Quem sou eu

Curitiba, Paraná, Brazil

domingo, 15 de agosto de 2010

Contra manos e as minas e toda essa @(*#&(#@*¨$*¨$*#)¨*#)&

Trinco os dentes
nada é aparente
senão
o que é isso
vileiros tomando conta do sul
that's antropofagy
it's an emergency
procurando o que não deve
sempre toma no cu
o gueto
nem é mais de preto
hoje brancos e brancas
usam tamancos e tamancas
vestem a camisa
quando nem precisa
despertam gírias
maloqueiros e as gurias
e nem sentem
ou fingem que sentem
ou mentem
ou nem mentem
o status social
ou levantam uma maldita bandeira
de que somos nós e mais quem
explode yourselves, manos
a coisa tá preta
o asfalto desarmado
o morro com escopeta
vem e dá um tiro
na minha cabeça
pq a idiossincracia está quase reinando
não quero viver pra ver
o que vai acontecer com você
ou o filho de você
fazer filho é um absurdo
coisa de burro
ou surdo-mudo
tudo isso pelo prazer
de negociar
pelo prazer
de barganhar
pelo prazer de ter um fim
um filho
e bater na tecla da pensão
ocasião
de achar um provedor
um otário que aguente a dor
a idiossincracia tá aí
prepare yourself

sábado, 14 de agosto de 2010

Sonho 14/08/2010

Sonhei com a Praia de Leste, onde passei minha infância.
Encontrei um geek lá. Ele jogava video-game valendo dinheiro.
Sempre que eu perdia tinha que dar 4 reais. Até que fiquei puto e não quis mais jogar.
Sua mãe era bem chata, reclamava do barulho. Mas era uma coroa gostosa, tinha umas fotos dela pelada no PC.
Passei uns dias lá.
Mas eu tinha que ir para outra praia comprar uns ingressos. Ia ter um encontro de corais.
Esse cara, o geek pilotava um barco. Ou uma barca. Próxima cena e estava nesse barco, cheio de gente. Eu tocava violão. Passou outro barqueiro, acenou. Eu parei de tocar e acenei. Tinha também uma viola portuguesa, como a que o Juca Chaves toca. Começou a tremer muito o barco. Virava violentamente pra um lado, violentamente para o outro. Tive que largar o violão e me segurar firme na ponta de um estofamento, quase que saio pela tangente!
Próxima cena e eu estou tipo um náufrago, navegando em uma espécie de bóia misturado com cadeira de praia. É só água, há algumas praias no horizonte, todas longe. Vou boiando, navegando até que bate um vento e começo a ir mais e mais rápido. Até que - ufa! - chego a uma praia. O pessoal me vê lá - náufrago - chegando, mas ninguém fala nada. Chego e a primeira coisa que noto é que estou sem chinelos. Isso me incomoda. Também estou com uma mochila verde. Sem chinelos, mas contabilizo seis isqueiros. Mas já avisto na outra quadra uma loja de artigos de praia com uns chinelos já expostos na fachada. Menos um problema. Tenho uma mochlinha verde. Com minha carteira, meus cartões, meu celular. Tudo o que preciso. Tento ligar meu celular pra tirar foto da minha cadeira de praia de náufrago, mas ele está bem louco. Entra no GPS sozinho... Preciso ligar pra um amigo meu, que mora fora do Brasil, mas ele estaria na Praia de Leste. Não consigo.
A praia é bem urbanizada, tem táxi, ponto de ônibus e tudo. Descubro para onde a rodoviária fica. Pego ônibus com duas velhinhas. O celular de uma começa a tocar e ela reclama. Eu falo "o meu também.. tá bem louco... fica entrando no GPS sozinho...". Ela nem me dá muita bola. Queria reclamar pras paredes mesmo. A outra puxa assunto perguntando do festival de coraias que vai ter. Se eu conheço alguém que vai cantar, eu falo que não. Que vou por mim mesmo, sem conhecer ninguém. Como sempre faço. Ela diz que gostaria tanto que a neta dela cantasse de azul. Azul, pois é a cor da França.

