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sábado, 8 de janeiro de 2011

Sonhos #20110108

- Eu e mais um cara caíamos do céu no meio do mar e cada um tinha uma pranchinha de isopor pra ser levado pelas ondas até a praia.

- Tava num consultório para fazer operação do ronco de novo. O médico era parecido com meu ex-chefe.

- Tava no ap do meu tatuador e tava preparando pra chover pra caramba. Fiquei com sono e dormi no sofá enquanto deixava 2 TVs no mudo e ele tatuava no estúdio dentro de casa. Quando acabou, perguntei se já tinha assistido Além da Imaginação e me teletransportei pra minha cama. Quando voltei, jogamos Ludo.

- Falei com o Alborghetti. Chamei ele de Dalborga. Ele queria informações sobre uma partícula no céu que eu estava conseguindo enxergar através de um canudo. Quando foi minha vez de dar a entrevista pelo telefone, não consegui mais ver aquele ponto. Falei que quando o filho dele tava entrando na ESEEI, eu tava saindo. Ele me tirou pra stalker. Eu falei que ele é muito querido. O Dalborga, não o filho.

- Tava numa balada meio vazia onde só tinha uma ou duas mesas grandes. Pessoas que não se conheciam tinham que sentar juntas. O microfone era aberto. Tinham torradinhas de graça pra comer. Um cara com bigode e barba só na metade da cara começou a falar mal do Acústicos & Valvulados. Ele subiu ao palco e deu uma canja. Fiz amigos, um deles parecia o Radoski, do trabalho. Perguntei se eram do Rio Grande, responderam que eram de Santa Catarina e não eram músicos. O cara parecido com o Radoski segurou o bigodinho de Hitler e cada um deu um soco, menos eu.
Enquanto isso, na Cândido de Abreu, as pessoas se rebelavam. Arrombaram uma caminhonete. Ia ter uma luta armada entre dois grupos. Todos com cassetetes. E a Guarda Municipal no meio. Eu filmei com meu celular do alto de um prédio. Chega o Biofa com uma menina mas não dou bola.
Voltamos para o bar. Chega minha irmã e minha mãe e pedem para eu guardar as bolsas no guarda-volumes. Percebo que no meu, escondi embalagens de carne de mercado, mas com carne humana. Eu havia matado alguém. Pensei em me entregar, mas vi que tinha um terreno baldio ao lado. Só precisava limpar minhas digitais num tanque.
Acordo assustado.

É... Acho que preciso parar de assistir Supernatural antes de dormir...

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