Quem sou eu

Curitiba, Paraná, Brazil

domingo, 2 de janeiro de 2011

Só não quero ver minha mãe chorar.
Então ra-ta-ta-tá!
Não vai ser a minha.
Agora. Se não é meu pai, minha mãe, minha irmã... Me jogo embaixo da porra do biarticulado. Até sem querer.
I am an antichrist. I am an anarchist. I WANNA DESTROY the passar by!
Eu quero foder a porra toda. Quero matar. Quero morrer.
Quero estourar uma bomba, mas caio no sono. Como o Skylab.
Diz(des)Aparecida. Ninguém sabe o que passei. Sumir desse jeito não tem cabimento. Me diz por que foi, por quem foi. Não quero passar de novo. Ivan Lins já passou, Wilson Miranda já regravou... Já traduziram essa dor pro espanhol. Me diz. Na verdade, não me diz, não... Aconteceu. Provavelmente não mas... Mas, se um dia, talvez... Retorne minha última platônica. Porque dói cada vez a ferida aberta ainda.
Sou bobo mesmo, tenho essas merdas platônicas. Coisa de covarde mesmo. Não sou lá essas coisas, mas queria ter te segurado. Não pelo braço, mas pelo sentimento, pela emoção. Coisa de bêbado chorão. Mas sincero. Parecia meu último porto-seguro. Mas um ano depois e não achei outra exceção de que todas são putas. Só o Ivan Lins me furando a pele. Ele já passou por isso. Cada um com sua dor. Mas com alguma coisa em comum.
Não tenho religião, mas conheci uma única santa.

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