Não como pãozinho
Com requeijãozinho
Queijinho
Nem cafézinho
Ou chocolatinho
Não assisto ao jornal
Nem Carrossel
domingo, 27 de maio de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Sonho #20120526
Era carnaval e se passava na minha antiga casa na praia
Com muita gente em volta, e minha paixão platônica
Que era minha ex
Nos colocaram para dormir lado a lado, mas não rolava nada
Na segunda noite, nos colocaram em colchões separados
Só ficávamos de mãos dadas e abraçados na ocasiões com os outros
E eu queria que aquele momento durasse para sempre
Eu matei com uma pá o caseiro que tinha dado em cima dela
Enterrei ele numa cova muito rasa, no canto de um parquinho
Na primeira chuva, apareceria o corpo
Enterrei também uma marmita
Todos desconfiavam de mim, mas somente com uma perícia iriam descobrir
E ainda assim eu duvidava da competência da polícia
Somente meu pai sabia, e ele me acobertou
Pesei as consequências de confessar para o resto da minha família
Meu pai tentou contar para minha mãe - em inglês - mas ela riu do inglês dele e não entendeu
Melhor assim.
No terceiro dia, teve um grande baile
Todos vestidos a caráter
Tinham meninas vestidas de bailarinas
E eu fumava um baseado
Sentado, de terno, emburrado
Ela chegou, de branco
Era minha chance novamente
Não queria deixá-la sozinha naquele salão
Mas me ausentei para tomar banho
Fui ao quarto de casal onde ficavam as malas de viagem para pegar o material de higiene
E talvez trancar o quarto, pois havia muita gente farreando pela casa.
Chegou alguém
Olhei para a minha mão esquerda
A letra "M" que forma na mão estava branca.
Com muita gente em volta, e minha paixão platônica
Que era minha ex
Nos colocaram para dormir lado a lado, mas não rolava nada
Na segunda noite, nos colocaram em colchões separados
Só ficávamos de mãos dadas e abraçados na ocasiões com os outros
E eu queria que aquele momento durasse para sempre
Eu matei com uma pá o caseiro que tinha dado em cima dela
Enterrei ele numa cova muito rasa, no canto de um parquinho
Na primeira chuva, apareceria o corpo
Enterrei também uma marmita
Todos desconfiavam de mim, mas somente com uma perícia iriam descobrir
E ainda assim eu duvidava da competência da polícia
Somente meu pai sabia, e ele me acobertou
Pesei as consequências de confessar para o resto da minha família
Meu pai tentou contar para minha mãe - em inglês - mas ela riu do inglês dele e não entendeu
Melhor assim.
No terceiro dia, teve um grande baile
Todos vestidos a caráter
Tinham meninas vestidas de bailarinas
E eu fumava um baseado
Sentado, de terno, emburrado
Ela chegou, de branco
Era minha chance novamente
Não queria deixá-la sozinha naquele salão
Mas me ausentei para tomar banho
Fui ao quarto de casal onde ficavam as malas de viagem para pegar o material de higiene
E talvez trancar o quarto, pois havia muita gente farreando pela casa.
Chegou alguém
Olhei para a minha mão esquerda
A letra "M" que forma na mão estava branca.
domingo, 6 de maio de 2012
Marylin Monroe
Fui ver o filme da Marylin Monroe.
Fiquei pensando quando foi que ser "atriz"(/"promíscua") deixou de ser coisa de puta (anos 20) e começou a ser idolatrado (anos 60).
Aí lembrei dos cabarés. E antes disso...
Desde o início idolatramos putas.
A hipocrisia sempre existiu.
~Mas somos todos católicos e bem casados, não?~
Fiquei pensando quando foi que ser "atriz"(/"promíscua") deixou de ser coisa de puta (anos 20) e começou a ser idolatrado (anos 60).
Aí lembrei dos cabarés. E antes disso...
Desde o início idolatramos putas.
A hipocrisia sempre existiu.
~Mas somos todos católicos e bem casados, não?~
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