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Curitiba, Paraná, Brazil

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Drogas

O ecstasy quando foi "lançado" era a "droga do amor". As pessoas usavam para se esfregar nas festas rave e transarem, etc. Hoje em dia, não se sabe o que os traficantes colocam nessas drogas sintéticas. Pode ser qualquer coisa. Mas "droga do amor" não é mais. Assim como a "maconha sintética" ("sais de banho") faz o cara virar zumbi e querer comer a cara do amiguinho. Assim como o LSD já não tem mais nada do LSD de Timothy Leary e Aldous Huxley de 1960 e é somente um papelote embebido em anfetamina. Assim como a cocaína é um monte de remédio macetado. Assim como a maconha é cocô de cavalo misturado com amoníaco. O USO já conta com mais de 8 mil anos. E nunca vai acabar. Já a proibição só 100 anos e é inútil. Compete ao Estado (já que gosta de se enfiar na vida das pessoas e nas suas liberdades individuais), que pelo menos cuide disso e faça laboratórios e plantações para ter essas substâncias mais puras o possível, sem aditivos. Gerando imposto e garantindo o mínimo de saúde para quem usa e sendo transparente tendo um produto puro. Fora isso é hipocrisia. É conservadorismo vazio, baseado em nada. Já que se baseados em dados sobre mortes e violência, optariam pela descriminalização e produção gerida pelo Estado.

sábado, 22 de outubro de 2016

Qual deus?

Da Mitologia Islâmica Alá, Iblis, Djinn, Anjos, Maomé, Kaaba)?

Da Mitologia egípcia (Amon, Anúbis, Anuket, Atum, Bastet, Bes, Chu, Geb, Hapi, Hathor, Heka, Hórus, Iah, Ísis, Khnum, Maat, Mafdet, Meretseguer, Meskhenet, Min, Montu, Néftis, Nekhbet, Nut, Osíris, Ptah, Rá, Satet, Sekhmet, Serket, Seth, Sia, Sobek, Sokar, Tefnut, Tot, Uadjit)?

Da Mitologia grega (Caos, Érebo, Éter, Gaia, Hemera, Nix, Óreas, Pontos, Tártaro, Urano, Cronos, Eros, Tálassa, Atlas, Céos, Crio, Cronos, Febe, Hiperion, Jápeto, Mnemosine, Oceano, Prometeu, Reia, Teia, Tétis, Têmis, Afrodite, Apolo, Ares, Ártemis, Atena, Deméter, Dioniso, Éolo, Eros, Hades, Hefesto, Hera, Hermes, Héstia, Poseidon, Zeus, Anteros, Athirío, Aleto, Asclépio, Astreia, Astéria, Anfitrite, Aura, Alpésia, Bia, Bóreas, Circe, Cletes, Cifis, Deimos, Despina, Ênio, Eos, Éris, Euro, Faetonte, Fobos, Hebe, Hécate, Hélio, Hércules, Himeros, Himeneu, Hipnos, Io, Íris, Ismênia, Irêmia, Iriana, Leto, Macária, Maya, Meline, Melinoe, Métis, Morfeu, Nhatos, Nêmesis, Nice, Nlx, Notus, Órion, Pã, Perséfone, Polideimos, Pónos, Pothos, Priapo, Queres, Quione, Selene, Selênio, Seliana, Sêmele, Tânatos, Téch, Thisi, Tifão, Tique,
Zelo, Zéfiro)?

Da Mitologia romana (Angerona, Abeona e Adeona, Eos, Baco, Belona, Caronte, Ceres, Céu, Cupido, Diana, Esculápio, Fama, Febo, Fortuna, Hora, Invidia, Iustitia, Jano, Juno, Júpiter, Líber, Lupércio, Marte, Mercúrio, Minerva, Nemestrino, Netuno, Nox, Plutão, Prosérpina, Quirino, Saturno, Selênium, Vênus, Vesta, Vitória, Vulcano, Lúlio, Somnus, Herácles)?

Da Mitologia nórdica (Aegir, Alfadur, Balder, Borr, Bragi, Buri, Forseti, Frey, Freya, Frigga, Iduna, Loki, Ymir, Njord, Nornas, Odin, Ran, Saga, Thor, Tyr)?

