Sonho #20150509
Recebi uma carta sendo convocado para seguir um plano como o FIES. Fiquei bravo. Pensei "já sou formado e já estou empregado! por que me mandaram isso!?". Rasurei com canetinha preta duas etiquetas com informações, dados e códigos-de-barra que vinham junto.
Semanas ou meses depois, achei esse documento, fiquei curioso e fui atrás para ver o que era. Várias pessoas me explicavam o que isso era e eu não entendia lhufas. Parecia que falavam outra língua, um lero-lero generator. Eu achava que esse programa era uma espécie de intercâmbio. E eu não queria participar! Por que tinham me mandado isso? Era obrigatório? Não quero! E as pessoas se irritavam porque eu não entendia. Uma das pessoas que tentou me explicar foi o pai do Fabio. E ele também se irritou porque eu não entendia.
Também liguei lá no FIES e disseram que acabou o programa. Mas eu insistia em que me explicassem o que era aquilo, o que tinha sido esse programa. E eu não entendia. Liguei várias vezes. Tentava mudar a voz. Até que a moça do telefone se emputeceu de vez, pensando que era trote.
Fui na sede do FIES tirar satisfação. O porteiro já me olha estranho e diz que eu to queimado lá. Que se eu entrasse, os caras iam me pegar. Dou meia volta, estou voltando para onde meus camaradas estão. Passa por mim uns quatro maloqueirinhos pré-adolescentes e um deles começa a querer trombar comigo, me encher o saco, tentar me bater. Vai me dar um chute e eu pego o pé dele e começo a girá-lo no ar. Penso "onde eu vou jogar ele pra não machucar tanto?". Aí quando ele está no ar, sinto um remorso e falo "não vou te jogar, vou só te colocar no chão". Só que nisso um deles que estava de bicicleta (mais novo ainda, uma criança) coloca uma arma na minha cara e eu me cago todo, falo: "eu já ia colocar ele no chão, não ia jogar". E o que estava sendo rodado me defende: "sim! é isso aí. ele não ia fazer nada comigo. ele ia me colocar no chão". O que estava com a arma não acredita e fala: "e ele se importa com você? ele nem te conhece". E o que estava girando no ar: "não conhece mas ele gosta de mim. e quem gosta se importa". Aproveito a distração e vou andando mais rápido até encontrar meus amigos.
Meus amigos eram: o André, o Natal e o Cooper. Conto pra eles que eu quase morri. E conto os diálogos em detalhes. Eles ouvem a história com interesse e depois contam que estavam armando um esquema de tráfico de remédios. Eu nem participava, só acompanhava. Colocavam o remédio em um lugar, o dinheiro em outro, aí vinham uns malacos e compravam, saíam fora. Até que o André levantou R$ 6 mil em um dia só. Eu nem queria parte do dinheiro. Só queria experimentar uma das cápsulas. Nisso passa o Bruno Uhren e o Natal fala que ele cantava com o Rodolfo Arantes (dos Raimundos). E eu falei "estudei com esse cara".
O André passa falando todo feliz pela gente dizendo que ia pra Disney. Que uma amiga da Laís que ele tinha conhecido pouco tempo antes chamou ele pra ir. Corre e atravessa a rua felizão e quase é atropelado. E eu penso "putz, quase que ele não vai pra Disney".
sábado, 9 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Casamento
Sou contra a "instituição (falida)" chamada casamento pelo motivo de o mesmo ser uma hipocrisia, além de uma convenção social já ultrapassada. Mas note, não sou contra a formação de casais. Se você não tem o autocontrole de manter seus órgãos genitais dentro de suas calças, lamento mas então esse é o caminho. Já que não tem autocontrole para se segurar e ser um estuprador em potencial ou uma molestadora, que formem-se casais. Ótimo. Ainda não aconteceu para mim. Mas em minha opinião, basta morar junto. Dividir um teto. Já não chega? Já que para o Estado, é "como se casado fosse". E no fim, é uma SOCIEDADE. Um contrato não formal. De comum acordo. Um bem comum.
A partir do ponto que se precisa haver cerimônias e contratos sociais burocráticos e superexposição, perde totalmente a graça. A coisa sacerdotal, de se ajoelhar perante um pedófilo de saias que dá "conselhos matrimoniais" sendo o mesmo proibido pelo dogma religioso de que ele é proibido de se casar-se. Caga regra sem nem ao menos saber como é a vida a dois. Ou assinar um documento perante um magistrado (que até outrora utilizava de perucas para lhe dar um ar de superioridade). Já começa por aí.
