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terça-feira, 31 de julho de 2018

Rita Lee gagá

A Rita Lee já tá gagá.  Vi uma velha pele-e-osso que parecerá muito a Rita Lee daqui a uns 15 ou 20 anos mexendo no celular.

O que me faz pensar que a minha geração é a melhor de todas. Explico:

As gerações anteriores, analógicas... Não compreendem muito a tecnologia.

Os millenials, a geração Z ou seja lá qual for o nome desses merdinhas nascidos hoje e ontem e cuja Internet, tablet e celular são suas babás eletrônicas sao chamados; não estão nem aí para conhecimento. Vivem rolando telas e telas de Instagram, Twitter e Facebook. E mensagens de Whatsapp. Enquanto ignoram que possuem a maior biblioteca do mundo em suas mãos. Maior do que Alexandria. Não sabem português, muito menos inglês. Se divertem com coisas fúteis e acaba(ra)m virando analfabetos funcionais. Uma ponto (dentro) da curva, se levarmos em conta.

Minha geração arregalou os olhos em 1995, 1996 e 1997. E isso se expande até os mid-2000's. Tínhamos o conhecimento mundial na ponta de nossos dedos. "Cadê", "Altavista"... Uma era pré  Google.  Pesquisamos e nos enriquecemos intelectualmente.  Fomos o ponto acima da curva. Depois disso foi só decadência.

domingo, 4 de março de 2018

Sonho #20180304

Fomos a um parque, o Rodrigo e eu. Eu de bike elétrica e ele correndo na pista. Ou correndo e carregando a bicicleta dele (!).
Ele me mandou um e-mail com cópia para um grupo do exército. Falando que tinha quebrado o recorde deles de velocidade na pista. Eu perguntei quem eram e ele contou que eles o ajudavam a se hidratar depois dos treinos.
Falei que odiava esses "alfacinhas" e que não devia nada pra eles e também nem esperava nada em troca.
Ao ir embora, minha bike ficou no suporte traseiro e a dele, num suporte lateral do carro (!).
Ao quase dar a partida, encontramos o Dylan. Que foi dirigindo um trecho.
Perguntei para ele onde estava morando. Ele falou que em uma cidade da região metropolitana. Falei "pensei que fosse mais longe". E ele respondeu "não, eu não me vacinei contra a febre amarela".
Fizemos uma parada em um bar. Comemos carne e bebemos cerveja. Passou um gordão que eu achei que só eu conhecia. O Dylan o cumprimentou, eu fingi que não vi, o Rodrigo deixou passar e quando o cara tava de costas, mostrou o dedo do meio. E falou para nós: "Esse cara é um viadão. Revelou um monte de segredos de Estado pra um cara".
Depois que saímos era vez do Rodrigo dirigir.
Ele já estava bêbado e meio puto com alguma coisa. Foi dirigindo perigosamente, pegando contra-mão, outros motoristas também dirigiam na contramão. Como num GTA.
Eu já vendo que ia dar merda, coloquei o cinto no banco de trás.
Falei "Berenice, se segura que vamos bater". Até que batemos o carro, meio de lado, meio na traseira onde estava minha bike.
Me preocupei com a bicicleta. Parece que tinha perdido o guidão, mas era só impressão. Só o espelho foi pra cucuia.
O Dylan pegou a direção e fez tanta merda quanto. Raspou a lateral do carro em um edifício.
Rampamos e entramos pelos fundos de uma igreja, matando muita gente. O carro continuou em alta velocidade. De repente o motorista que era o Dylan sumiu, evanesceu-se. Só ficou o Rodrigo no banco do passageiro e eu atrás.
O carro começou a voltar em alta velocidade de marcha-ré também fazendo muito estrago.
Flash.
Estávamos na mansão de uma loira alta, tipo modelo e de seios lindos, ou na casa de alguém. Eu havia composto uma música. Gravado em um walkman. Precisava só transcrever pro papel. Mas não tinha mais caderno e nem papel em branco.
Estava tocando uma música francesa ao fundo. Os pais da loira telefonaram para seu celular e ela mentiu que estava em Paris.
Depois disso só lembro de estar conferindo minha bicicleta no suporte do carro. Tinha só esvaziado o pneu traseiro.
E um monte de cacos de vidro no chão. E eu pensando "como é que eu vou limpar isso"?
Depois disso nada lembro.
-
Na mesma noite, meio dormindo, meio acordado, senti alguém cobrir uma parte de mim que estava descoberta e um peso como se alguém sentasse ao meu lado na cama. E ouvi claramente uma voz jovem, masculina, mas amigável dizendo "não tenha medo". Como sou cético, pensei em paralisia do sono. Em todo caso, perguntei em voz alta "o que você quer"? Não obtive resposta. Voltei a dormir.