Do Candomblé (Olodumare, Oxalá, Oxalufon, Oxaguian, Iemanjá, Oxum, Iansã, Ogum, Oxóssi, Omolu, Xangô, Oxumarê, Nanã, Ossaim, Exu, Ibeji, Iroko, Logun, Obá, Yewá, Orumilá, Olokun, Olossa, Orixá Oko, Onilé, Ayrà, Odudua, Egungun, Iyami-Ajé, Oranian, Axabó, Ifá, Dangbé, Mawu, Lissá, Loko, Gu, Heviossô, Sakpatá, Dan, Agué, Agbê, Ayizan, Agassu, Aguê, Legba, Fa, Aziri, Possun, Bessem, Sogbô, Tobossi, Nanã)?

Do Hinduísmo (Trimurti, Brahma, Vixnu, Xiva, Aditya, Mitra, Aryaman, Bhaga, Varuna, Daksha, Ansa, Indra, Savitri, Ganexa, Parvati, Sarasvati, Lakshmi, Kali, Abhaswaras, Abhimani, Agni, Airâvata, Amrita, Apadma, Apsarás, Ardjuna, Asuras, Aswing, Avatar, Bali, Bavani, Bod, Bodisatva, Bonzo, Brahm, Brâman, Brahmine, Bram, Brama, Braman, Brâmanes, Bramanismo, Brâmine, Caktis, Cakya-Muni, Calidasa, Câma, Cartikeia, Chardo, Civaismo, Civaista, Cri, Dastas, Devas, Darma, Durca, Dusak, Emakong, Esri, Erunia, Eruniakcha, Ganas, Ganges, Garuda, Guira, Hanza, Iama, Indrani, Indu, Isamia, Izvara, Kala, Kalidasa, Kalki, Kâma, Kâma-Deva, Kamagra, Kança, Kapila, Kartikeya, Kchatrya, Kchatryani, Krishna, Kusa, Kuvera, Mahadeva, Manaswamin, Manava-Dharma-Sâstra, Manu, Meru, Mitríacas, Mudevi, Muruts, Nandi, Ormazd, Para-braman, Paraçu-rama, Pârana, Párias, Pradjapati, Pradyumna, Pritivi, Puchan, Rackshras, Rakchas, Râma, Râma-tchandra, Ramaiana, Rati, Râvana, Richis, Rigveda, Ruckmini, Rudra, Sach, Sakra, Salamandra, Sama-veda, Sani, Shashti, Sita, Skanda, Sôma, Soradeus, Sudra, Sudrani, Surya, Svarga, Tchandra, Tchandramas, Tchinewad, Thug, Trimurti, Tuas, Tugue, Twachtri, Ure, Urvace, Uschas, Vacyá, Vaixiá, Valmiki, Vamana, Vayú, Viaça, Virabhabra, Vixmismo, Vixmista, Vritza, Vyasa, Wecya, Wecyani, Xatria, Xatriani, Yadiur-veda, Yama, Yoni, Zend, Zervane-akerene

Da Mitologia maia (Ah Puch, Bolon Yokte, Camazotz, Chac Mool, Huracán, Ixchel, Kukulcán)?

Da Mitologia asteca (Acolmiztli, Acolnahuacatl, Acuecucyoticihuati, Amimitl, Atl, Atlacamani, Atlacoya, Atlatonin, Atlaua, Ayauhteotl, Camaxtli, Centeotl, Centzonuitznaua, Chalchiuhtlatonal, Chalchiuhtlicue, Chalchiutotolin, Chalmecacihuilt, Chalmecatl, Chantico, Chicomecoatl, Chicomexochtli, Chiconahui, Chiconahuiehecatl, Cihuacoatl, Cipactli, Citlalatonac, Citlalicue, Ciucoatl, Ciuteoteo, Civatateo, Coatlicue, Cochimetl, Coyolxauhqui, Ehecatl, Huehueteotl, Huitzilopochtli, Huixtocihuatl, lmatecuhtli, Itzlacoliuhque, ItzliItzpapalotl, Ixtlilton, Iztaccihuatl, Macuilxochitl, Malinalxochi, Mayahuel, Metztli, Metzli, Mextli, Mictlan, Mictian, Mictlantecuhtli, Mixcoatl, Nagual, Nahual, Nanauatzin, Omacatl, Omecihuatl, Ometecuhtli, Ometeotl, Opochtli, Patecatl, Paynal, Popocatepetl, Quetzalcóatl, Tlalocan, Tecciztecatl, Teoyaomqui, Tepeyollotl, Teteoinnan, Tezcatlipoca, Titlacauan, Tlahuixcalpantecuhtli, Tlaloc, Tlaltecuhtli, Tlazolteotl, Tlillan-Tlapallan, Tloquenahuaque, Tonacacihuatl,
Tonacatecuhtli, Tonantzin, Tonatiuh, Tzitzimime, Tzizimime, Toci, Ueuecoyotl, Xilonen, Xipe Totec, Xiuhcoatl, Xiuhtecuhtli, Xochipilli, Xochiquetzal, Xocotl, Xolotl, , Yacatecuhtli, Yaotzin)?