Depois, a hipocrisia continua: "a família". Ah! O sonho de a mãe de a filha "casar de branco". Outra falácia. A filha já deu o cu, já deu a buceta desde os 13, 14 anos e até já pegou mulher. "Casar de branco" antigamente significava ser pura, ser virgem. Outro conceito que moderna-contemporaneamente não cabe mais ao século XXI. Ou seja: hipocrisia religiosa, de família, de sociedade, e etcétera. E que não têm nada a ver com a vida privativa e pessoal do casal. Rituais e religiões são bregas. Duas coisas totalmente ultrapassadas. Da época da "Idade das Trevas". Mas como dito antes: que formem-se casais! Que vão morar junto, dividam a "vida a dois" (outra expressão brega). Mas não precisa fazer gastança de milhares de reais em festas, jantares e chopadas. Ou que se faça consciente e que não se cobre direta ou veladamente presentes, eletrodomésticos ou dinheiro vivo em "cortes de gravata". Festas de casamento são um puta comércio pega-trouxas em que a cada bibelozinho na mesa do casório custa mais 100 reais por mesa, cada enfeite na cortininha ou candelabro mais cinquenta, cem, mil.
E depois vem a tão esperada "lua de mel". Antigamente as moçoilas perdiam a virgindade, o lençol ficava manchado de sangue. E em algumas culturas, era até mostrado com orgulho para os pais ou quem quer que seja. Isso sem contar "na missão de vida" da moça bonita que tem por OBRIGAÇÃO arranjar um marido RICO, o dito "bem-de-vida". Gerente de alguma coisa, ou empresário. E de preferência, submisso. Como um "homem" que possui uma vagina entre as pernas. Enquanto a dondoca faz compras, academia, fornica com amantes e maltrata alguns servos/asseclas. E depois envelhece cheia de botox. E cachorros de raça poodle.
Outro ponto: não adianta nada casar, dar uma de cara sério, "cidadão de bem" e comer a secretária, a colega de trabalho, a menininha que conheceu no happy hour, esconder a aliança (ou até exibí-la, por ser comprovadamente um chamariz de caçadoras de maridos e fura-olhos de senhôras "muito-bem-" casadas), ou, então, sair mais cedo do trabalho para continuar indo no puteiro, ou, até em outros casos, continuar comendo cu de travestis.
E a não ser que o marido seja um retardado mental que não consegue manter o pau dentro das calças ou não conseguir se desvencilhar de alcoolismo e drogadição, só conseguindo assim, por meio de rédeas e se achando "um ser humano melhor" por lhe vestirem tal acessório. Mas aí é problema de caráter, moral e de autocontrole. É uma faceta da personalidade que não evoluiu, que continua adolescente e infantil. Quem precisa de rédeas e cabresto são cavalos, que assim como o gado não sabem de sua condição de serem usufruidos, utilizados. A mesma analogia serve para "pastoreados". Que são tão ignorantes que não têm competência para tocarem suas vidas em frente a não ser que um mestre, um guru, um cônjuge ou pastor digam-lhes o que fazer e como se portar. Mas isso é literalmente um retardo. Retardo de personalidade e um retardo mental.
Portanto. Dando fim aos trâmites, gostaria de salientar que a mistura de exibicionismo, altruísmo e egoísmo chamado "sagrado-" matrimônio culmina com o nascimento do rebento. Sim. Sete bilhões de filhos da puta nesse mundo esgotado de recursos. Crianças, animais e seres viventes em geral passando fome e necessidade e o egoísmo genético do espécime homo sapiens (e há que digam alguns, mais um) "-sapiens", de ter alguém com o rostinho angelical que puxou metade a mamãe, metade o Ricardo e que tiram foto dele recém-nascido "com as mãozinhas cruzadas, como se estivesse rezando, assim como um anjinho" e que depois de 10 ou 15 anos manda foto de pau e de peito e de buceta no zap-zap. Toma, sociedade. E é esse o motivo pelo qual sou contra a hipocrisia, a pressão social e dita "moral" da sociedade, família e religião desse mito cada vez mais brega e demodè de "constituir família". A não ser nos casos sinceros, de casais livres de hipocrisia exibicionista que simplesmente decidem morar juntos e ter uma vida até os dois não se aturarem (e não "que a MORTE os separem") - como se isso já não soasse fúnebre e infeliz demais. E que adotem, de preferência um cachorro, porque não mama nas tetas dos pais até os 40 anos (morre bem antes), não gasta com fraldas caríssimas (o que aconteceu com as fraldas de pano? e por que somos socialmente obrigados a presentear com tais acessórios a vagabunda que emprenhou?). Que não requer estudo caro (que, durante a vida, soma-se mais de um milhão de reais), ou que não te leva à prisão por negligência ou falta de pagamento de pensão, o que mui provavelmente irá ocorrer - matemática e estatisticamente falando.
C'est fine. Por hora.
A partir do ponto que se precisa haver cerimônias e contratos sociais burocráticos e superexposição, perde totalmente a graça. A coisa sacerdotal, de se ajoelhar perante um pedófilo de saias que dá "conselhos matrimoniais" sendo o mesmo proibido pelo dogma religioso de que ele é proibido de se casar-se. Caga regra sem nem ao menos saber como é a vida a dois. Ou assinar um documento perante um magistrado (que até outrora utilizava de perucas para lhe dar um ar de superioridade). Já começa por aí.
