados normalmente são FDPs) que ela foi parar no interior. E não tinha Orkut por causa do dito-cujo felizardo.
Onde quer que esteja. Nunca vai ler isso. Mas se ler, saiba que foi meu primeiro amor. Minha primeira platônica.
E depois, no Bom Jesus, eu vi, ou me disseram... Andava de mãos dadas com um polacão. Isso numa época que nem era permitido andar de mãos dadas em colégio franciscano.
Anyway, não era pro meu bico mesmo...
Última lembrança que eu tenho é tomando um torrão, do lado dela, em idos de 1996. Até puxei o calção pra tomar um sol nas coxas. Depois era só hidratante e grampo de roupa, de tão embasbacado.
96. 97... Quando comecei a ir pra praia sozinho.
Mas acontece que me assombra até hoje. Sempre tive sonhos recorrentes com a Praia e com o Edifício Acapulco. Mas lembro de duas últimas noites em que me tem assombrado a Praia de um jeito muito realista.
Sempre sonhei que eu ainda tinha a chave da casa antiga, num chaveiro do Homer, que realmente existia. E entrava lá escondido, num golpe de mestre. Mas sempre acabava que os atuais donos da casa chegavam.
Até hoje penso que o espírito de minha tia-bisavó (a primeira mulher que vi nua) ainda mora lá.
Mas desta vez.... No sonho vívido e recorrente (posso chamá-lo recorrente por ser a segunda vez que acontece) - eu estou lá, na Praia - e eu mesmo invadia as casas.
Foi até difícil no começo - devido a meu medo de altura - mas entrei na casa dos Oliveira (logo depois da minha, logo depois da dos paraguaios, aí vinha a deles).
E acabei por deixar a porta aberta. O que rendeu um pedido de desculpas pra minha primeira platônica. Ela com o namorado... Devolvi a chave e me escusei falando que tinha que trocar o calção. Isso tudo em sonho...
Eu tenho pena de mim hoje. Eu tenho pena de mim ontem. Moleque gordinho (o que ainda sou), introspectivo e tímido (o que ainda sou), que demorou ANOS ("temporadas") pra falar com a menina e pra não dar em nada. Basicamente nada. Nem uma amizade concreta.
A única menina da rua.
E tem me assombrado em meus sonhos ultimamente.
Queria reencontrá-la. Pelo menos lavar essa roupa suja que nunca existiu...
Ou não.
Fantasmas, fantasmas, fantasmas na minha mente... Nos meus sonhos. E justo na última noite (dos justos).
(...)Tinha o Julio que roubava fita de Super Nintendo do Marçal.. Tinha o Victor Hugo da outra rua. Tinha umas ruivinhas com quem eu nunca conversei... E tinha também uma menina que aparentava bem menos a idade que tinha e que gostava de punk rock. Tinha uma babá que sempre ligava no meu aniversário.E tinha também a dona Dirlei. Com a cadelinha Xuxa. E o Barbosa, marido alcoólatra que ela trancava no banheiro quando dava problema. Ela vendia "crépe de quêjo".
Mas ainda assim:"I wanna be big. I gonna buy this town."
Paraná, Brasil, América do Sul.
Meu relógio biológico tá certo agora. Acordei sete e vinte num domingo. Horário de proletário do caralho. Pra compensar, abri meu último cabernet.
Sonho recorrente com a Praia. Que hoje em dia deve estar um lixo. Já era poluída na minha época, e o mar subiu... Mas são as lembranças boas que ficaram. Principalmente da minha primeira paixão platônica. Eu era criança e chorava... Daí minha mãe perguntava: é por causa de A? Eu: "não". É por causa de B? Eu: "não". É por causa que a L____ foi embora? Eu: "não". Mas era... Minha primeira depressão.
E sempre foi, por anos. Montavam naquela caminhonete e iam.
Todos os sobrados eram iguais. De igual tamanho. Mas o deles, foi montado uma fortaleza. O que acho que não adiantou muito, porque pelo final dos anos 90, teve uma onda de assalto e invasões - já que cada sobrado era inutilmente ligado um ao outro pelos fundos, ´por muretinhas insignificantes.
Depois fiquei sabendo pelo irmão dela (o cara mais bombado e ainda assim, mais gente fina que conheci - pois bombados normalmente são FDPs) que ela foi parar no interior. E não tinha Orkut por causa do dito-cujo felizardo.
Onde quer que esteja. Nunca vai ler isso. Mas se ler, saiba que foi meu primeiro amor. Minha primeira platônica.
E depois, no Bom Jesus, eu vi, ou me disseram... Andava de mãos dadas com um polacão. Isso numa época que nem era permitido andar de mãos dadas em colégio franciscano.
Anyway, não era pro meu bico mesmo...
Última lembrança que eu tenho é tomando um torrão, do lado dela, em idos de 1996. Até puxei o calção pra tomar um sol nas coxas. Depois era só hidratante e grampo de roupa, de tão embasbacado.
96. 97... Quando comecei a ir pra praia sozinho.
Mas acontece que me assombra até hoje. Sempre tive sonhos recorrentes com a Praia e com o Edifício Acapulco. Mas lembro de duas últimas noites em que me tem assombrado a Praia de um jeito muito realista.
Sempre sonhei que eu ainda tinha a chave da casa antiga, num chaveiro do Homer, que realmente existia. E entrava lá escondido, num golpe de mestre. Mas sempre acabava que os atuais donos da casa chegavam.
Até hoje penso que o espírito de minha tia-bisavó (a primeira mulher que vi nua) ainda mora lá.
Mas desta vez.... No sonho vívido e recorrente (posso chamá-lo recorrente por ser a segunda vez que acontece) - eu estou lá, na Praia - e eu mesmo invadia as casas.
Foi até difícil no começo - devido a meu medo de altura - mas entrei na casa dos Oliveira (logo depois da minha, logo depois da dos paraguaios, aí vinha a deles).
E acabei por deixar a porta aberta. O que rendeu um pedido de desculpas pra minha primeira platônica. Ela com o namorado... Devolvi a chave e me escusei falando que tinha que trocar o calção. Isso tudo em sonho...
Eu tenho pena de mim hoje. Eu tenho pena de mim ontem. Moleque gordinho (o que ainda sou), introspectivo e tímido (o que ainda sou), que demorou ANOS ("temporadas") pra falar com a menina e pra não dar em nada. Basicamente nada. Nem uma amizade concreta.
A única menina da rua.
E tem me assombrado em meus sonhos ultimamente.
Queria reencontrá-la. Pelo menos lavar essa roupa suja que nunca existiu...
Ou não.
Fantasmas, fantasmas, fantasmas na minha mente... Nos meus sonhos. E justo na última noite (dos justos).
(...)Tinha o Julio que roubava fita de Super Nintendo do Marçal.. Tinha o Victor Hugo da outra rua. Tinha umas ruivinhas com quem eu nunca conversei... E tinha também uma menina que aparentava bem menos a idade que tinha e que gostava de punk rock. Tinha uma babá que sempre ligava no meu aniversário.E tinha também a dona Dirlei. Com a cadelinha Xuxa. E o Barbosa, marido alcoólatra que ela trancava no banheiro quando dava problema. Ela vendia "crépe de quêjo".
Mas ainda assim:"I wanna be big. I gonna buy this town."
Paraná, Brasil, América do Sul.
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
19/01/2011
...Daí a guria (mulher) vivia tendo abortos expontâneos ("instantâneos", como diria amigo meu). Também! Enchendo o rabo de cocaína e álcool. Imagino que quase todos os dias. Vagabunda. Agora parece que vingou: ou pior, ou a natureza tá preparando um tortinho pra vir por aí...
Cansei de ouvir vida sexual de vagabas por aí. Seja no shopping ou ônibus. Velhos tempos quando o que era escondido - era escondido.
Menina, "morena", se já alisa o cabelo assim, virão milhares à tua procura. Ainda que seja proibida - e ainda assim - descarada.
Muitas vezes as mulheres olham para baixo - para conferir - as bolinhas estão ainda lá?
A saia.. A saia.. A saia. Traz consigo um mulhão de pensamentos. Não expõe quase nada - e ainda assim - faz imaginar loucuras.
Agora, calva e de vestido, não vira.
Agora percebi: tem alguém mais louco do que eu neste local. Hora de dar "uma banda".
"São as Águas de Março fechando o verão...". Foram as águas de janeiro de 2011 que levaram a quasa na qual tom Jobim compôs.
E já ouvi IDIOTAS falando que a música (e a casa) são/eram de Vinícius de Moraes. Valha-me.
Já ouvi "reports" de gente que APANHOU na Universal. Gente "do bem".
Eu frequentei por duas vezes - mas o daime.
Fugi do meu futuro. Eu. Medo. Me congratuou por beber mais do que ele. E tem o dobro da minha idade. "Carcule".
Don't want to be out of my senses at 30's, 40's, 50's, 60's, 70's, 80's, 90's. Nevah!
Conheci my future self. Me deu medo.
Todas interessantes são casadas ou namoradas.
I never can say goodbye.
Não quero dinheiro. Como Emerson Nogueira Live.
O dobro de 29 é 58. Esse é o número que tenho medo.
O Emerson Nogueira é um marionete. Thank God for the Lines.
"Eh, mondo difficile - Eh vitta intensa - feliccità a momenti - e futuro incerto. Eh nostra píccola vitta - eh nostro grande cuore - vitta mia!".
Cansei de ouvir vida sexual de vagabas por aí. Seja no shopping ou ônibus. Velhos tempos quando o que era escondido - era escondido.
Menina, "morena", se já alisa o cabelo assim, virão milhares à tua procura. Ainda que seja proibida - e ainda assim - descarada.
Muitas vezes as mulheres olham para baixo - para conferir - as bolinhas estão ainda lá?
A saia.. A saia.. A saia. Traz consigo um mulhão de pensamentos. Não expõe quase nada - e ainda assim - faz imaginar loucuras.
Agora, calva e de vestido, não vira.
Agora percebi: tem alguém mais louco do que eu neste local. Hora de dar "uma banda".
"São as Águas de Março fechando o verão...". Foram as águas de janeiro de 2011 que levaram a quasa na qual tom Jobim compôs.
E já ouvi IDIOTAS falando que a música (e a casa) são/eram de Vinícius de Moraes. Valha-me.
Já ouvi "reports" de gente que APANHOU na Universal. Gente "do bem".
Eu frequentei por duas vezes - mas o daime.
Fugi do meu futuro. Eu. Medo. Me congratuou por beber mais do que ele. E tem o dobro da minha idade. "Carcule".
Don't want to be out of my senses at 30's, 40's, 50's, 60's, 70's, 80's, 90's. Nevah!
Conheci my future self. Me deu medo.
Todas interessantes são casadas ou namoradas.
I never can say goodbye.
Não quero dinheiro. Como Emerson Nogueira Live.
O dobro de 29 é 58. Esse é o número que tenho medo.
O Emerson Nogueira é um marionete. Thank God for the Lines.
"Eh, mondo difficile - Eh vitta intensa - feliccità a momenti - e futuro incerto. Eh nostra píccola vitta - eh nostro grande cuore - vitta mia!".
14/01/2011
(...) E então, ao passar, soltou um sorriso de satisfação ao perceber que fôra notada. Nunca é demais uma massagem no ego.
Tem vezes em que me orgulho de ser sozinho do que ter que passar por certas coisas.
Têm figuras bizarras que acho que nem numa ilha deserta...
Nunca peguei uma magra. ou melhor, nunca peguei uma que não fosse gorda. Talvez por isso as consecutivas broxadas. Talvez não.
Todo mundo é ou já foi corno ou broxa. Talvez os dois. Mas não assume. Fica o tabu.
Tem gente que quer e gosta de viver a vida dos outros.
Vai embora essa puta velha.
"Dona" Juliana, cujo marido - dizem - morreu por causa de uma lombada. Bateu a cabeça no teto do carro. Morte estúpida.
Uma média de meio livro por dia. Está bom. Bom proveito de férias. Lendo em uma semana o que o brasileiro comum lê no ano. Isso numa estimativa otimista.
Cheguei finalmente ao Bandini "- Che sara, sara - que será, será".
Psicografia de mim mesmo.
Como a Pitty. Como o Lobão.
Hoje me perguntaram sobre a beleza da F_. Fugi à pergunta. Fato é que els está no meu TOP 3. Cada uma em sua categoria. Ela é a casável. Infelizmente, com namorado - e eu (ingenuamente) respeito essas coisas. Uma espécie de Maria Lúcia. Queria tirar você desse lugar.
Meu amigo até elogiou o sol, mas foi pra casa se enfurnar em frente à TV.
Na loucura do dia-a-dia, as pessoas falam sozinhas e nem percebem. Bom, falassem comigo então. Sempre tenho o ímpeto de falar isso. Mas não o faço por pura timidez ou por não quebrar este diálogo quea a pessoa traça com si.
