Eu ia falar que a situação tá pericletante. Mas é que ela tá FODA mesmo. Bando de FDPs da Receita Federal. País de todos, Terra de Ninguém, País de Merda.
O ir e vir é de todos. Passaram umas travecas aqui pelo caminho. Umas enganam BEM. Outras, parecem grotescas como as do Ronaldo.
O país é de todos: das travecas, do homem, da mulher, dos anões, dos zoófilos. Todo lugar pode-se comer anãs. Mas em alguns lugares do mundo não pode dar pro cavalo (!). O cavalo é o bicho mais MACHO que existe. Mais ALFA. Além de comer as eguinhas, comem também nossas mulheres.
Toda mulher tem fixação por cavalos. Quer dizer, nos vídeos a maioria é "puta-paga-porra!". Mas se: que está no inconsciente coletivo feminino o cavalo como ser másculo. O bicho é foda. A ponta da inveja que eu sinto dos humanos alfa, eu sinto também pelos cavalos.
Já viu uma mulher com a boca cheia de porra? Provavelmente já. E de porra de cavalo? "Bicho", "é o bicho!".
Mas nem por isso os homens gostam da TETA da vaca. Estranho. O negócio tá no MEMBRO mesmo.
Seios grandes significam fartura. A era do silicone acabou com a magia dos peitinhos pequenos. Entrei na discussão com um colega. Ele dizia ser (o silicone) a melhor invenção. Fiquei um pouco sem argumentos. Mas depois, a refletir, faltou arrematar: "Mas os peitinhos pequenos têm o seu valor!".
O que acontece é que gera uma espécie de ciclo vicioso: a mulher do peitinho se sente inferiorizada. Temos que lançar a campanha: "Peitinho sim, silicone não!" ou então "Peitinho tem o seu valor!".
Hoje em dia tá "bonito" ser vulgar. Eu discordo piamente. Existe beleza sem vulgaridade. Com o andar da carruagem, daqui a 100 anos será a "vulgarocracia" ou "vulgariocracia". Mas como os passos - apesar de largos, são lentos - faltou alguém pra julgar.
Depois da "japa loira", tem a "preta loira". Falta alguma coisa? Claro que sim.
Já dizia Chico Science: "uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor". Claro. Beber de barriga vazia "dá pira" mesmo, liberta as idéias. Mas talvez por causa de "uma cerveja antes do almoço" é que ele tenha perdido a vida numa árvore - ou num poste. Sei que o ano era 1996. Eu, moleque de tudo, fui assistir a um show - que já era reprise - e completa e totalmente "dormi de olho aberto". Não dormi, literalmente; me hipnotizei, sei lá - por aquele manguebeat. E o que eu só lembro é que ele dizia "EENTREE NO CLIMA, CURITIIIBAAA!". Com aquele "T mudo", aquele "T" do Recife.
Eu nem vou falar lésbica porque não cabe no meu rap, no meu discurso. Mas digo: SAPATONA pegando GATAS. Isso me deixa desgraçado da minha cabeça. Eis o porquê:
- Sapatonas são gordas - eu também sou
- Sapatonas têm cabelo curto - eu idem
- Sapatonas se comportam como homem - eu espero que "eu também".
Então, o que temos de diferente? O "membro" ela não tem. Eu tneho. O que me deixa sujeito a falhas de desempenho.
Será que a lógica é essa?
- Um membro que não existe NÃO FALHA.
Outra ótica:
- Mulheres "se entendem", sabem onde dá prazer, etc.
Dizem as pesquisas que a maioria dos homens não sabe onde está e nem pra que serve o clitóris. Bom, contra fatos não há argumentos. Mas - sei lá - me considero uns 80% lésbica, pelo menos.
Outro ponto: quando novinhas se sentem mais à vontade pra dar a primeira "lambidinha" - sem compromisso. Enquanto a "primeira transa" é cheia dessa névoa que transpira dor e sangue.
Ninguém lê. Ninguém escreve. Todos entretidos em seus mundinhos - com seus celulares multimídia, wifi, smartphones - enquanto - vida passa à volta.
Eu escrevo pra mim. Afora, se um dia alguém observar - e der valor: ótimo. Se não, paciência...
Estou sendo injusto com aquele UM comment. Que escreveu pra mim há anos. Vou atrás. Meu número um do Tio Patinhas em forma de avatar.