Depois, a hipocrisia continua: "a família". Ah! O sonho de a mãe de a filha "casar de branco". Outra falácia. A filha já deu o cu, já deu a buceta desde os 13, 14 anos e até já pegou mulher. "Casar de branco" antigamente significava ser pura, ser virgem. Outro conceito que moderna-contemporaneamente não cabe mais ao século XXI. Ou seja: hipocrisia religiosa, de família, de sociedade, e etcétera. E que não têm nada a ver com a vida privativa e pessoal do casal. Rituais e religiões são bregas. Duas coisas totalmente ultrapassadas. Da época da "Idade das Trevas". Mas como dito antes: que formem-se casais! Que vão morar junto, dividam a "vida a dois" (outra expressão brega). Mas não precisa fazer gastança de milhares de reais em festas, jantares e chopadas. Ou que se faça consciente e que não se cobre direta ou veladamente presentes, eletrodomésticos ou dinheiro vivo em "cortes de gravata". Festas de casamento são um puta comércio pega-trouxas em que a cada bibelozinho na mesa do casório custa mais 100 reais por mesa, cada enfeite na cortininha ou candelabro mais cinquenta, cem, mil.
E depois vem a tão esperada "lua de mel". Antigamente as moçoilas perdiam a virgindade, o lençol ficava manchado de sangue. E em algumas culturas, era até mostrado com orgulho para os pais ou quem quer que seja. Isso sem contar "na missão de vida" da moça bonita que tem por OBRIGAÇÃO arranjar um marido RICO, o dito "bem-de-vida". Gerente de alguma coisa, ou empresário. E de preferência, submisso. Como um "homem" que possui uma vagina entre as pernas. Enquanto a dondoca faz compras, academia, fornica com amantes e maltrata alguns servos/asseclas. E depois envelhece cheia de botox. E cachorros de raça poodle.
Outro ponto: não adianta nada casar, dar uma de cara sério, "cidadão de bem" e comer a secretária, a colega de trabalho, a menininha que conheceu no happy hour, esconder a aliança (ou até exibí-la, por ser comprovadamente um chamariz de caçadoras de maridos e fura-olhos de senhôras "muito-bem-" casadas), ou, então, sair mais cedo do trabalho para continuar indo no puteiro, ou, até em outros casos, continuar comendo cu de travestis.
E a não ser que o marido seja um retardado mental que não consegue manter o pau dentro das calças ou não conseguir se desvencilhar de alcoolismo e drogadição, só conseguindo assim, por meio de rédeas e se achando "um ser humano melhor" por lhe vestirem tal acessório. Mas aí é problema de caráter, moral e de autocontrole. É uma faceta da personalidade que não evoluiu, que continua adolescente e infantil. Quem precisa de rédeas e cabresto são cavalos, que assim como o gado não sabem de sua condição de serem usufruidos, utilizados. A mesma analogia serve para "pastoreados". Que são tão ignorantes que não têm competência para tocarem suas vidas em frente a não ser que um mestre, um guru, um cônjuge ou pastor digam-lhes o que fazer e como se portar. Mas isso é literalmente um retardo. Retardo de personalidade e um retardo mental.
Portanto. Dando fim aos trâmites, gostaria de salientar que a mistura de exibicionismo, altruísmo e egoísmo chamado "sagrado-" matrimônio culmina com o nascimento do rebento. Sim. Sete bilhões de filhos da puta nesse mundo esgotado de recursos. Crianças, animais e seres viventes em geral passando fome e necessidade e o egoísmo genético do espécime homo sapiens (e há que digam alguns, mais um) "-sapiens", de ter alguém com o rostinho angelical que puxou metade a mamãe, metade o Ricardo e que tiram foto dele recém-nascido "com as mãozinhas cruzadas, como se estivesse rezando, assim como um anjinho" e que depois de 10 ou 15 anos manda foto de pau e de peito e de buceta no zap-zap. Toma, sociedade. E é esse o motivo pelo qual sou contra a hipocrisia, a pressão social e dita "moral" da sociedade, família e religião desse mito cada vez mais brega e demodè de "constituir família". A não ser nos casos sinceros, de casais livres de hipocrisia exibicionista que simplesmente decidem morar juntos e ter uma vida até os dois não se aturarem (e não "que a MORTE os separem") - como se isso já não soasse fúnebre e infeliz demais. E que adotem, de preferência um cachorro, porque não mama nas tetas dos pais até os 40 anos (morre bem antes), não gasta com fraldas caríssimas (o que aconteceu com as fraldas de pano? e por que somos socialmente obrigados a presentear com tais acessórios a vagabunda que emprenhou?). Que não requer estudo caro (que, durante a vida, soma-se mais de um milhão de reais), ou que não te leva à prisão por negligência ou falta de pagamento de pensão, o que mui provavelmente irá ocorrer - matemática e estatisticamente falando.
C'est fine. Por hora.
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