Da Mitologia inca (Aqlla, Apu, Apu Catequil, Apu Illapu, Apu Punchaw, Ataguchu, Cavillaca, Chaska, Chaska Quyllur, Kuka Mama, Copacati, Iqiqu, Hanan Pacha, Waqas, Apu, Inti, Ka-Ata-Killa, Kay Pacha, Kon, Mama Hallpa, Mama Qucha, Mama Uqllu, Mama Pacha, Mama Killa, Manco Capac, Unu Pacha Kuti, Pacha Kamaq, Paria Qaqa, Supay, Uku Pacha,
Urcaguary, Vichama, Viracocha, Wichama, Sara Mama)?

Da Mitologia pawnee (Pah, Shahkuru, Tirawa)?

Da Mitologia pigmea (Arebati, Khonvoum, Tore)?

Da Mitologia polinésia (Atea, Ina, Kane Milohai, Maui, Papa, Pelé, Rangi, Rongo)?

Da Mitologia tupi-guarani (Abacai, Andurá, Anhangá, Chandoré, Guaraci, Iara, Jaci, Sumé, Tupã, Rudá)?

Da Mitologia khoi (Gamab, Gunab, Tsui)

Ou da Mitologia Rapa Nui (Maki Maki)?

sábado, 1 de outubro de 2016

Estupro de vulnerável

Sigmund Freud já dizia que crianças possuem sexualidade. Inclusive os nervos, as terminações nervosas que estimulam a excitação já são formadas desde sempre. Desde o feto. A primeira ereção acontece dentro do útero. Gêmeos se estimulam sexualmente e mutualmente dentro do útero. Alfred Kinsey dirigiu um estudo onde contratou diversos pedófilos para estimular sexualmente crianças e teve números super altos e intensos. Tanto meninos como meninas atingiam vários orgasmos por dia. Meninas muito mais do que meninos. Atingiam o orgasmo dezenas de vezes quando era aplicado o sexo oral. Portanto, "crianças" (seres humanos jovens) possuem sexualidade desde que nascem. Não acredito em abuso. Para mim, "abuso" é feito somente quando é feito sob violência e ameaça. E isso acontece porque é proibido. Se fosse encarado com mais naturalidade não existiriam "estupros" e nem estupro seguido de morte. A relação sexual inter-etária não deveria ser criminalizada. O que estraga são as leis do Estado (que se mete na vida das pessoas por demasia) e o próprio cristianismo, onde sexo é pecado, tudo é pecado, incesto é pecado mortal, etc. Se tudo fosse visto com leveza, as pessoas (as ditas "vítimas") não sentiriam culpa. E por consequência, não desenvolveriam depressão, e etc. Pessoas não seriam presas por isso, etc. A culpa é imposta pela sociedade hipócrita: "o que você fez é errado / é crime / é pecado", "o que fizeram com você é pecado / é crime / é errado". Já que sexo é uma coisa natural do ser humano. Veja por exemplo o caso dessa senhorinha que engravidou aos cinco anos. Eu já conhecia a história dela. O filho foi criado como se fosse irmão dela. E ela a vida inteira não contou para ninguém quem foi o pai. Protegeu a vida toda seu parceiro sexual, o pai do seu filho. Pois desde jovem acreditava que ninguém além dela e ele deveriam saber. E nem o Estado e nem a sociedade hipócrita deveriam ter ciência do fato. E cresceu como uma pessoa normal, não teve traumas nem nada. Não sentiu culpa. Quem implica a culpa é a sociedade hipócrita. Sexo é uma coisa normal, da natureza. Essa dinâmica de "criança / pré-adolescente / adolescente / adulto / idoso" é uma dinâmica muito contemporânea. Antigamente não existiam essas distinções. Criança trabalhava desde cedo antigamente. Os próprios muçulmanos se casam com mulheres quando essas começam a crescer mamas e a menstruar (9, 10, 11, 12 anos). Quando o corpo já está preparado, não tem porque o Estado proibir que as pessoas se casem, que cruzem quando estão corporeamente preparadas. Sou a favor da extinção dos conceitos jurídicos de "maioridade penal", "estupro de vulnerável" e "idade de consentimento".