A melhor piada do seriado Supernatural foi quando fizeram referência ao "rei do pop". "Too soon?", "too soon.". Segundo o South Park precisaria uns 10 anos até a piada ser engraçada e não ofensiva. Comentaram nos anos 90 "podemos tirar sarro da AIDS!".
Black is black. White is white. Black is beautiful. White is beautiful!
No Subway, 90% não sabe pedir.
Não gosto de vagabunda. Assim: assumidamente vagabunda. Cabelo PINTADO de loiro, roupa ousadamente curta. Todo mundo nota que é. Aquela "arrasa quarteirão", que "pára o trânsito", etc. "Eu sei que eu sou bonita e gostosa / E sei que você me olha e me quer". Todo mundo conhece. Agora, tem a vadia dissimulada. Necessita olho clínico.
Padrões... Padrões de beleza ou da falta dela. Tá tudo zoado. Muita TV, muita Rede Glóbulo.
Mistura de "Lôrabúrra" com "Mulheres Vulgares". Ah, anos 90... Rythm and Poetry brazuca old school. Molecada "vida loka" hoje em dia tá por fora. Influências... Tudo é ramificação. Não sabem soletrar. Idiocracy.
Sentar de vestido com os joelhos juntos é uma arte que a mulher aprende desde pequena. Isso explica o porquê de a Maitê Schneider não ter a manha e "pagar calcinha" ou "pagar pintinho". Seja como for.
Aquela olhadinha de visão periférica é básica.
Queria poder encher a mão de bolacha numa vagabunda dessa - não a Maitê, - a Lôrabúrra misturada com "Mulheres Vulgares".
"Lei Dolabella da Penha". Aí, sim.
Corôa é legal. O que mem enoja são as mãos. 45 com jeito de 25 mas mãos de 70. Aí não dá. Nem sei como não descobriram ainda plástica pra isso. Enfim.
Quero ver também alguém falar pro pai que recém-nascido tem cara de JOELHO. Eu falei. Mas depois de anos. Puta hipocrisia.
Esqueci de agradecer no início à indústria farmacêutica", com fez o Selton Mello.
Tem coisas que é legal em vídeo, mas encolhe as bolas na vida real. Quase tudo.
Guilt, guilt, guilt, guilt. De certas coisas.
De resto, sou até muito comportado. No mais, respeito de tudo. Inclusive alianças e etc. "Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e eu não posso pegar. Tô me guardando pra quando o carnaval chegar".
Pior que nem no carnaval. Acho uma bosta. Natal, carnaval, ano novo... Tudo bosta. Todo mundo se odeia, é fodido de grana, fodido pelo governo e fica todo mundo "Êôôô êôôô êôôô". Futebol a mesma coisa.
Dá-lhe ópio no povo.
Daí você que é o maldito, é o deprimido, o pessimista, o errado.
O erro está em não usar o olhar crítico.
Quase perdi o fio da linha / da linha do pensamento. Menininho puxou o decote da mamã. Retomando:
Páscoa e Natal: mercantilista. Deturpam datas simbólicas para botar o cifrão $ no lugar da cruz. Não que eu seja defensor da religião. Muito pelo contrário.
Ano novo: E daí que a Terra deu mais uma volta em torno do Sol? Que bosta. E quem disse que tem a hora certa pra comemorar? 10-9-8-7-6-5-4-3-2-1-... Você é um idiota!!! Isso sem contar os fogos de artifício que só enchem o saco e mutilam os imbecis metidos a besta.
Aniversário: mais uma vez, a Terra deu uma volta em torno do Sol. Você está cada vez mais perto da morte. Parabéns! Aliás parabéns por que? Você se manteve vivo. Ótimo. Não fez mais do que obrigação. O "mérito" é dos seus pais que fizeram sexo e muitas vezes não planejado. Resultou em você! Isso sem contar o lance nojento de "assoprar a velinha" - isto é - cuspir no bolo. E aquela música indigesta e constrangedora: "Parabéns pra você" ou "Happy birthday to you".
Não lembro meu primeiro aniversário, mas lembro a primeira vez que pedi que não cantassem parabéns. Minha mãe com a velinha e o isqueiro... É uma dó, é uma pena. Mas é um ciclo que teve de ser quebrado.