Lembrei de uma possível primeira contravenção. A primeira foi estranhando quando minha avó materna me tratou por "filho". Ela disse que eu havia autorizado. Ela não teve nennhum filho. Somente minha mãe. Se pudesse voltar, seria o filho da minha avó. Derrotada por um câncer pulmonar aos 66.
Jovem. Linda. Levado por este pensamento fui neto do tio dela. O neto que meu tio-bisavô - o irmão caçula de minha bisavó - nunca teve. Pensando nisso, fui mais presente em suas vidas como eles foram os substitutos mais presentes em minha vida do que meus verdadeiros entes foram.
Mas antes de toda essa divagação, queria ter falado sobre a contravenção.
Havia uma professora chamada Rosana - de cabelos tingidos a loiro e maquiagem carregada - que tinha que dar um recado depois do sinal. Eu, como pegava o ônibus da escola, falei que não poderia esperar e parti. No dia seguinte, na diretoria, soube que gritaram meu nome em coro durante certo tempo, o que fez a professora desabar em choro devido à sua falta de moral e de rédeas perante a turma. A diretora perguntou "você deve ter se achado o máximo, não?". Mas eu - sério mesmo - não estava nem lá para ouvir.
Mil desculpas - tardiamente (20 anos depois) - à prof. Rosana, de Artes. Realmente não quis humilhá-la. Estava com medo de perder o ônibus escolar.
"I never mean to make you cry", como diz Lennon. Minhas escusas.
Aulas de artes são ótimas. Queria participar de alguma, agora com 30 anos.
Vestido é uma coisa de louco. Valoriza. É o tal do "bonito sem ser vulgar".
Outra professora que me marcou foi a Sara. Jornalista e professora. Da Globo para a Cultura ou algo assim. Um amigo trabalhou para ela e disse que foi uma carrasca. Eu não sou jornalista. E minha memórias são das melhores. Eu lembro que ainda quando criança, o colégio Expoente fez uma filha-da-putice tremenda com essa moça. Que a diretora Samyra arda nos infernos.
Dar cantada por tabela pra mim pelo patrão dela não vale.
O pau é meu, o mijo é meu. "Perdido en el siglo. Siglo vente. Já é vinte e uno, papá!".
O mesmo preço do "sub" é o de uma salada. Um faz relativamente "bem", o outro "mal". Mas comida não faz a cabeça, já dizia - minha tia que nasceu morta.
Negra suja. Branquinha limpa. Não tão limpa porque não aprendeu a se lavar ainda, a novinha.
Não suporto que manquem na minha frente.
Querem tachar Lobato de racista. Era, sim. E daí? E a palavra correta é etnista. Porque raça é uma só: a humana. E daí? No tempo dele era normal. Agora, querem abolir toda uma obra de um cara que claramente só queria o melhor para o Brasil. Tenham dó...
Dia desses sonhei com Ligia. Minh primeira platônica. Estava tão clara sua feição que nem consigo lembrar, desperto.
Fin-fon-fun. Sinto a presença de ninfetas, como o Gigante do Pé de Feijão.
Finalmente olhou nos meus olhos. Menina das jóias. Casada. Uma jóia de menina.
Assim como os bons morrem jovens (ou morrem antes), as mulheres esão ou são namoradas ou casadas.
Sabe contenção de despesas? Sabe o botãozinho do "foda-se"? Pois então. Vai. Bebe. Come. Como se não houvesse amanhã.
Casar "de branco". Toda mulher tem. Como extirpar?
O abraço é foda. Muito mais íntimo que um beijo, um aperto de mãos. O Viking é um cara que nção me incomoda - pelo contrário - em adotar tal comportamento.
Assim, uma química hétero que é etérea. D'you know what I mean?
"Crédito" é uma parada FODA. É uma coisa entre Deus e o Diabo, numa prosa moralmente sem fim. Te faz bem e te faz mal.
Tenho um grande amigo que sustenta a idéia de que a grande mulher deveria ser "trabalhadeira".
Eu mesmo porto carteirinha ideológica.
A terra há de comer (já que eu não comi).
Tem vezes em que me orgulho de ser sozinho do que ter que passar por certas coisas.
Têm figuras bizarras que acho que nem numa ilha deserta...
Nunca peguei uma magra. ou melhor, nunca peguei uma que não fosse gorda. Talvez por isso as consecutivas broxadas. Talvez não.
Todo mundo é ou já foi corno ou broxa. Talvez os dois. Mas não assume. Fica o tabu.
Tem gente que quer e gosta de viver a vida dos outros.
Vai embora essa puta velha.
"Dona" Juliana, cujo marido - dizem - morreu por causa de uma lombada. Bateu a cabeça no teto do carro. Morte estúpida.
Uma média de meio livro por dia. Está bom. Bom proveito de férias. Lendo em uma semana o que o brasileiro comum lê no ano. Isso numa estimativa otimista.
Cheguei finalmente ao Bandini "- Che sara, sara - que será, será".
Psicografia de mim mesmo.
Como a Pitty. Como o Lobão.
Hoje me perguntaram sobre a beleza da F_. Fugi à pergunta. Fato é que els está no meu TOP 3. Cada uma em sua categoria. Ela é a casável. Infelizmente, com namorado - e eu (ingenuamente) respeito essas coisas. Uma espécie de Maria Lúcia. Queria tirar você desse lugar.
Meu amigo até elogiou o sol, mas foi pra casa se enfurnar em frente à TV.
Na loucura do dia-a-dia, as pessoas falam sozinhas e nem percebem. Bom, falassem comigo então. Sempre tenho o ímpeto de falar isso. Mas não o faço por pura timidez ou por não quebrar este diálogo quea a pessoa traça com si.
Lembrei de uma possível primeira contravenção. A primeira foi estranhando quando minha avó materna me tratou por "filho". Ela disse que eu havia autorizado. Ela não teve nennhum filho. Somente minha mãe. Se pudesse voltar, seria o filho da minha avó. Derrotada por um câncer pulmonar aos 66.
Jovem. Linda. Levado por este pensamento fui neto do tio dela. O neto que meu tio-bisavô - o irmão caçula de minha bisavó - nunca teve. Pensando nisso, fui mais presente em suas vidas como eles foram os substitutos mais presentes em minha vida do que meus verdadeiros entes foram.
Mas antes de toda essa divagação, queria ter falado sobre a contravenção.
Havia uma professora chamada Rosana - de cabelos tingidos a loiro e maquiagem carregada - que tinha que dar um recado depois do sinal. Eu, como pegava o ônibus da escola, falei que não poderia esperar e parti. No dia seguinte, na diretoria, soube que gritaram meu nome em coro durante certo tempo, o que fez a professora desabar em choro devido à sua falta de moral e de rédeas perante a turma. A diretora perguntou "você deve ter se achado o máximo, não?". Mas eu - sério mesmo - não estava nem lá para ouvir.
Mil desculpas - tardiamente (20 anos depois) - à prof. Rosana, de Artes. Realmente não quis humilhá-la. Estava com medo de perder o ônibus escolar.
"I never mean to make you cry", como diz Lennon. Minhas escusas.
Aulas de artes são ótimas. Queria participar de alguma, agora com 30 anos.
Vestido é uma coisa de louco. Valoriza. É o tal do "bonito sem ser vulgar".
Outra professora que me marcou foi a Sara. Jornalista e professora. Da Globo para a Cultura ou algo assim. Um amigo trabalhou para ela e disse que foi uma carrasca. Eu não sou jornalista. E minha memórias são das melhores. Eu lembro que ainda quando criança, o colégio Expoente fez uma filha-da-putice tremenda com essa moça. Que a diretora Samyra arda nos infernos.
Dar cantada por tabela pra mim pelo patrão dela não vale.
O pau é meu, o mijo é meu. "Perdido en el siglo. Siglo vente. Já é vinte e uno, papá!".
O mesmo preço do "sub" é o de uma salada. Um faz relativamente "bem", o outro "mal". Mas comida não faz a cabeça, já dizia - minha tia que nasceu morta.
Negra suja. Branquinha limpa. Não tão limpa porque não aprendeu a se lavar ainda, a novinha.
Não suporto que manquem na minha frente.
Querem tachar Lobato de racista. Era, sim. E daí? E a palavra correta é etnista. Porque raça é uma só: a humana. E daí? No tempo dele era normal. Agora, querem abolir toda uma obra de um cara que claramente só queria o melhor para o Brasil. Tenham dó...
Dia desses sonhei com Ligia. Minh primeira platônica. Estava tão clara sua feição que nem consigo lembrar, desperto.
Fin-fon-fun. Sinto a presença de ninfetas, como o Gigante do Pé de Feijão.
Finalmente olhou nos meus olhos. Menina das jóias. Casada. Uma jóia de menina.
Assim como os bons morrem jovens (ou morrem antes), as mulheres esão ou são namoradas ou casadas.
Sabe contenção de despesas? Sabe o botãozinho do "foda-se"? Pois então. Vai. Bebe. Come. Como se não houvesse amanhã.
Casar "de branco". Toda mulher tem. Como extirpar?
O abraço é foda. Muito mais íntimo que um beijo, um aperto de mãos. O Viking é um cara que nção me incomoda - pelo contrário - em adotar tal comportamento.
Assim, uma química hétero que é etérea. D'you know what I mean?
"Crédito" é uma parada FODA. É uma coisa entre Deus e o Diabo, numa prosa moralmente sem fim. Te faz bem e te faz mal.
Tenho um grande amigo que sustenta a idéia de que a grande mulher deveria ser "trabalhadeira".
Eu mesmo porto carteirinha ideológica.
A terra há de comer (já que eu não comi).
13/01/2011
Sonhei que minha mãe tinha passado em um concurso e tínhamos que pegar uma estrada escura e molhada onde poderíamos morrer, ou abdicar.
Acordei antes de morrer. Minha mãe é aposentada. Graças. É o meu sonho. Só que eu vou ser velho. Merde.
Último livro que li narrava a vida de João de Santo Cristo. Um lixo. Um cabaço que nunca fumou um baseado narrando a vida de um traficante. Deve ter ganhado dinheiro. Gênio e bobo na mesma persona.
Agora, "Como Tornar-se Um Doente Mental" é muito bom.
A mulher da bunda que balança está aqui. Sempre que posso, sigo-a. Sempre vestidão e aquela gelatina gigante e maravilhos. Aquelas pequenas tremidinhas. Mini-terremotos, como placas tectônicas se movendo. Como a barriga do Homer, mas menos grotesco.
Continua o encontro de escoteiros. Velhos vestidos como crianças. Pedofilia é o mínimo - isso aí é Síndrome de Peter Pan misturado com falta de senso de redículo. Isso falando por baixo. Tem muita coisa entre o céu e a terra que define esses babacas. Eu páro por aqui.
Mutile-se sempre que puder. Arranque cisos (os quatro), arranque o apêndice, dê um nó nas trompa, no estrombo. Ampute parte do seu palato, as amígdalas e aquele "sininho" que fica no céu da boca.
Sabia que tem gente que "ainda" nasce com RABO (cauda)? Ampute-o.
Ponto para Darwin versus seu deus. Match point.
Quem olha só pra superfície não me interessa.
Não suporto ver essas pessoas tentando caminhar como robôs que não conseguem andar.
O bom do paralítico é que tem cadeira cativa, não sofre com superlotação.
Eu gosto é de sentar no "gargarejo".
Os Ventures fazem apologia no meu ouvido: "tAquila!".
Hoje em dia ninguém bate em ninguém por dar um "look" nas petcholas da cônjuge.
Bocas negras sugando ainda me excitam. Sorvete ou pau, a lambança é a mesma. Chamamos BBW.
Sou capaz de lamber cu por estas preteens de aparelho.
Sinto que ninguém irá passar - ao menos por hoje - aquela peludinha, com braços nervosamente cobertos de penugem negra, me levou à hipertensão.
Putinha: mirim. Ainda não conhece a conotação.
Mija na minha boca, sua puta gorda!
Acordei antes de morrer. Minha mãe é aposentada. Graças. É o meu sonho. Só que eu vou ser velho. Merde.
Último livro que li narrava a vida de João de Santo Cristo. Um lixo. Um cabaço que nunca fumou um baseado narrando a vida de um traficante. Deve ter ganhado dinheiro. Gênio e bobo na mesma persona.
Agora, "Como Tornar-se Um Doente Mental" é muito bom.
A mulher da bunda que balança está aqui. Sempre que posso, sigo-a. Sempre vestidão e aquela gelatina gigante e maravilhos. Aquelas pequenas tremidinhas. Mini-terremotos, como placas tectônicas se movendo. Como a barriga do Homer, mas menos grotesco.
Continua o encontro de escoteiros. Velhos vestidos como crianças. Pedofilia é o mínimo - isso aí é Síndrome de Peter Pan misturado com falta de senso de redículo. Isso falando por baixo. Tem muita coisa entre o céu e a terra que define esses babacas. Eu páro por aqui.