Referências:

Praia de Leste: http://www.google.com/images?um=1&hl=pt-BR&biw=1288&bih=658&tbs=isch%3A1&sa=1&q=%22praia+de+leste%22&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=

A Barca pra Ilha:
(I) http://www.youtube.com/watch?v=xuZLaowOK5g
(II) http://www.youtube.com/watch?v=wd3zj7_ZI1M

Encontro de Corais: http://www.youtube.com/results?search_query=encontro+de+corais+dolk&aq=f

Azul da cor da França: http://www.google.com/images?oe=UTF-8&gfns=1&q=bandeira+da+fran%C3%A7a&um=1&ie=UTF-8&source=univ&ei=gsxmTOj6OMPflgea_fifBQ&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=1&ved=0CCYQsAQwAA&biw=1288&bih=658

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Did you see the accident outside?

Um motoqueiro morreu hoje.
Carro o desequilibrou, ônibus passou por cima.
Aparentemente os capacetes não suportam toneladas.
Minutos depois todos os populares estavam ali,
"hey man.. did you see the accident outside?
seven people took a ride".
e mais alguns minutos e já sabiam o nome completo e o RG e como foi e a idade...
curiosidade mórbida.
entre o bem e o mal:
mal: todo motoqueiro merece morrer
bem: ele era uma pessoa
mal: motoqueiro... foda-se.. rá rá!
bem: poderia ter filhos e família
mais alguns minutos e o PM me dizendo que não poderia tirar fotos...
yeah, right...
vivemos em cuba agora.
"tudo o que eu faço é ilegal, é imoral ou engorda"...

13/08/2010 17:45:00

ÁGUA VERDE - 17h45min ** O trânsito está complicado na rua Guilherme Pugsley. Um carro e uma moto bateram. O motoqueiro morreu no local do acidente. A colisão foi na esquina com a rua Goiás.

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:vYsXb49I3skJ:www.urbs.curitiba.pr.gov.br/PORTAL/boletimtransito/+acidente+motoqueiro+curitiba+13/08+%22guilherme+pugsley%22&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk

tags: motoqueiro castigo divino do you even care? capacidade capacete crash test dummy

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Sonho 12/08/2010

Sonhei que eu morava numa mansão muito massa. Cheia de tecnologia e andróides femininas de realismo perfeito, que tinham aquecimento interno, tinham seios e podiam ser apalpadas. Daí eu me dei conta que era sonho, mas ainda pensei "isso vai existir um dia". Pq seria muito mais cômodo ter uma andróide ultra-realista do que uma mulher de verdade...
Mas estavam me caçando. Algemei a Dana Scully do Arquivo X e atirei nela, mas ela sempre sobrevivia.
Sonhei que via um filme gringo onde aparecia o ônibus Interbairros verde, assim mesmo escrito "Interbairros". E tinha estação tubo com ônibus vermelhão e eu pensei "Curitiba fez escola...."
Daí tinha também um documentário que o Lobão tava gravando em Curitiba. Ele parou na frente de uma lan house e ficou falando com um cara, pedindo desculpas. Que ele tinha já mais de 50 anos, q tinha que perdoar o passado. Pessoal da lan house começou a reclamar. Até que o cara começou a responder pra ele. Falou que ele tinha 41 anos e tal, que ainda guardava mágua. Até que ele vem pra porta, e ele é um anãozinho. Daí o Lobão se abaixa e eles se abraçam. E o Lobão fala "isso aí... humilde...".
Depois ele explica que eles moravam na mesma cidade e o anão morava com a mãe e pedia sempre pra ela verificar se ele tava vivo, porque ele tomava "isso, isso e aquilo". Então chá não podia, pq era mto sonífero. Só café. Tanto que uma vez fizeram uma festa na cidade e o prefeito proibiu que servissem chá.
O produtor do documentário também chiou com o Lobão pq ele tirou sarro de umas mulheres de uma construtora, que eram amigas da outra produtora do vídeo. Ele alega que ele fez isso pq o Djavan o criticou.
Acordo com "Soltar essa louca, arder de paixão. Não há como doer pra decidir. Só dizer sim ou não. Mas você adora o Se...."

