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Curitiba, Paraná, Brazil

domingo, 11 de maio de 2008

(1998) Clareira da Morte e Caos

O dia nasce na clareira da morte,
mais um anjo que caiu do céu.
Agora estamos mais acordados,
mas tão somente de olhos abertos.
A interpretação do sonho nem sempre é real,
se apóie na realidade até que o amor apareça,
ou da morte se esqueça.
E mais uma vez uma vida se vai,
sem dizer adeus
e voa para um infinito que não podemos alcançar.

Tente me compreender, não estou aqui por prazer.
Vou te levar até o céu
E o calor do sul, que nem sempre aquece,
ilumina minha mente rumo a um futuro diferente,
fazendo-me sonhar.

/
Tentei ouvir o que você me disse
Mas tudo não passa de uma simples conversa

Já teremos matado nossos próprios amigos
Já teremos matado nossos próprios ancestrais
Já teremos matado nossas próprias famílias
Prédios desabando na beira do cais

Mas por favor, não fale mais
Mas por favor, não olhe pra trás!
\

Tudo o que está resolvido e o esquecemos de fazer das nossas pobres vidas, pressionados por uma sociedade ignorante.

Quando o vento bate, ela se arrepia
Ela se arrependeu de estar tão sozinha
Porque quando ela se abre, ela fica à vontade
Pra falar de sentimentos que machucam de verdade
Quande ela se perde, ela fica tão triste
Pensando em sua vida e em tudo que existe

/
Tentei ouvir o que você me disse
Mas tudo não passa de uma simples conversa

Já teremos matado nossos próprios amigos
Já teremos matado nossos próprios ancestrais
Já teremos matado nossas próprias famílias
Prédios desabando na beira do cais

Mas por favor, não fale mais
Mas por favor, não olhe pra trás!
\

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