Mutile-se sempre que puder. Arranque cisos (os quatro), arranque o apêndice, dê um nó nas trompa, no estrombo. Ampute parte do seu palato, as amígdalas e aquele "sininho" que fica no céu da boca.
Sabia que tem gente que "ainda" nasce com RABO (cauda)? Ampute-o.
Ponto para Darwin versus seu deus. Match point.
Quem olha só pra superfície não me interessa.
Não suporto ver essas pessoas tentando caminhar como robôs que não conseguem andar.
O bom do paralítico é que tem cadeira cativa, não sofre com superlotação.
Eu gosto é de sentar no "gargarejo".
Os Ventures fazem apologia no meu ouvido: "tAquila!".
Hoje em dia ninguém bate em ninguém por dar um "look" nas petcholas da cônjuge.
Bocas negras sugando ainda me excitam. Sorvete ou pau, a lambança é a mesma. Chamamos BBW.
Sou capaz de lamber cu por estas preteens de aparelho.
Sinto que ninguém irá passar - ao menos por hoje - aquela peludinha, com braços nervosamente cobertos de penugem negra, me levou à hipertensão.
Putinha: mirim. Ainda não conhece a conotação.
Mija na minha boca, sua puta gorda!
10/01/2011
"(...) estas hóstias que você está vendo são o esperma de Cristo transformado em bolinhas. E o vinho, os eclesiásticos dizem que é o sangue. Enganam-nos. Se fosse realmente o sangue, eles beberiam vinho tinto, mas só bebem vinho branco, porque sabem perfeitamente que se trata de urina" - A História do Olho, de Georges Bataille.
Eu vi um anjo, ou melhor, uma anja. Pele clara, cabelos idem, compridos e de vestido. De tão branca, reluzia o branco dos céus.
Ao contrário dos funcionários e funcionárias do Habibs. Parece ser obrigatório as tatuagens de cadeia para trabalhar lá. Deve ser algum tipo de cota para ex-presidiários. From hell.
Salvador é logo ali.
O inferno deve ser assim, como o Habibs, mas sem as promoções.
No mundo tosco, iliterato, iletrado e pobre, eles falam alto, tomam sol na laje, tomam porres de Kaiser com cachaça e enfiam a porrada na família. Esse é o conceito de felicidade, pessoal e intransferível.
Muito estranho ver alguém de terno e mochila nas costas. A ocasião sugere uma maletinha, como meu pai usava sendo fiscal da Receita.
A fila do Subway tá enorme hoje. Tem uma gringarada, pessoal de escoteiro ou escola naval, sei lá. Same shit.
Pessoal, alto, nórdico. Lembro do Caco Antibes. Tem uns chineses, um jamaicano...
Brincam que curitibano acha que vive na Europa. Acho que somos cosmopolitas com um pólo atrativo. Muito estranho ser cosmopolita assim, sem sair de casa. O mundo que veio a mim.
Eu vi um anjo, ou melhor, uma anja. Pele clara, cabelos idem, compridos e de vestido. De tão branca, reluzia o branco dos céus.
Ao contrário dos funcionários e funcionárias do Habibs. Parece ser obrigatório as tatuagens de cadeia para trabalhar lá. Deve ser algum tipo de cota para ex-presidiários. From hell.
Salvador é logo ali.
O inferno deve ser assim, como o Habibs, mas sem as promoções.
No mundo tosco, iliterato, iletrado e pobre, eles falam alto, tomam sol na laje, tomam porres de Kaiser com cachaça e enfiam a porrada na família. Esse é o conceito de felicidade, pessoal e intransferível.
Muito estranho ver alguém de terno e mochila nas costas. A ocasião sugere uma maletinha, como meu pai usava sendo fiscal da Receita.
A fila do Subway tá enorme hoje. Tem uma gringarada, pessoal de escoteiro ou escola naval, sei lá. Same shit.
Pessoal, alto, nórdico. Lembro do Caco Antibes. Tem uns chineses, um jamaicano...
Brincam que curitibano acha que vive na Europa. Acho que somos cosmopolitas com um pólo atrativo. Muito estranho ser cosmopolita assim, sem sair de casa. O mundo que veio a mim.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Sonhos #20110108
- Eu e mais um cara caíamos do céu no meio do mar e cada um tinha uma pranchinha de isopor pra ser levado pelas ondas até a praia.
- Tava num consultório para fazer operação do ronco de novo. O médico era parecido com meu ex-chefe.
- Tava no ap do meu tatuador e tava preparando pra chover pra caramba. Fiquei com sono e dormi no sofá enquanto deixava 2 TVs no mudo e ele tatuava no estúdio dentro de casa. Quando acabou, perguntei se já tinha assistido Além da Imaginação e me teletransportei pra minha cama. Quando voltei, jogamos Ludo.
- Falei com o Alborghetti. Chamei ele de Dalborga. Ele queria informações sobre uma partícula no céu que eu estava conseguindo enxergar através de um canudo. Quando foi minha vez de dar a entrevista pelo telefone, não consegui mais ver aquele ponto. Falei que quando o filho dele tava entrando na ESEEI, eu tava saindo. Ele me tirou pra stalker. Eu falei que ele é muito querido. O Dalborga, não o filho.
- Tava numa balada meio vazia onde só tinha uma ou duas mesas grandes. Pessoas que não se conheciam tinham que sentar juntas. O microfone era aberto. Tinham torradinhas de graça pra comer. Um cara com bigode e barba só na metade da cara começou a falar mal do Acústicos & Valvulados. Ele subiu ao palco e deu uma canja. Fiz amigos, um deles parecia o Radoski, do trabalho. Perguntei se eram do Rio Grande, responderam que eram de Santa Catarina e não eram músicos. O cara parecido com o Radoski segurou o bigodinho de Hitler e cada um deu um soco, menos eu.
Enquanto isso, na Cândido de Abreu, as pessoas se rebelavam. Arrombaram uma caminhonete. Ia ter uma luta armada entre dois grupos. Todos com cassetetes. E a Guarda Municipal no meio. Eu filmei com meu celular do alto de um prédio. Chega o Biofa com uma menina mas não dou bola.
Voltamos para o bar. Chega minha irmã e minha mãe e pedem para eu guardar as bolsas no guarda-volumes. Percebo que no meu, escondi embalagens de carne de mercado, mas com carne humana. Eu havia matado alguém. Pensei em me entregar, mas vi que tinha um terreno baldio ao lado. Só precisava limpar minhas digitais num tanque.
Acordo assustado.
É... Acho que preciso parar de assistir Supernatural antes de dormir...
- Tava num consultório para fazer operação do ronco de novo. O médico era parecido com meu ex-chefe.
- Tava no ap do meu tatuador e tava preparando pra chover pra caramba. Fiquei com sono e dormi no sofá enquanto deixava 2 TVs no mudo e ele tatuava no estúdio dentro de casa. Quando acabou, perguntei se já tinha assistido Além da Imaginação e me teletransportei pra minha cama. Quando voltei, jogamos Ludo.
- Falei com o Alborghetti. Chamei ele de Dalborga. Ele queria informações sobre uma partícula no céu que eu estava conseguindo enxergar através de um canudo. Quando foi minha vez de dar a entrevista pelo telefone, não consegui mais ver aquele ponto. Falei que quando o filho dele tava entrando na ESEEI, eu tava saindo. Ele me tirou pra stalker. Eu falei que ele é muito querido. O Dalborga, não o filho.
- Tava numa balada meio vazia onde só tinha uma ou duas mesas grandes. Pessoas que não se conheciam tinham que sentar juntas. O microfone era aberto. Tinham torradinhas de graça pra comer. Um cara com bigode e barba só na metade da cara começou a falar mal do Acústicos & Valvulados. Ele subiu ao palco e deu uma canja. Fiz amigos, um deles parecia o Radoski, do trabalho. Perguntei se eram do Rio Grande, responderam que eram de Santa Catarina e não eram músicos. O cara parecido com o Radoski segurou o bigodinho de Hitler e cada um deu um soco, menos eu.
Enquanto isso, na Cândido de Abreu, as pessoas se rebelavam. Arrombaram uma caminhonete. Ia ter uma luta armada entre dois grupos. Todos com cassetetes. E a Guarda Municipal no meio. Eu filmei com meu celular do alto de um prédio. Chega o Biofa com uma menina mas não dou bola.
Voltamos para o bar. Chega minha irmã e minha mãe e pedem para eu guardar as bolsas no guarda-volumes. Percebo que no meu, escondi embalagens de carne de mercado, mas com carne humana. Eu havia matado alguém. Pensei em me entregar, mas vi que tinha um terreno baldio ao lado. Só precisava limpar minhas digitais num tanque.
Acordo assustado.
É... Acho que preciso parar de assistir Supernatural antes de dormir...
07/01/2011
"Não nasci para a insânia do trabalho vazio, castrador e mercenário! Minha vida é a liberdade das noites de poesia e o repouso dos dias em que o mundo se desespera lá fora. A vida é tão melhor como a boa cachaça que nos traz a boa música" - Contraparição, de Geronimo de Macedo Molli.
...A mulher era tão gorda que dava pra fazer sexo com o sovaco dela.
Nunca confie em ninguém que beija de olhos abertos.
Hoje aconteceu meu próprio Dia da Marmota. Um dia simbiótico. Encontrei seis pessoas conhecidas:
1 - Família do Elsio (mãe e dois irmãos): contemos como uma pessoa
2 - Ivone, da GW (2001)
3 - Meu primeiro tatuador (2007)
4 - Glauco, da facul (2002)
5 - Gislaine, também da GW (2001)
6 - Vanessa, a menina da adega Casa Fiesta (2010)
Claro que alguns fiz que não vi, outros dizeram que não me viram, outros realmente não viram e outros conversamos - normal.
Mulherada com as coxas tudo marcadas pelas cadeiras de vime.
Gosto das sobrancelhas grossas. Malditas manias depilatórias. Curto Malu Mader style. Salvem as taturanas!
A falta de segurança e a insegurança fez as crianças brincarem de esconde-esconde no shopping - às 23h de sexta.
"Trinta-e-um-meu!"
Mas daí a menina ir se esconder no banheiro feminino, é falta de lealdade!
Ficar perto do "ponto de pique" se chamava "guardar caixão". Hoje a molecada "guarda caixão" mexendo no celular. WTF?
A Antonieta - minha eterna empregada e espécie de babá - sempre dizia "vamos se pôr" ao invés de "vamos supor". E "homem sexual" ao invés de "homossexual".
"Strange beautiful grass of green,
With your majestic silver seas
Your mysterious mountains I wish to see closer
May I land my kinky machine
Although your world wonders me,
With your majestic and superior cackling hen
Your people I do not understand,
So to you I shall put an end
And you'll
Never hear
Surf music again"
...A mulher era tão gorda que dava pra fazer sexo com o sovaco dela.
Nunca confie em ninguém que beija de olhos abertos.
Hoje aconteceu meu próprio Dia da Marmota. Um dia simbiótico. Encontrei seis pessoas conhecidas:
1 - Família do Elsio (mãe e dois irmãos): contemos como uma pessoa
2 - Ivone, da GW (2001)
3 - Meu primeiro tatuador (2007)
4 - Glauco, da facul (2002)
5 - Gislaine, também da GW (2001)
6 - Vanessa, a menina da adega Casa Fiesta (2010)
Claro que alguns fiz que não vi, outros dizeram que não me viram, outros realmente não viram e outros conversamos - normal.
Mulherada com as coxas tudo marcadas pelas cadeiras de vime.
Gosto das sobrancelhas grossas. Malditas manias depilatórias. Curto Malu Mader style. Salvem as taturanas!
A falta de segurança e a insegurança fez as crianças brincarem de esconde-esconde no shopping - às 23h de sexta.
"Trinta-e-um-meu!"
Mas daí a menina ir se esconder no banheiro feminino, é falta de lealdade!
Ficar perto do "ponto de pique" se chamava "guardar caixão". Hoje a molecada "guarda caixão" mexendo no celular. WTF?
A Antonieta - minha eterna empregada e espécie de babá - sempre dizia "vamos se pôr" ao invés de "vamos supor". E "homem sexual" ao invés de "homossexual".
"Strange beautiful grass of green,
With your majestic silver seas
Your mysterious mountains I wish to see closer
May I land my kinky machine
Although your world wonders me,
With your majestic and superior cackling hen
Your people I do not understand,
So to you I shall put an end
And you'll
Never hear
Surf music again"
Jimi Hendrix
"Third Stone from the Sun"
06/01/2011
Eu ia falar que a situação tá pericletante. Mas é que ela tá FODA mesmo. Bando de FDPs da Receita Federal. País de todos, Terra de Ninguém, País de Merda.
O ir e vir é de todos. Passaram umas travecas aqui pelo caminho. Umas enganam BEM. Outras, parecem grotescas como as do Ronaldo.