Referências:
Robô feminino: http://www.youtube.com/watch?v=cHe4aKOvmGw
Djavan - Se: http://www.youtube.com/watch?v=59z5L_b9dpI

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Sonho 10/08/2010

Eu tinha uma bicicleta, uma moto e um carro antigo. Não sabia com qual deles ia para o Barigui.
Uma loirinha chamada Amanda fez um "projeto final" que consistia em uma máquina muito grande que foi instalada no Estação.
Esta máquina do lado direito tinha aquela espécie de jogo das moedas, onde se jogava uma e se ela empurrasse as outras, cairiam como bônus, como um jackpot.
Em cima da máquina tinha uma função que não lembro, mas se a pessoa repousasse ali teria algum benefício.
Mas o mais interessante era dentro da máquina, pra quem quer "sacar" ou está "sem saco". Era uma funcionalidade para melhorar humor, curar depressão ou se duas pessoas entrassem juntas elas sairiam apaixonadas. Amanda recusou meu pedido e quis entrar com o ex-namorado.
Tirei uma soneca. Depois que todos tinham usado, pedi para entrar na máquina sozinho. Foi acatado meu pedido.
Entrei. Lá dentro existia um lugar pra sentar, uns bibelozinhos, uns enfeites pendurados do teto. E logo em frente, um palito de madeira, tipo espeto, o qual eu segurava. Mas o mais incrível era a máquina que produzia as ondas. Em torno, uns macacos mortos. Mas de alguma forma semi-vivos com o episódio da "mão do macaco" dos Simpsons, ou o braço que se move eletricamente da Ilha do Dr. Moreau.
Tinha uns oito pelo menos, formando um quadrado na vertical. E dentro, uma espécie de video-cassete antigo, que emitia umas ondas. As quais acendiam fogo no palito na minha mão. E estas ondas que supostamente eram para fazer bem, curar depressão, implantar o amor, etc.
Estava começando a sentir os efeitos do "tratamento", quando o pai da menina engenheira entrou enfurecido e quis destruir o equipamento, e começou a arrancar um dos macaco da máquina. Nisso o macaco tomou vida e com voz grave de diabo falou:
- AAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!! OOOOOHHH MYYY GOOOOODDD!!!
Foi lá pra fora e eram só gritos de terror. De todos: pai e mãe da garota.
Tentei me fechar pelo lado de dentro da máquina mas a porta emperrou.
Nisso o macaco entrou novamete. Susto. Pânico.
Fim.

Referências:
A Ilha do Dr. Moreau: http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Island_of_Dr._Moreau
A Pata do Macaco: http://ozlopesjr.multiply.com/journal/item/21

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Sonhos

Sonho de ontem (05/08/2010):
Tento viajar no tempo com o Delorean de De Volta Para o Futuro, mas não conseguimos pegar a velocidade necessária. Vamos parar numas plataformas altas, algo que lembra Super Mario. Tenho medo de altura.
Acabo por viajar com Sperman & Tozóide (ícones do lado B da madrugada da TV paranaense do começo da década de 2000). Vamos parar num lugar onde tem o console (fliperama) antigo das Tartarugas Ninja. Num dia o Tozóide compra 3 pizzas. No outro, sou eu quem pago. Fico mais amigo do Tozóide (ator e diretor Mauro Russo) e o Sperman fica meio de lado.
Referência: http://www.youtube.com/watch?v=iv5Z2VQP2NA