O país é de todos: das travecas, do homem, da mulher, dos anões, dos zoófilos. Todo lugar pode-se comer anãs. Mas em alguns lugares do mundo não pode dar pro cavalo (!). O cavalo é o bicho mais MACHO que existe. Mais ALFA. Além de comer as eguinhas, comem também nossas mulheres.
Toda mulher tem fixação por cavalos. Quer dizer, nos vídeos a maioria é "puta-paga-porra!". Mas se: que está no inconsciente coletivo feminino o cavalo como ser másculo. O bicho é foda. A ponta da inveja que eu sinto dos humanos alfa, eu sinto também pelos cavalos.
Já viu uma mulher com a boca cheia de porra? Provavelmente já. E de porra de cavalo? "Bicho", "é o bicho!".
Mas nem por isso os homens gostam da TETA da vaca. Estranho. O negócio tá no MEMBRO mesmo.
Seios grandes significam fartura. A era do silicone acabou com a magia dos peitinhos pequenos. Entrei na discussão com um colega. Ele dizia ser (o silicone) a melhor invenção. Fiquei um pouco sem argumentos. Mas depois, a refletir, faltou arrematar: "Mas os peitinhos pequenos têm o seu valor!".
O que acontece é que gera uma espécie de ciclo vicioso: a mulher do peitinho se sente inferiorizada. Temos que lançar a campanha: "Peitinho sim, silicone não!" ou então "Peitinho tem o seu valor!".
Hoje em dia tá "bonito" ser vulgar. Eu discordo piamente. Existe beleza sem vulgaridade. Com o andar da carruagem, daqui a 100 anos será a "vulgarocracia" ou "vulgariocracia". Mas como os passos - apesar de largos, são lentos - faltou alguém pra julgar.
Depois da "japa loira", tem a "preta loira". Falta alguma coisa? Claro que sim.
Já dizia Chico Science: "uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor". Claro. Beber de barriga vazia "dá pira" mesmo, liberta as idéias. Mas talvez por causa de "uma cerveja antes do almoço" é que ele tenha perdido a vida numa árvore - ou num poste. Sei que o ano era 1996. Eu, moleque de tudo, fui assistir a um show - que já era reprise - e completa e totalmente "dormi de olho aberto". Não dormi, literalmente; me hipnotizei, sei lá - por aquele manguebeat. E o que eu só lembro é que ele dizia "EENTREE NO CLIMA, CURITIIIBAAA!". Com aquele "T mudo", aquele "T" do Recife.
Eu nem vou falar lésbica porque não cabe no meu rap, no meu discurso. Mas digo: SAPATONA pegando GATAS. Isso me deixa desgraçado da minha cabeça. Eis o porquê:
- Sapatonas são gordas - eu também sou
- Sapatonas têm cabelo curto - eu idem
- Sapatonas se comportam como homem - eu espero que "eu também".
Então, o que temos de diferente? O "membro" ela não tem. Eu tneho. O que me deixa sujeito a falhas de desempenho.
Será que a lógica é essa?
- Um membro que não existe NÃO FALHA.
Outra ótica:
- Mulheres "se entendem", sabem onde dá prazer, etc.
Dizem as pesquisas que a maioria dos homens não sabe onde está e nem pra que serve o clitóris. Bom, contra fatos não há argumentos. Mas - sei lá - me considero uns 80% lésbica, pelo menos.
Outro ponto: quando novinhas se sentem mais à vontade pra dar a primeira "lambidinha" - sem compromisso. Enquanto a "primeira transa" é cheia dessa névoa que transpira dor e sangue.
Ninguém lê. Ninguém escreve. Todos entretidos em seus mundinhos - com seus celulares multimídia, wifi, smartphones - enquanto - vida passa à volta.
Eu escrevo pra mim. Afora, se um dia alguém observar - e der valor: ótimo. Se não, paciência...
Estou sendo injusto com aquele UM comment. Que escreveu pra mim há anos. Vou atrás. Meu número um do Tio Patinhas em forma de avatar.
A melhor piada do seriado Supernatural foi quando fizeram referência ao "rei do pop". "Too soon?", "too soon.". Segundo o South Park precisaria uns 10 anos até a piada ser engraçada e não ofensiva. Comentaram nos anos 90 "podemos tirar sarro da AIDS!".
Black is black. White is white. Black is beautiful. White is beautiful!
No Subway, 90% não sabe pedir.
Não gosto de vagabunda. Assim: assumidamente vagabunda. Cabelo PINTADO de loiro, roupa ousadamente curta. Todo mundo nota que é. Aquela "arrasa quarteirão", que "pára o trânsito", etc. "Eu sei que eu sou bonita e gostosa / E sei que você me olha e me quer". Todo mundo conhece. Agora, tem a vadia dissimulada. Necessita olho clínico.
Padrões... Padrões de beleza ou da falta dela. Tá tudo zoado. Muita TV, muita Rede Glóbulo.
Mistura de "Lôrabúrra" com "Mulheres Vulgares". Ah, anos 90... Rythm and Poetry brazuca old school. Molecada "vida loka" hoje em dia tá por fora. Influências... Tudo é ramificação. Não sabem soletrar. Idiocracy.
Sentar de vestido com os joelhos juntos é uma arte que a mulher aprende desde pequena. Isso explica o porquê de a Maitê Schneider não ter a manha e "pagar calcinha" ou "pagar pintinho". Seja como for.
Aquela olhadinha de visão periférica é básica.
Queria poder encher a mão de bolacha numa vagabunda dessa - não a Maitê, - a Lôrabúrra misturada com "Mulheres Vulgares".
"Lei Dolabella da Penha". Aí, sim.
Corôa é legal. O que mem enoja são as mãos. 45 com jeito de 25 mas mãos de 70. Aí não dá. Nem sei como não descobriram ainda plástica pra isso. Enfim.
Quero ver também alguém falar pro pai que recém-nascido tem cara de JOELHO. Eu falei. Mas depois de anos. Puta hipocrisia.
Esqueci de agradecer no início à indústria farmacêutica", com fez o Selton Mello.
Tem coisas que é legal em vídeo, mas encolhe as bolas na vida real. Quase tudo.
Guilt, guilt, guilt, guilt. De certas coisas.
De resto, sou até muito comportado. No mais, respeito de tudo. Inclusive alianças e etc. "Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e eu não posso pegar. Tô me guardando pra quando o carnaval chegar".
Pior que nem no carnaval. Acho uma bosta. Natal, carnaval, ano novo... Tudo bosta. Todo mundo se odeia, é fodido de grana, fodido pelo governo e fica todo mundo "Êôôô êôôô êôôô". Futebol a mesma coisa.
Dá-lhe ópio no povo.
Daí você que é o maldito, é o deprimido, o pessimista, o errado.
O erro está em não usar o olhar crítico.
Quase perdi o fio da linha / da linha do pensamento. Menininho puxou o decote da mamã. Retomando:
Páscoa e Natal: mercantilista. Deturpam datas simbólicas para botar o cifrão $ no lugar da cruz. Não que eu seja defensor da religião. Muito pelo contrário.
Ano novo: E daí que a Terra deu mais uma volta em torno do Sol? Que bosta. E quem disse que tem a hora certa pra comemorar? 10-9-8-7-6-5-4-3-2-1-... Você é um idiota!!! Isso sem contar os fogos de artifício que só enchem o saco e mutilam os imbecis metidos a besta.
Aniversário: mais uma vez, a Terra deu uma volta em torno do Sol. Você está cada vez mais perto da morte. Parabéns! Aliás parabéns por que? Você se manteve vivo. Ótimo. Não fez mais do que obrigação. O "mérito" é dos seus pais que fizeram sexo e muitas vezes não planejado. Resultou em você! Isso sem contar o lance nojento de "assoprar a velinha" - isto é - cuspir no bolo. E aquela música indigesta e constrangedora: "Parabéns pra você" ou "Happy birthday to you".
Não lembro meu primeiro aniversário, mas lembro a primeira vez que pedi que não cantassem parabéns. Minha mãe com a velinha e o isqueiro... É uma dó, é uma pena. Mas é um ciclo que teve de ser quebrado.
Finalizando esta idéia de coisas de "gente feliz" ("shinny happy people"):
Futebol: alegria do povo - no Brasil e em alguns lugares do mundo. Motivo de alegria à morte. Risadas, brigas, tirações de sarro "amigáveis", preconceito, torceidas organizadas rivais e assassinas.
Onze marmanjos correndo atrás de uma bola (gay). Para provocar, um arranca o calção do outro, ou enfia - literalmente - o dedo no cu do rival (gay). Comemoram o gol com abraço grupal e beijos - algumas vezes na boca (gay).
Homofobia à parte, resume-se: jogadores são vendidos, comprados. Dirigentes saem. O que sobra? As cores. As porras das cores da bandeira. Não sobra nada, ninguém! Só as malditas cores.
Aqui no Paraná, em dia de jogo, quem está - sem querer - vestindo VERDE APANHA. Se está em vermelho, APANHA. What's the point?!?!
Se essa é a prática do pão-e-circo, cansei. Tomei arrastão desses bostas em 1996.
Tem que ter o pão, é claro. Ou brioches. Mas esse circo que está aí é circo dos horrores. Não participo - desde criança - e me "incluam fora dessa!".
E a população, nem pão tem.
Sobra o quê? O circo dos horrores. A pinga e as brigas de boteco. Dizem que futebol, religião e política não se discutem. Religião matou na idade média. Política matou - e mata - nas ditaduras. E futebol... Bem... Futebol é o novo esporte de ARENA.
Chega de ignorância! O circo deve ser circense. Não mais circos macabros.
Ou então que voltem os freak-shows - proibidos desde a década de 1930.
Indignidade desde sempre. É fodido. Quero ver propaganda de sorvete que tenha um "gag", uma garganta profunda. Sucesso total!
"What is like? Havin' a Roni". Vanilla Ice e Arnaldo Baptista juntos como Eminem e Emílio Santiago.
Pessoas fazem poses para fotos. Sério?? Pra mim, as melhores fotos são as espontâneas.
Percebo mais três perninhas nervosas - fora a minha. Isso eu li que quem tem essa "síndrome" morre antes. OK.
Meu som está alto porque odeio o "Homem do gato". Pra quem não conhece, é um imbecil de um cachaceiro que tenta a vida - não sei como - fingindo que tem um gato num saco - e fazendo barulho(s) de gato com a boca. Hoje uma loira se assustou e chamou-o de "filho da puta". Tirou as palavras da minha boca! Não que eu ache assustador. Só idiota. Mas cada um se vira como pode também... Alcoólatra por alcoólatra, somos todos. Mas tenho sorte que tive estudo e tiro sustento do estado - e quiçá - do Estado.
O bom amigo é o sincero. Tenho um que me deu dez (ou cinco?) anos a mais. O bom amigo é o amigo sincero. Não o que te chuta no chão quanto está cagado. Nem o que se ofende com qualquer besteirinha. E nem o que some.
O bom amigo é aquele que está presente - e ainda assim - é sincero.
Preciso arrumar meus tênis. Um machuca MESMO atrás do pé direito. Outro está descosturando. E é chinês, já passou pelo sapateiro. Outros dois, precisa-se aumentar um número.
Lições de como alargar um par de tênis apertado:
Técnica número 1: Encha 1/4 de um saquinho com água. Bote junto com o tênis pra congelar. Depois de congelado, retire do freezer e deixe por 20 minutos. Retire os plastiquinhos de dentro quando virarem água.
Técnica 2: Condicionador. Empape por dentro do calçado un poquito de condicionador. Não fôda por fora. Por dentro!! Vai-te estragar tua camurça.
Técnica 3: Álcool (ou água) + papel molhado: Empape o papel com álcool ou água e bote onde mais te aperta. No tênis, não no teu pé, mané! Deixe um tempo e veste o calçado ainda molhado que é pra tomar a forma dos teus pisantes. Teu sopé.
Dito isso, vai lá.
- Robôs que têm ainda dificuldade para andar parecem pessoas?
- Ou pessoas que têm dificuldade para andar parecem robôs?
- Ah; e tem ainda robôs que ajudam pessoas a andar. Esses são dos bons!
Tapa, tapa, tapa, tapa. Em coxa gorda. É tudo o que eu posso pensar no momento.
A caneta é cheia de sangue. Da Vigor Mortis. Do filme/peça, peça/filme Morgue Story.
Afinal, estou dando um bom fim (Não que o fim não seja bom), a não ser essa crendie de "Senhor do Bonfim (ou Bom-fim?)". Afinal, essa história de santo já deu no saco. A não ser que seja feriado nacional. Afinal, sou brasileiro. Não gosto de trabalhar. Essa porra de cristianismo me castrou a mim mesmo, que sou ateu. Quão legal ia ser - afinal - todos IGUAIS! - homens, mulheres, transexuais, adolescentes, crianças e animais. Todos na mesma orgia, mesma filia. Como na Grécia antiga.
Talvez tenha sido "bão" como "Deus" falou. Mas aí Nietzche matou deus. E daí? Já estamos todos castrados mesmo.
Eu tenho que me comportar agora. Nem velha, nem nova, nem coluna do meio. Vou dar uma de tonto, besta. Mas perceptivo.
Apesar de não acreditar em regra nenhuma. Tábua de pedra? Dá um tempo! "Corta o sete!!" (por isso é cortado). Essa piada é tão velha quanto os mitos.
Hoje todo mundo até finge que acredita nos MITOS. Mas pratica a realidade. E a realidade é: cachorras, vadias, as minas, os manos, carros, marias-gasolina, marias-chuteira... Os vileiros.. As classes C e D crescendo.. O consumo... A efebofilia. Os malacos... As "malacas" (classes C e D) fazendo filhos. Não sozinhas, claro. Não há (ainda?) abiogênese.
Eu sou o macho ômega. Observo os machos alfa.
Machos alfa do guêto. Nojo. Tudo se resume - Nojo tratando-se de machos do gueto. E eles estão por tudo. Se fossem só as negrinhas... Malditos sejam. Sujando com seus espermas de espécimes as putinhas brancas, burguesinhas, que querem esses tralhas dentro de si.
Nojo. Raiva e nojo. Se eu pudesse - Super-hero. Eugenista super-hero. Qualquer dia desses...
Se a Terra tivesse Armageddon - ia ter que dar um jeito. Dos manos, "vida loka".
Meus dentes trincam quando vejo uma fêmea do meu naipe. Ou algo que me desperta raiva. Preciso me safar. Disso.
Todo mundo que tem um PC ou note - ou net -book tá na porra do Orkut ou seja - redes sociais.
São TODOS zumbis!
Minha irmãzinha resume-se a uma tela de celular à qual posso acariciar - e dedilhar.
Maldira era.
Já ERAM os costumes.
Já ERAM.
Quem me dera que JÁ ERAM os tattoos de cadeia!
Se eu fosse Charlie Chaplin, sendo o Dono do Mundo... Eliminaria da Terra as pragas:
- Manos
- Pombas
- Bombados
- Cuidadores de carros
Tornaria Dom Jorge Ben algo como gran cavallero.
Pela cena e pela arrogância; Sinto pena.
A raça não quer dizer nada.
Atitude é tudo.
Um negro estudioso.
Um "MANO" folgado.
* COR DE PELE NÃO TEM NADA A VER, ATITUDE, SIM!
Casais lesbicows, OK!
Mamães com vestidos curtos.
Soccer moms!
I get by with a little help from my friends.
O ir e vir é de todos. Passaram umas travecas aqui pelo caminho. Umas enganam BEM. Outras, parecem grotescas como as do Ronaldo.
O país é de todos: das travecas, do homem, da mulher, dos anões, dos zoófilos. Todo lugar pode-se comer anãs. Mas em alguns lugares do mundo não pode dar pro cavalo (!). O cavalo é o bicho mais MACHO que existe. Mais ALFA. Além de comer as eguinhas, comem também nossas mulheres.
Toda mulher tem fixação por cavalos. Quer dizer, nos vídeos a maioria é "puta-paga-porra!". Mas se: que está no inconsciente coletivo feminino o cavalo como ser másculo. O bicho é foda. A ponta da inveja que eu sinto dos humanos alfa, eu sinto também pelos cavalos.
Já viu uma mulher com a boca cheia de porra? Provavelmente já. E de porra de cavalo? "Bicho", "é o bicho!".
Mas nem por isso os homens gostam da TETA da vaca. Estranho. O negócio tá no MEMBRO mesmo.
Seios grandes significam fartura. A era do silicone acabou com a magia dos peitinhos pequenos. Entrei na discussão com um colega. Ele dizia ser (o silicone) a melhor invenção. Fiquei um pouco sem argumentos. Mas depois, a refletir, faltou arrematar: "Mas os peitinhos pequenos têm o seu valor!".
O que acontece é que gera uma espécie de ciclo vicioso: a mulher do peitinho se sente inferiorizada. Temos que lançar a campanha: "Peitinho sim, silicone não!" ou então "Peitinho tem o seu valor!".
Hoje em dia tá "bonito" ser vulgar. Eu discordo piamente. Existe beleza sem vulgaridade. Com o andar da carruagem, daqui a 100 anos será a "vulgarocracia" ou "vulgariocracia". Mas como os passos - apesar de largos, são lentos - faltou alguém pra julgar.
Depois da "japa loira", tem a "preta loira". Falta alguma coisa? Claro que sim.
Já dizia Chico Science: "uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor". Claro. Beber de barriga vazia "dá pira" mesmo, liberta as idéias. Mas talvez por causa de "uma cerveja antes do almoço" é que ele tenha perdido a vida numa árvore - ou num poste. Sei que o ano era 1996. Eu, moleque de tudo, fui assistir a um show - que já era reprise - e completa e totalmente "dormi de olho aberto". Não dormi, literalmente; me hipnotizei, sei lá - por aquele manguebeat. E o que eu só lembro é que ele dizia "EENTREE NO CLIMA, CURITIIIBAAA!". Com aquele "T mudo", aquele "T" do Recife.
Eu nem vou falar lésbica porque não cabe no meu rap, no meu discurso. Mas digo: SAPATONA pegando GATAS. Isso me deixa desgraçado da minha cabeça. Eis o porquê:
- Sapatonas são gordas - eu também sou
- Sapatonas têm cabelo curto - eu idem
- Sapatonas se comportam como homem - eu espero que "eu também".
Então, o que temos de diferente? O "membro" ela não tem. Eu tneho. O que me deixa sujeito a falhas de desempenho.
Será que a lógica é essa?
- Um membro que não existe NÃO FALHA.
Outra ótica:
- Mulheres "se entendem", sabem onde dá prazer, etc.
Dizem as pesquisas que a maioria dos homens não sabe onde está e nem pra que serve o clitóris. Bom, contra fatos não há argumentos. Mas - sei lá - me considero uns 80% lésbica, pelo menos.
Outro ponto: quando novinhas se sentem mais à vontade pra dar a primeira "lambidinha" - sem compromisso. Enquanto a "primeira transa" é cheia dessa névoa que transpira dor e sangue.
Ninguém lê. Ninguém escreve. Todos entretidos em seus mundinhos - com seus celulares multimídia, wifi, smartphones - enquanto - vida passa à volta.
Eu escrevo pra mim. Afora, se um dia alguém observar - e der valor: ótimo. Se não, paciência...
Estou sendo injusto com aquele UM comment. Que escreveu pra mim há anos. Vou atrás. Meu número um do Tio Patinhas em forma de avatar.
A melhor piada do seriado Supernatural foi quando fizeram referência ao "rei do pop". "Too soon?", "too soon.". Segundo o South Park precisaria uns 10 anos até a piada ser engraçada e não ofensiva. Comentaram nos anos 90 "podemos tirar sarro da AIDS!".
Black is black. White is white. Black is beautiful. White is beautiful!
No Subway, 90% não sabe pedir.
Não gosto de vagabunda. Assim: assumidamente vagabunda. Cabelo PINTADO de loiro, roupa ousadamente curta. Todo mundo nota que é. Aquela "arrasa quarteirão", que "pára o trânsito", etc. "Eu sei que eu sou bonita e gostosa / E sei que você me olha e me quer". Todo mundo conhece. Agora, tem a vadia dissimulada. Necessita olho clínico.
Padrões... Padrões de beleza ou da falta dela. Tá tudo zoado. Muita TV, muita Rede Glóbulo.
Mistura de "Lôrabúrra" com "Mulheres Vulgares". Ah, anos 90... Rythm and Poetry brazuca old school. Molecada "vida loka" hoje em dia tá por fora. Influências... Tudo é ramificação. Não sabem soletrar. Idiocracy.
Sentar de vestido com os joelhos juntos é uma arte que a mulher aprende desde pequena. Isso explica o porquê de a Maitê Schneider não ter a manha e "pagar calcinha" ou "pagar pintinho". Seja como for.
Aquela olhadinha de visão periférica é básica.
Queria poder encher a mão de bolacha numa vagabunda dessa - não a Maitê, - a Lôrabúrra misturada com "Mulheres Vulgares".
"Lei Dolabella da Penha". Aí, sim.
Corôa é legal. O que mem enoja são as mãos. 45 com jeito de 25 mas mãos de 70. Aí não dá. Nem sei como não descobriram ainda plástica pra isso. Enfim.
Quero ver também alguém falar pro pai que recém-nascido tem cara de JOELHO. Eu falei. Mas depois de anos. Puta hipocrisia.
Esqueci de agradecer no início à indústria farmacêutica", com fez o Selton Mello.
Tem coisas que é legal em vídeo, mas encolhe as bolas na vida real. Quase tudo.
Guilt, guilt, guilt, guilt. De certas coisas.
De resto, sou até muito comportado. No mais, respeito de tudo. Inclusive alianças e etc. "Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e eu não posso pegar. Tô me guardando pra quando o carnaval chegar".
Pior que nem no carnaval. Acho uma bosta. Natal, carnaval, ano novo... Tudo bosta. Todo mundo se odeia, é fodido de grana, fodido pelo governo e fica todo mundo "Êôôô êôôô êôôô". Futebol a mesma coisa.
Dá-lhe ópio no povo.
Daí você que é o maldito, é o deprimido, o pessimista, o errado.
O erro está em não usar o olhar crítico.
Quase perdi o fio da linha / da linha do pensamento. Menininho puxou o decote da mamã. Retomando:
Páscoa e Natal: mercantilista. Deturpam datas simbólicas para botar o cifrão $ no lugar da cruz. Não que eu seja defensor da religião. Muito pelo contrário.
Ano novo: E daí que a Terra deu mais uma volta em torno do Sol? Que bosta. E quem disse que tem a hora certa pra comemorar? 10-9-8-7-6-5-4-3-2-1-... Você é um idiota!!! Isso sem contar os fogos de artifício que só enchem o saco e mutilam os imbecis metidos a besta.
Aniversário: mais uma vez, a Terra deu uma volta em torno do Sol. Você está cada vez mais perto da morte. Parabéns! Aliás parabéns por que? Você se manteve vivo. Ótimo. Não fez mais do que obrigação. O "mérito" é dos seus pais que fizeram sexo e muitas vezes não planejado. Resultou em você! Isso sem contar o lance nojento de "assoprar a velinha" - isto é - cuspir no bolo. E aquela música indigesta e constrangedora: "Parabéns pra você" ou "Happy birthday to you".
Não lembro meu primeiro aniversário, mas lembro a primeira vez que pedi que não cantassem parabéns. Minha mãe com a velinha e o isqueiro... É uma dó, é uma pena. Mas é um ciclo que teve de ser quebrado.
Finalizando esta idéia de coisas de "gente feliz" ("shinny happy people"):
Futebol: alegria do povo - no Brasil e em alguns lugares do mundo. Motivo de alegria à morte. Risadas, brigas, tirações de sarro "amigáveis", preconceito, torceidas organizadas rivais e assassinas.
Onze marmanjos correndo atrás de uma bola (gay). Para provocar, um arranca o calção do outro, ou enfia - literalmente - o dedo no cu do rival (gay). Comemoram o gol com abraço grupal e beijos - algumas vezes na boca (gay).
Homofobia à parte, resume-se: jogadores são vendidos, comprados. Dirigentes saem. O que sobra? As cores. As porras das cores da bandeira. Não sobra nada, ninguém! Só as malditas cores.
Aqui no Paraná, em dia de jogo, quem está - sem querer - vestindo VERDE APANHA. Se está em vermelho, APANHA. What's the point?!?!
Se essa é a prática do pão-e-circo, cansei. Tomei arrastão desses bostas em 1996.
Tem que ter o pão, é claro. Ou brioches. Mas esse circo que está aí é circo dos horrores. Não participo - desde criança - e me "incluam fora dessa!".
E a população, nem pão tem.
Sobra o quê? O circo dos horrores. A pinga e as brigas de boteco. Dizem que futebol, religião e política não se discutem. Religião matou na idade média. Política matou - e mata - nas ditaduras. E futebol... Bem... Futebol é o novo esporte de ARENA.
Chega de ignorância! O circo deve ser circense. Não mais circos macabros.
Ou então que voltem os freak-shows - proibidos desde a década de 1930.
Indignidade desde sempre. É fodido. Quero ver propaganda de sorvete que tenha um "gag", uma garganta profunda. Sucesso total!
"What is like? Havin' a Roni". Vanilla Ice e Arnaldo Baptista juntos como Eminem e Emílio Santiago.
Pessoas fazem poses para fotos. Sério?? Pra mim, as melhores fotos são as espontâneas.
Percebo mais três perninhas nervosas - fora a minha. Isso eu li que quem tem essa "síndrome" morre antes. OK.