Sonho de hoje (06/08/2010):
Penso em tirar carteira e comprar um carro velho. Vou numa loja de colchões e travesseiros com minha tia-avó Alice. A vendedora tem o estilo crente, com cabelão e saiona. Eu gosto.
Depois, num centro comercial estão sentados eu, minha irmã e meu tio bisavô Zezé. Ouvimos no iPod Brasileirinho e minha irmã que é mais nova começa a cantar junto, alto. Tem um negro velho e careca - que parece o dono do República (talvez fosse o proprio) - que fala alto no celular. Lança olhares de desavença para nós - o que nós revidamos. Ele me fala que não pode bater na minha irmã, mas me ameaça bater no rosto. Continuamos discutindo. Nós ainda sentados e ele em pé. Até que ele me dá um soco no rosto, dá uma série de socos no meu tio-bisavô - o que o nocauteia - e ainda bate na minha irmã.
Próxima cena, estamos no apartamento onde passei minha infância. Eu morava no décimo andar e minha avó no quarto andar. Acordo ao mesmo tempo que minha irmã. Ela dolorida. Lembro que lutei com o sujeito até os dois desmaiarem. Ele está desmaiado no chão do apartamento. Talvez tenha batido mais nele desacordado. Talvez. Pego seu celular e jogo no vão entre os prédios, tentando me desfazer. Lembro também de sua carteira ser igual à minha. Com medo dele acordar, o trancamos no nosso apartamento e descemos para o quarto andar. Nisso toca a campainha e é o síndico do meu prédio atual. Imagino que o celular que defenestrei quebrou alguma janela no caminho.
Acordo assustado, com Brasileirinho na cabeça. Durmo mais um pouco e acordo com Garota de Ipanema. E também com a expressão "beat the crap of him", ou como diz Ronald Rios: "bater a merda pra fora dele".

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sonhos

Sonhos de ontem:
Eram quatro histórias separadas.
A primeira era um passeio por uma "chapada". Mas tudo tinha ficado alagado (ou era um rio?) e tínhamos que flutuar em umas pranchas precárias por vielas estreitas, chegando num povoado muito pobre. Mas onde tinha wifi. (Estava com meu netbook). Somos acolhidos por dois casais. Um casal o homem era cego. Outro casal o homem era paralítico. As mulheres nos fizeram comida. Ganhei um pote com giletes de alguém. O que leva à segunda história:

Era uma espécie de seriado que eu estava dentro. Já carregava meu pote de giletes. Estávamos num casebre e fomos surpreendidos por um cara que apontou uma arma para nós. Fomos amarrados e ele atirou no cara que tava do meu lado. Apontou a arma para mim. Mas eu sabia que eu não ia morrer porque havia visto que teriam mais episódios da série pra frente. Alguém nos salva, atira no cara. Próxima coisa que me lembro é uma ESPIÃ FRANCESA muito gostosa, loira, siliconada, de vestido preto decotado amarrada com as mãos para trás e detida/deitada no chão. Talvez tenha sido ela quem nos salvou. Ainda penso em aproveitar que está indefesa e dar uma cutucada em seu silicone, mas ela não ia gostar nem um pouco. E também não o fiz por não estar no script.
As outras duas histórias infelizmente não lembro.

Sonho de hoje:
Sonhei que "Grindhouse" era uma casa tomada por adolescentes junkie onde a pederastia e a pedofilia eram liberados. Com direito a jogos sexuais e tudo. E também era um filme. Só que a casa ficava em frente a uma Assembléia de Deus. Um dia a garotada resolve "brincar" na lama entre a casa e a igreja. Uma freira (!) é acertada com alguma coisa. Os crentes se injuriam e começam a jogar flechas explosivas no jardim da casa, metralham as janelas. Foi um corre-corre. Um deus-nos-acuda. Vira uma cena de guerra. Eu estava lá. A casa era grande, todos se refugiam nos cômodos mais distantes.
No final, agentes sociais alegam que há poucas roupas disponíveis e vão retirando os/as adolescentes aos poucos.
Nada a ver com o filme (Grindhouse), o qual inclusive preciso assistir antes de ver Death Proof no cinema.
Fiquei sabendo que no filme tem uma mulher com uma metralhadora no lugar da perna. Mas aposto que a minha versão é muito mais interessante.