Meu som está alto porque odeio o "Homem do gato". Pra quem não conhece, é um imbecil de um cachaceiro que tenta a vida - não sei como - fingindo que tem um gato num saco - e fazendo barulho(s) de gato com a boca. Hoje uma loira se assustou e chamou-o de "filho da puta". Tirou as palavras da minha boca! Não que eu ache assustador. Só idiota. Mas cada um se vira como pode também... Alcoólatra por alcoólatra, somos todos. Mas tenho sorte que tive estudo e tiro sustento do estado - e quiçá - do Estado.
O bom amigo é o sincero. Tenho um que me deu dez (ou cinco?) anos a mais. O bom amigo é o amigo sincero. Não o que te chuta no chão quanto está cagado. Nem o que se ofende com qualquer besteirinha. E nem o que some.
O bom amigo é aquele que está presente - e ainda assim - é sincero.
Preciso arrumar meus tênis. Um machuca MESMO atrás do pé direito. Outro está descosturando. E é chinês, já passou pelo sapateiro. Outros dois, precisa-se aumentar um número.
Lições de como alargar um par de tênis apertado:
Técnica número 1: Encha 1/4 de um saquinho com água. Bote junto com o tênis pra congelar. Depois de congelado, retire do freezer e deixe por 20 minutos. Retire os plastiquinhos de dentro quando virarem água.
Técnica 2: Condicionador. Empape por dentro do calçado un poquito de condicionador. Não fôda por fora. Por dentro!! Vai-te estragar tua camurça.
Técnica 3: Álcool (ou água) + papel molhado: Empape o papel com álcool ou água e bote onde mais te aperta. No tênis, não no teu pé, mané! Deixe um tempo e veste o calçado ainda molhado que é pra tomar a forma dos teus pisantes. Teu sopé.
Dito isso, vai lá.
- Robôs que têm ainda dificuldade para andar parecem pessoas?
- Ou pessoas que têm dificuldade para andar parecem robôs?
- Ah; e tem ainda robôs que ajudam pessoas a andar. Esses são dos bons!
Tapa, tapa, tapa, tapa. Em coxa gorda. É tudo o que eu posso pensar no momento.
A caneta é cheia de sangue. Da Vigor Mortis. Do filme/peça, peça/filme Morgue Story.
Afinal, estou dando um bom fim (Não que o fim não seja bom), a não ser essa crendie de "Senhor do Bonfim (ou Bom-fim?)". Afinal, essa história de santo já deu no saco. A não ser que seja feriado nacional. Afinal, sou brasileiro. Não gosto de trabalhar. Essa porra de cristianismo me castrou a mim mesmo, que sou ateu. Quão legal ia ser - afinal - todos IGUAIS! - homens, mulheres, transexuais, adolescentes, crianças e animais. Todos na mesma orgia, mesma filia. Como na Grécia antiga.
Talvez tenha sido "bão" como "Deus" falou. Mas aí Nietzche matou deus. E daí? Já estamos todos castrados mesmo.
Eu tenho que me comportar agora. Nem velha, nem nova, nem coluna do meio. Vou dar uma de tonto, besta. Mas perceptivo.
Apesar de não acreditar em regra nenhuma. Tábua de pedra? Dá um tempo! "Corta o sete!!" (por isso é cortado). Essa piada é tão velha quanto os mitos.
Hoje todo mundo até finge que acredita nos MITOS. Mas pratica a realidade. E a realidade é: cachorras, vadias, as minas, os manos, carros, marias-gasolina, marias-chuteira... Os vileiros.. As classes C e D crescendo.. O consumo... A efebofilia. Os malacos... As "malacas" (classes C e D) fazendo filhos. Não sozinhas, claro. Não há (ainda?) abiogênese.
Eu sou o macho ômega. Observo os machos alfa.
Machos alfa do guêto. Nojo. Tudo se resume - Nojo tratando-se de machos do gueto. E eles estão por tudo. Se fossem só as negrinhas... Malditos sejam. Sujando com seus espermas de espécimes as putinhas brancas, burguesinhas, que querem esses tralhas dentro de si.
Nojo. Raiva e nojo. Se eu pudesse - Super-hero. Eugenista super-hero. Qualquer dia desses...
Se a Terra tivesse Armageddon - ia ter que dar um jeito. Dos manos, "vida loka".
Meus dentes trincam quando vejo uma fêmea do meu naipe. Ou algo que me desperta raiva. Preciso me safar. Disso.
Todo mundo que tem um PC ou note - ou net -book tá na porra do Orkut ou seja - redes sociais.
São TODOS zumbis!
Minha irmãzinha resume-se a uma tela de celular à qual posso acariciar - e dedilhar.
Maldira era.
Já ERAM os costumes.
Já ERAM.
Quem me dera que JÁ ERAM os tattoos de cadeia!
Se eu fosse Charlie Chaplin, sendo o Dono do Mundo... Eliminaria da Terra as pragas:
- Manos
- Pombas
- Bombados
- Cuidadores de carros
Tornaria Dom Jorge Ben algo como gran cavallero.
Pela cena e pela arrogância; Sinto pena.
A raça não quer dizer nada.
Atitude é tudo.
Um negro estudioso.
Um "MANO" folgado.
* COR DE PELE NÃO TEM NADA A VER, ATITUDE, SIM!
Casais lesbicows, OK!
Mamães com vestidos curtos.
Soccer moms!
I get by with a little help from my friends.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Ciranda do inferno que levou minha mulher.
Love of my live / Can´t you see?
Bring it back / Bring it back
(...)
What it means to me
Minha irmã é meu xodó
Meus pais são meus semideuses. Perfeitos, mas imperfeitos.
Vontade de explodir uma bomba.
Saudades da Cristina, cretina.
Cidadão comum. Pedestre pederasta. Tinha outro trocadilho, mas eu esqueci.
Comi pipoca, não sei como voltei pra casa.
Minha vida por uma samba.canção e um baseado.
Fotofobia é uma merda.
Queria ver a Fernanda com os cabelos soltos.
Queria ver a Bruna de novo.
Mas minha vida mesmo, pela Cristina.
Meu porto seguro em dias de ressaca.
Mas com esse gosto de guarda chuva não dá.
É difícil viver sem hífen e sem número cinco. Bom que minha letra N voltou a funcionar.
Previsão do tempo escrota. Simepar de merda. Nunca acerta. Ou você leva um trambolho o dia inteiro e não chove; ou se livra do peso e toma na água na cuca.
Foda ter um único amigo fresco e chato. Mimiimi, tô cansado. Mimimii, tenho que acordar cedo. Mimimimi, tenho que ver meu filho. Eu amo minha família, um bom ano a todos.
Tomar no cu.
By the way, cu não tem acento suas bestas antropomórficas!
Cansado dessa vida de merda. Sem love of my life, com cefaléia, fotofobia...
Não sei quem foi o IMBECIL que projetou o blackout do meu quarto. Parece cobertor de pobre: cobre de um lado, descobre de outro.
Sem limites, sem limites. A estupidez humana e tudo o mais.
Dropar um tofranil.
Love of my live / Can´t you see?
Bring it back / Bring it back
(...)
What it means to me
Minha irmã é meu xodó
Meus pais são meus semideuses. Perfeitos, mas imperfeitos.
Vontade de explodir uma bomba.
Saudades da Cristina, cretina.
Cidadão comum. Pedestre pederasta. Tinha outro trocadilho, mas eu esqueci.
Comi pipoca, não sei como voltei pra casa.
Minha vida por uma samba.canção e um baseado.
Fotofobia é uma merda.
Queria ver a Fernanda com os cabelos soltos.
Queria ver a Bruna de novo.
Mas minha vida mesmo, pela Cristina.
Meu porto seguro em dias de ressaca.
Mas com esse gosto de guarda chuva não dá.
É difícil viver sem hífen e sem número cinco. Bom que minha letra N voltou a funcionar.
Previsão do tempo escrota. Simepar de merda. Nunca acerta. Ou você leva um trambolho o dia inteiro e não chove; ou se livra do peso e toma na água na cuca.
Foda ter um único amigo fresco e chato. Mimiimi, tô cansado. Mimimii, tenho que acordar cedo. Mimimimi, tenho que ver meu filho. Eu amo minha família, um bom ano a todos.
Tomar no cu.
By the way, cu não tem acento suas bestas antropomórficas!
Cansado dessa vida de merda. Sem love of my life, com cefaléia, fotofobia...
Não sei quem foi o IMBECIL que projetou o blackout do meu quarto. Parece cobertor de pobre: cobre de um lado, descobre de outro.
Sem limites, sem limites. A estupidez humana e tudo o mais.
Dropar um tofranil.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Esses dias mexi com uma coroa crente e quase fui linchado. Ainda bem que não foi com uma adolescente... Ainda bem que meu leque de taras é consideravelmente diversificado.
Hoje é comum sapatonas pegando GATAS.
O problema de sair fazendo besteira por aí é a RESSACA MORAL. Mesmo que se obedeça a regra nº 1 de Dexter (“Never get caught”), o “day after” e os days after thar são de extrema desconfiança.
Piazada tira sarro das gordachas.
Obesidada e alcoolismo são falta de vergonha na cara.
Tem uma menina que conheci gordinha. Deu uma melhorada. Não adianta: é a cultura do macho alfa. Passou por aqui com um troglodita que deve ser o maior cara que já vi na vida.
O tempo está fechando. Se chover hoje, estou fodido.
Criança com maquiagem é de foder. Tem que pegar a mãe e dar surra de pau mole.
É... Choveu.
Hoje vi uma sósia da Berta (do Two and a Half Man) e do Penguin do Batman (DeVito), só que era uma mulher.
Tem gente que se ilude com o suposto “cinema 4D”. Cadeira que se mexe não é 4D. Aquarta dimensão - ou é o tempo - ou comecemos a discutir física quântica.
Incontáveis pessoas param pra tirar foto na frente do chafariz. Incomodando a passagem de todos os outros.
Oh, pobres “patinhas feias”. Não são uma coisa ou outra. Intersecção da vida. Não são feias: são lindas.
Sangue nas fezes... Justo final de ano que tá tudo de recesso... Quem tá de contingente deve tar de mal humor... Isso tudo sem falar do medo da “colonoscopia baixa”.
O cara me botou o Steinheager por cima pra mascarar que o chopp tá quente. Ficou forte pra caralho. Bom pra saber as merdas que ando botando pra dentro.
Bom, se estiver com algum problema de saúde não iria saber se tivesse obedecido minha resolução de ano-novo.
Macaco de terno.
Shopping virou ghetto. Tem neguinho dormindo na mesa. Literalmente.
Acabei de ler o livro sobre o “The Dark Side of the Moon”.
Comprei pela internet por R$ 10 um livro chamado “Depressão.com”. Achei ser sobre a doença, mas é sobre a “bolha da internet” de 10 anos atrás. Se alguém ficar menos tempo que isso numa ilha deserta, fica perdido.
Se perguntar “você malha ou é geneticamente privilegiada?” é BEM capaz de ela não saber do que se trata.
Dizem que a Ásia e o Oriente Médio estão crescendo pra dominar. Eu digo: “quem tá “dominando” até agora parece que são os “MANOS”.
Parece que não escurece nunca no horário de verão.
Vestido longo valoriza, sem vulgarizar. Existe uma linha - que não é tênue - entre beleza e vulgaridade.
O plano de crediário possibilitou que qualquer miserável - e por consequência deseducado - adquirisse um automóvel. Deveria sentir ORGULHO, mas sinto raiva..
Imbecis, iletrados, com seus bonés pro lado, “pegando as menininhas”, com celulares, netbooks e carros - matando atropelados.
Tem coisa que beira o INDECENTE. Senhoras gordas, com vestidos curtos. Como diz o ditado: “vestida como minha filha, com a idade pra ser minha mãe”. Isso me lembra muito a Suzana Vieira.
Eu sou da ideologia: “se não tá consumindo, então não pode ficar”. Mas eles querem que INCHE, que ENCHA. Custe o que custar. “ENCHA” o saco dos outros!
A estupidez humana não tem limites mesmo. Tá no “imbecil coletivo”. Ou seria “ignorante coletivo”? Não sei. Sei que não peguei a época da “palmatória” quando era criança. Mas sou a favor dela PARA ADULTOS. A cada boiada que passa, tem um IDIOTA que mexe no chafariz e molha todo mundo.
“U celulá di Naná é a Lua! A Lua é u celulá di Naná, ô!”.
Conversei rapidamente com o Otto. Gente fina! Totalemnte acessível. Até demais! Fui eu quem cortei ele. “Mandei mal!”.
“Morena, cabelão, cara de santa”. Eu apóio!
Grávidas têm um “quê”, um “algo assim”. A bunda empinada, os peitões saltando. Não sei!
Sei que tenho pelo menos UM amigo perceptivo assim. Ou “sick”.
O chafariz deveria dar choque. Lindas e pequenas mulheres. Pupila dilata. Ah, e sorridentes! Aí eu me entrego...!
Estou lendo um cara de 2.000 falando sobre a década de 1920. Ah... Sobre o leite derrasmado...: “mamar na teta você não quer, não é, Bebé?!”.
Pra ver se o cidadão é gay: É ver a “queixada” e a “munheca”.
Falcão é um grande gênio (ao menos até 1997). Mas não o Falcão “sujo”. O “brega”:
“Se aquele anel você me deu pensando no meu anel... Aquele anel já se perdeu, ou meu deus guarda, adeus!”.
Minha mãe me prendeu bem. E eu acho que ela fez certo! Esses pais permissivos só vão criar pessoas bizarras e displiscentes daqui 10 anos.
E os seguranças andam com um braço para trás como se estivessem “segurando” eles. Ha-ha!
Eu queria bater com o livro numa criança que corresse em volta de mim como uma MOSCA!
Saudades do Programa Dejalma Jorge Shows-lhes. Pequeno Tímotem!
Nem todo macaco de terno é burro.
Notação mental: reclamar com o Estação sobre essa porra de chafariz. Que qualquer imbecil espirra nos outros. Isso é falta de educação. O segurança alegou que não pode “se queimar”. Hehe. Deixa comigo!!
Eu queria ter permissão pra ficar com um taser - logo ali. É pai que brinca ali com o filho, dá o mau exemplo... Dai-me um taser! Eu trabalho de graça. Sério mesmo! Sem rendimento. Trabalho à noite. Com prazer!
A mulher que fica velha ela “abre o leque”.
Tomei banho na minha mãe. Ela me dey yma lycra. Que era pra “fazer as vezes” de uma “boxer”. Aquilo me castrou. Quase que literalmente.
“Me incluam fora dessa!” Vão lá, suas putinhas.
Tem 4 manos numa mesa e 3 vadiazinhas na outra. Estão de “hi-hi-hi”.
Eu tô no meio. Até poderia dar espaço.
Quero que se fodam!
Na minha época não foi fácil!
Hoje é comum sapatonas pegando GATAS.
O problema de sair fazendo besteira por aí é a RESSACA MORAL. Mesmo que se obedeça a regra nº 1 de Dexter (“Never get caught”), o “day after” e os days after thar são de extrema desconfiança.
Piazada tira sarro das gordachas.
Obesidada e alcoolismo são falta de vergonha na cara.
Tem uma menina que conheci gordinha. Deu uma melhorada. Não adianta: é a cultura do macho alfa. Passou por aqui com um troglodita que deve ser o maior cara que já vi na vida.
O tempo está fechando. Se chover hoje, estou fodido.
Criança com maquiagem é de foder. Tem que pegar a mãe e dar surra de pau mole.
É... Choveu.
Hoje vi uma sósia da Berta (do Two and a Half Man) e do Penguin do Batman (DeVito), só que era uma mulher.
Tem gente que se ilude com o suposto “cinema 4D”. Cadeira que se mexe não é 4D. Aquarta dimensão - ou é o tempo - ou comecemos a discutir física quântica.
Incontáveis pessoas param pra tirar foto na frente do chafariz. Incomodando a passagem de todos os outros.
Oh, pobres “patinhas feias”. Não são uma coisa ou outra. Intersecção da vida. Não são feias: são lindas.
Sangue nas fezes... Justo final de ano que tá tudo de recesso... Quem tá de contingente deve tar de mal humor... Isso tudo sem falar do medo da “colonoscopia baixa”.
O cara me botou o Steinheager por cima pra mascarar que o chopp tá quente. Ficou forte pra caralho. Bom pra saber as merdas que ando botando pra dentro.
Bom, se estiver com algum problema de saúde não iria saber se tivesse obedecido minha resolução de ano-novo.
Macaco de terno.
Shopping virou ghetto. Tem neguinho dormindo na mesa. Literalmente.
Acabei de ler o livro sobre o “The Dark Side of the Moon”.
Comprei pela internet por R$ 10 um livro chamado “Depressão.com”. Achei ser sobre a doença, mas é sobre a “bolha da internet” de 10 anos atrás. Se alguém ficar menos tempo que isso numa ilha deserta, fica perdido.
Se perguntar “você malha ou é geneticamente privilegiada?” é BEM capaz de ela não saber do que se trata.
Dizem que a Ásia e o Oriente Médio estão crescendo pra dominar. Eu digo: “quem tá “dominando” até agora parece que são os “MANOS”.
Parece que não escurece nunca no horário de verão.
Vestido longo valoriza, sem vulgarizar. Existe uma linha - que não é tênue - entre beleza e vulgaridade.
O plano de crediário possibilitou que qualquer miserável - e por consequência deseducado - adquirisse um automóvel. Deveria sentir ORGULHO, mas sinto raiva..
Imbecis, iletrados, com seus bonés pro lado, “pegando as menininhas”, com celulares, netbooks e carros - matando atropelados.
Tem coisa que beira o INDECENTE. Senhoras gordas, com vestidos curtos. Como diz o ditado: “vestida como minha filha, com a idade pra ser minha mãe”. Isso me lembra muito a Suzana Vieira.
Eu sou da ideologia: “se não tá consumindo, então não pode ficar”. Mas eles querem que INCHE, que ENCHA. Custe o que custar. “ENCHA” o saco dos outros!
A estupidez humana não tem limites mesmo. Tá no “imbecil coletivo”. Ou seria “ignorante coletivo”? Não sei. Sei que não peguei a época da “palmatória” quando era criança. Mas sou a favor dela PARA ADULTOS. A cada boiada que passa, tem um IDIOTA que mexe no chafariz e molha todo mundo.
“U celulá di Naná é a Lua! A Lua é u celulá di Naná, ô!”.
Conversei rapidamente com o Otto. Gente fina! Totalemnte acessível. Até demais! Fui eu quem cortei ele. “Mandei mal!”.
“Morena, cabelão, cara de santa”. Eu apóio!
Grávidas têm um “quê”, um “algo assim”. A bunda empinada, os peitões saltando. Não sei!
Sei que tenho pelo menos UM amigo perceptivo assim. Ou “sick”.
O chafariz deveria dar choque. Lindas e pequenas mulheres. Pupila dilata. Ah, e sorridentes! Aí eu me entrego...!
Estou lendo um cara de 2.000 falando sobre a década de 1920. Ah... Sobre o leite derrasmado...: “mamar na teta você não quer, não é, Bebé?!”.
Pra ver se o cidadão é gay: É ver a “queixada” e a “munheca”.
Falcão é um grande gênio (ao menos até 1997). Mas não o Falcão “sujo”. O “brega”:
“Se aquele anel você me deu pensando no meu anel... Aquele anel já se perdeu, ou meu deus guarda, adeus!”.
Minha mãe me prendeu bem. E eu acho que ela fez certo! Esses pais permissivos só vão criar pessoas bizarras e displiscentes daqui 10 anos.
E os seguranças andam com um braço para trás como se estivessem “segurando” eles. Ha-ha!
Eu queria bater com o livro numa criança que corresse em volta de mim como uma MOSCA!
Saudades do Programa Dejalma Jorge Shows-lhes. Pequeno Tímotem!
Nem todo macaco de terno é burro.
Notação mental: reclamar com o Estação sobre essa porra de chafariz. Que qualquer imbecil espirra nos outros. Isso é falta de educação. O segurança alegou que não pode “se queimar”. Hehe. Deixa comigo!!
Eu queria ter permissão pra ficar com um taser - logo ali. É pai que brinca ali com o filho, dá o mau exemplo... Dai-me um taser! Eu trabalho de graça. Sério mesmo! Sem rendimento. Trabalho à noite. Com prazer!
A mulher que fica velha ela “abre o leque”.
Tomei banho na minha mãe. Ela me dey yma lycra. Que era pra “fazer as vezes” de uma “boxer”. Aquilo me castrou. Quase que literalmente.
“Me incluam fora dessa!” Vão lá, suas putinhas.
Tem 4 manos numa mesa e 3 vadiazinhas na outra. Estão de “hi-hi-hi”.
Eu tô no meio. Até poderia dar espaço.
Quero que se fodam!
Na minha época não foi fácil!
Psicografada 9 dias antes do ano novo
Psicografada 9 dias antes do ano novo
Essa mensagem foi psicografada através do Espírito Beleléu, o anjinho cotista:
“Eu gosto das lembranças nebulosas de filmes.
Admiro as mulheres, mesmo achando que 90 delas são vagabundas.
Mamães Noéis de topless, Papais Noéis tarados.
Mulheres diminuem seu critério com a idade.
Pessoas se apaixonam não por pessoas, mas por imagens.
Daí a piada: uma de quarenta por duas de vinte.
Tem gente que tem vontade de chupar caralhinho de traveca, ou menininho. Com aquela porra esbranquiçada.
Homens são nojentos.
Mas a androgenia está aí para essas coisas.
Mulher OLHA. Olha SEMPRE. Pode ter aliança no dedo, erraticamente querendo dizer `isso aqui tem dono´. Dono nada. Basta um estalar de dedos: toda sua.
Não entendo: `meu bem, meu bem´. Outro cara vai lá, comecu come xereca (é o `bonde dos careca´), goza na boca... Daí vem outro: `ai, meu amor! você é a mulher dos meus sonhos. Mãe dos meus filhos. Sonho contigo. Vamos casar? Casa comigo!´.
E vai e casa. Com a boca cheia da porra do outro. Parabéns à turma do `lavou, tá novo´. 0
Com o cu esporrado, vestida de branco!
Os antigos reviram em suas covas. Branco é de virgem. Edwiges. Something like that. De0turpam a cantiga dos velhos.
Continu0o na busca, como Ace Madruga. Mas todas parecem putas, como disse Skylab.
Eu ainda risco os livros. Antes de pads e netbooks.
Sinto Bukiwski rabiscando caixas de sapatos.
Gosto de beber Steinheager com chopp Heineken em shoppings.
Unir álcool, escrita, leitura e ninfetas (caladas). A futilidade à volta me inspira. Um ponto de cultura quase morta.
Quem tem notebooks está em redes sociais. Meu material impresso é minha máquina de escrever.
Eu não dou $ pra ninguém. Golpistas estão em todo lugar. Ademais, todo mundo tá fudido. Tá ruim pra todo mundo.
Um professor de inglês pedindo esmola. Eu não dou.
Sei lá... Tempos modernos: Faltam 9 dias para 2011.
Só libero à mão armada. Nunca passei por isso, mas dependendo do nível alcoólico, periga dar uma de Bortolotto.
Tá com o bombadão e quer mais. Isso é até CID. (Catálogo nacional de perebas e perrenges).
Males do século consistem em golpistas, cuidadores de carro, pombas e rôlas.
Eu acho que Marcelo Mirisola, Clarah Averbuck e Leonardo Marona foram minha escola. Falar coisas autobiográficas mixadas com ficção. “Aumento mas não invento”, diria Nelson Rubens.
Profecia: a caneta vai zerar, vai sumir. Vai virar item de colecionador. Quiçá desenhista.
Queria ser o “novo Nostradamos”. Senque que ele consistia em psicotrípicos e bacia d’água e eu em fatos, senso crítico e opinião própria.
O que diferencia o “milagre de natal” do “milagre do trouxa que deu $ pro golpista, honey?”.
Passo anos ou meses sem “tinta no papel”. Escritores.
Eu quero ser eterno. Quero enterrar a caneta.
Chopp “batizado” custa o dobro. R$ 12,90. O povão toma Kaiser (Cagaiser).
Um avô tomava Cagaiser. Viveu hororres, alhures. Meu outro, “Teacher’s” com água de côco no Rio de Janeiro.
Eu tomo “submarino” e Viña del Chile.
Coisas imbecis que irão longe: A mentira do “Natal’, Páscoa e o caralho.
Meu pai e minha mãe sabendo o qeu eu acho exatamente.
Queria porretear toda a sociedade.
Pois old school precisam um caderno.
A escrita tá devastada. No one, ever CARES. O tempo, o tempo...
Não sei nem como, tão (?) nossa década. É o fim novo começo dos tempos!?
Se bebesse mais, talvez tivesse me matado. De menos, também.
Sou a favor da violação das putinhas e bichas.
Anorgasmia é um bom controle de natalidade.
Homem para ser bonito precisa ter cabelo comprido. Mulher não precisa.
Olhares de todos. Porque todos aprendem a gostar e valorizar o bizarro assistindo Alborghetti.
Me dá um submarino.
“Já volto!”. Saia e entre pra minha vida e não volte nunca minha putinha.
O que eu ouço, o que eu vejo, o que eu escrevo. É anárquico e - acima de tudo - atemporal.
“Levante-se. Vá para o trabalho, faça o serviço, volte pra casa. Vá pra cama. Levante-se. Vá para o trabalho...” - como em Londres. E ainda dizem que o mudinho quebrou o dedo de tanto gritar.
Dá pra ver que o corpo é novinho...
Ontem fui visitar meu amigo no outro bloco. Só que as posições se invertem, é uma porta do vizinho inverso e na hora de voltar pra casa o ap. não era mais (o) meu.
Japa cego, japa gay. É tão difícil encontrar anão cego. Anão gay.
O papai noel do shopping de ontem não ser o papai noel do shopping de hoje tem algo de sacrílego. Algo que reforça a descrença. As mamães noéis de ontem - e com isso digo LITERALMENTE ONTEM - vestem-se hoje de verde. Versus o vermelho de ontem.
Santa Claus de merda. O movimento de natal é quente, quase infernal. Mas aumenta a frequência das adolescentes. Sem conteúdo nenhum, só seus corpinhos - como umaTV na função mute. Uma moça carioca fica observando - como eu - essa antropóloga... É fazendo - talvez - as mesmas notações mentais.
A menina com banha sobrando, tomando sorvete e fones de ouvido lembra-me de mim.
O papai noel não é mais o mesmo. Pras crianças tá “tudo bem”. Mas como adulto, me incomoda. Papai noel de ontem diferente do de hoje. Putinhas de 13 anos seminuas me distraem. Em público.
Bah, o legal é a mina ter um namorado e você soltar um “obrigado, anjo!”. As empregadinhas se derretem. Mas quem se diverte são os “manos”.
“Waht’s the pont?” em pegar uma uma mina que os manos doMINA?!
Alguém paga R$ 12,90 por um submarino e ela se molha e aí “game over”.
Lembro de pedir pros trrumpetistas:
“Toca Coltrane!”
“Toca Stormy Monday!”.
Eles não sabiam.
Tirar a bike do dilúvio.
E acordar são.
Eu acho que “santo” é o único que acorda realmente “são”.
Porque é “São Isso”, “São Aquilo”, que invalida a posição de são.
Acontece a deus dará há sombra. E eu digo “amém”.
Tronxos.
Papai Noel é = Papai do Céu.
Putas, putas... Ainda é claro.
Poor people SUCKS ASS!
Um macaco passa pelo filtro. MACACO!
“Tem símios usando o Bolsa Família”. Falta a denúncia!
- fim da psicografia -
Essa mensagem foi psicografada através do Espírito Beleléu, o anjinho cotista:
“Eu gosto das lembranças nebulosas de filmes.
Admiro as mulheres, mesmo achando que 90 delas são vagabundas.
Mamães Noéis de topless, Papais Noéis tarados.
Mulheres diminuem seu critério com a idade.
Pessoas se apaixonam não por pessoas, mas por imagens.
Daí a piada: uma de quarenta por duas de vinte.
Tem gente que tem vontade de chupar caralhinho de traveca, ou menininho. Com aquela porra esbranquiçada.
Homens são nojentos.
Mas a androgenia está aí para essas coisas.
Mulher OLHA. Olha SEMPRE. Pode ter aliança no dedo, erraticamente querendo dizer `isso aqui tem dono´. Dono nada. Basta um estalar de dedos: toda sua.
Não entendo: `meu bem, meu bem´. Outro cara vai lá, comecu come xereca (é o `bonde dos careca´), goza na boca... Daí vem outro: `ai, meu amor! você é a mulher dos meus sonhos. Mãe dos meus filhos. Sonho contigo. Vamos casar? Casa comigo!´.
E vai e casa. Com a boca cheia da porra do outro. Parabéns à turma do `lavou, tá novo´. 0
Com o cu esporrado, vestida de branco!
Os antigos reviram em suas covas. Branco é de virgem. Edwiges. Something like that. De0turpam a cantiga dos velhos.
Continu0o na busca, como Ace Madruga. Mas todas parecem putas, como disse Skylab.
Eu ainda risco os livros. Antes de pads e netbooks.
Sinto Bukiwski rabiscando caixas de sapatos.
Gosto de beber Steinheager com chopp Heineken em shoppings.
Unir álcool, escrita, leitura e ninfetas (caladas). A futilidade à volta me inspira. Um ponto de cultura quase morta.
Quem tem notebooks está em redes sociais. Meu material impresso é minha máquina de escrever.
Eu não dou $ pra ninguém. Golpistas estão em todo lugar. Ademais, todo mundo tá fudido. Tá ruim pra todo mundo.
Um professor de inglês pedindo esmola. Eu não dou.
Sei lá... Tempos modernos: Faltam 9 dias para 2011.
Só libero à mão armada. Nunca passei por isso, mas dependendo do nível alcoólico, periga dar uma de Bortolotto.
Tá com o bombadão e quer mais. Isso é até CID. (Catálogo nacional de perebas e perrenges).
Males do século consistem em golpistas, cuidadores de carro, pombas e rôlas.
Eu acho que Marcelo Mirisola, Clarah Averbuck e Leonardo Marona foram minha escola. Falar coisas autobiográficas mixadas com ficção. “Aumento mas não invento”, diria Nelson Rubens.
Profecia: a caneta vai zerar, vai sumir. Vai virar item de colecionador. Quiçá desenhista.
Queria ser o “novo Nostradamos”. Senque que ele consistia em psicotrípicos e bacia d’água e eu em fatos, senso crítico e opinião própria.
O que diferencia o “milagre de natal” do “milagre do trouxa que deu $ pro golpista, honey?”.
Passo anos ou meses sem “tinta no papel”. Escritores.
Eu quero ser eterno. Quero enterrar a caneta.
Chopp “batizado” custa o dobro. R$ 12,90. O povão toma Kaiser (Cagaiser).
Um avô tomava Cagaiser. Viveu hororres, alhures. Meu outro, “Teacher’s” com água de côco no Rio de Janeiro.
Eu tomo “submarino” e Viña del Chile.
Coisas imbecis que irão longe: A mentira do “Natal’, Páscoa e o caralho.
Meu pai e minha mãe sabendo o qeu eu acho exatamente.
Queria porretear toda a sociedade.
Pois old school precisam um caderno.
A escrita tá devastada. No one, ever CARES. O tempo, o tempo...
Não sei nem como, tão (?) nossa década. É o fim novo começo dos tempos!?
Se bebesse mais, talvez tivesse me matado. De menos, também.
Sou a favor da violação das putinhas e bichas.
Anorgasmia é um bom controle de natalidade.
Homem para ser bonito precisa ter cabelo comprido. Mulher não precisa.
Olhares de todos. Porque todos aprendem a gostar e valorizar o bizarro assistindo Alborghetti.
Me dá um submarino.
“Já volto!”. Saia e entre pra minha vida e não volte nunca minha putinha.
O que eu ouço, o que eu vejo, o que eu escrevo. É anárquico e - acima de tudo - atemporal.
“Levante-se. Vá para o trabalho, faça o serviço, volte pra casa. Vá pra cama. Levante-se. Vá para o trabalho...” - como em Londres. E ainda dizem que o mudinho quebrou o dedo de tanto gritar.
Dá pra ver que o corpo é novinho...
Ontem fui visitar meu amigo no outro bloco. Só que as posições se invertem, é uma porta do vizinho inverso e na hora de voltar pra casa o ap. não era mais (o) meu.
Japa cego, japa gay. É tão difícil encontrar anão cego. Anão gay.
O papai noel do shopping de ontem não ser o papai noel do shopping de hoje tem algo de sacrílego. Algo que reforça a descrença. As mamães noéis de ontem - e com isso digo LITERALMENTE ONTEM - vestem-se hoje de verde. Versus o vermelho de ontem.
Santa Claus de merda. O movimento de natal é quente, quase infernal. Mas aumenta a frequência das adolescentes. Sem conteúdo nenhum, só seus corpinhos - como umaTV na função mute. Uma moça carioca fica observando - como eu - essa antropóloga... É fazendo - talvez - as mesmas notações mentais.
A menina com banha sobrando, tomando sorvete e fones de ouvido lembra-me de mim.
O papai noel não é mais o mesmo. Pras crianças tá “tudo bem”. Mas como adulto, me incomoda. Papai noel de ontem diferente do de hoje. Putinhas de 13 anos seminuas me distraem. Em público.
Bah, o legal é a mina ter um namorado e você soltar um “obrigado, anjo!”. As empregadinhas se derretem. Mas quem se diverte são os “manos”.
“Waht’s the pont?” em pegar uma uma mina que os manos doMINA?!
Alguém paga R$ 12,90 por um submarino e ela se molha e aí “game over”.
Lembro de pedir pros trrumpetistas:
“Toca Coltrane!”
“Toca Stormy Monday!”.
Eles não sabiam.
Tirar a bike do dilúvio.
E acordar são.
Eu acho que “santo” é o único que acorda realmente “são”.
Porque é “São Isso”, “São Aquilo”, que invalida a posição de são.
Acontece a deus dará há sombra. E eu digo “amém”.
Tronxos.
Papai Noel é = Papai do Céu.
Putas, putas... Ainda é claro.
Poor people SUCKS ASS!
Um macaco passa pelo filtro. MACACO!
“Tem símios usando o Bolsa Família”. Falta a denúncia!
- fim da psicografia -
domingo, 2 de janeiro de 2011
Não, não, não, não, não.
É mentira.
É medo.
Não me diz, não.
Fisioterapia é pra dor muscular.
Mas e dor no coração?
Não é cardiopatia.
Nem pra tia, nem pra sobrinha.
Por uma menina.
Todas as conchas possuem pérolas? Não sei.
Só sei que na sociedade é difícil achar.
E se não segura, escorre entre as mãos.
Como manteiga, como Lulu Santos. Como Rosa Selvagem.
É mentira.
É medo.
Não me diz, não.
Fisioterapia é pra dor muscular.
Mas e dor no coração?
Não é cardiopatia.
Nem pra tia, nem pra sobrinha.
Por uma menina.
Todas as conchas possuem pérolas? Não sei.
Só sei que na sociedade é difícil achar.
E se não segura, escorre entre as mãos.
Como manteiga, como Lulu Santos. Como Rosa Selvagem.
Só não quero ver minha mãe chorar.
Então ra-ta-ta-tá!
Não vai ser a minha.
Agora. Se não é meu pai, minha mãe, minha irmã... Me jogo embaixo da porra do biarticulado. Até sem querer.
I am an antichrist. I am an anarchist. I WANNA DESTROY the passar by!
Eu quero foder a porra toda. Quero matar. Quero morrer.
Quero estourar uma bomba, mas caio no sono. Como o Skylab.
Diz(des)Aparecida. Ninguém sabe o que passei. Sumir desse jeito não tem cabimento. Me diz por que foi, por quem foi. Não quero passar de novo. Ivan Lins já passou, Wilson Miranda já regravou... Já traduziram essa dor pro espanhol. Me diz. Na verdade, não me diz, não... Aconteceu. Provavelmente não mas... Mas, se um dia, talvez... Retorne minha última platônica. Porque dói cada vez a ferida aberta ainda.
Sou bobo mesmo, tenho essas merdas platônicas. Coisa de covarde mesmo. Não sou lá essas coisas, mas queria ter te segurado. Não pelo braço, mas pelo sentimento, pela emoção. Coisa de bêbado chorão. Mas sincero. Parecia meu último porto-seguro. Mas um ano depois e não achei outra exceção de que todas são putas. Só o Ivan Lins me furando a pele. Ele já passou por isso. Cada um com sua dor. Mas com alguma coisa em comum.
Não tenho religião, mas conheci uma única santa.
Então ra-ta-ta-tá!
Não vai ser a minha.
Agora. Se não é meu pai, minha mãe, minha irmã... Me jogo embaixo da porra do biarticulado. Até sem querer.
I am an antichrist. I am an anarchist. I WANNA DESTROY the passar by!
Eu quero foder a porra toda. Quero matar. Quero morrer.
Quero estourar uma bomba, mas caio no sono. Como o Skylab.
Diz(des)Aparecida. Ninguém sabe o que passei. Sumir desse jeito não tem cabimento. Me diz por que foi, por quem foi. Não quero passar de novo. Ivan Lins já passou, Wilson Miranda já regravou... Já traduziram essa dor pro espanhol. Me diz. Na verdade, não me diz, não... Aconteceu. Provavelmente não mas... Mas, se um dia, talvez... Retorne minha última platônica. Porque dói cada vez a ferida aberta ainda.
Sou bobo mesmo, tenho essas merdas platônicas. Coisa de covarde mesmo. Não sou lá essas coisas, mas queria ter te segurado. Não pelo braço, mas pelo sentimento, pela emoção. Coisa de bêbado chorão. Mas sincero. Parecia meu último porto-seguro. Mas um ano depois e não achei outra exceção de que todas são putas. Só o Ivan Lins me furando a pele. Ele já passou por isso. Cada um com sua dor. Mas com alguma coisa em comum.
Não tenho religião, mas conheci uma única santa.
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