Finalizando esta idéia de coisas de "gente feliz" ("shinny happy people"):
Futebol: alegria do povo - no Brasil e em alguns lugares do mundo. Motivo de alegria à morte. Risadas, brigas, tirações de sarro "amigáveis", preconceito, torceidas organizadas rivais e assassinas.
Onze marmanjos correndo atrás de uma bola (gay). Para provocar, um arranca o calção do outro, ou enfia - literalmente - o dedo no cu do rival (gay). Comemoram o gol com abraço grupal e beijos - algumas vezes na boca (gay).
Homofobia à parte, resume-se: jogadores são vendidos, comprados. Dirigentes saem. O que sobra? As cores. As porras das cores da bandeira. Não sobra nada, ninguém! Só as malditas cores.
Aqui no Paraná, em dia de jogo, quem está - sem querer - vestindo VERDE APANHA. Se está em vermelho, APANHA. What's the point?!?!
Se essa é a prática do pão-e-circo, cansei. Tomei arrastão desses bostas em 1996.
Tem que ter o pão, é claro. Ou brioches. Mas esse circo que está aí é circo dos horrores. Não participo - desde criança - e me "incluam fora dessa!".
E a população, nem pão tem.
Sobra o quê? O circo dos horrores. A pinga e as brigas de boteco. Dizem que futebol, religião e política não se discutem. Religião matou na idade média. Política matou - e mata - nas ditaduras. E futebol... Bem... Futebol é o novo esporte de ARENA.
Chega de ignorância! O circo deve ser circense. Não mais circos macabros.
Ou então que voltem os freak-shows - proibidos desde a década de 1930.
Indignidade desde sempre. É fodido. Quero ver propaganda de sorvete que tenha um "gag", uma garganta profunda. Sucesso total!
"What is like? Havin' a Roni". Vanilla Ice e Arnaldo Baptista juntos como Eminem e Emílio Santiago.
Pessoas fazem poses para fotos. Sério?? Pra mim, as melhores fotos são as espontâneas.
Percebo mais três perninhas nervosas - fora a minha. Isso eu li que quem tem essa "síndrome" morre antes. OK.
Meu som está alto porque odeio o "Homem do gato". Pra quem não conhece, é um imbecil de um cachaceiro que tenta a vida - não sei como - fingindo que tem um gato num saco - e fazendo barulho(s) de gato com a boca. Hoje uma loira se assustou e chamou-o de "filho da puta". Tirou as palavras da minha boca! Não que eu ache assustador. Só idiota. Mas cada um se vira como pode também... Alcoólatra por alcoólatra, somos todos. Mas tenho sorte que tive estudo e tiro sustento do estado - e quiçá - do Estado.
O bom amigo é o sincero. Tenho um que me deu dez (ou cinco?) anos a mais. O bom amigo é o amigo sincero. Não o que te chuta no chão quanto está cagado. Nem o que se ofende com qualquer besteirinha. E nem o que some.
O bom amigo é aquele que está presente - e ainda assim - é sincero.
Preciso arrumar meus tênis. Um machuca MESMO atrás do pé direito. Outro está descosturando. E é chinês, já passou pelo sapateiro. Outros dois, precisa-se aumentar um número.
Lições de como alargar um par de tênis apertado:
Técnica número 1: Encha 1/4 de um saquinho com água. Bote junto com o tênis pra congelar. Depois de congelado, retire do freezer e deixe por 20 minutos. Retire os plastiquinhos de dentro quando virarem água.
Técnica 2: Condicionador. Empape por dentro do calçado un poquito de condicionador. Não fôda por fora. Por dentro!! Vai-te estragar tua camurça.
Técnica 3: Álcool (ou água) + papel molhado: Empape o papel com álcool ou água e bote onde mais te aperta. No tênis, não no teu pé, mané! Deixe um tempo e veste o calçado ainda molhado que é pra tomar a forma dos teus pisantes. Teu sopé.
Dito isso, vai lá.
- Robôs que têm ainda dificuldade para andar parecem pessoas?
- Ou pessoas que têm dificuldade para andar parecem robôs?
- Ah; e tem ainda robôs que ajudam pessoas a andar. Esses são dos bons!
Tapa, tapa, tapa, tapa. Em coxa gorda. É tudo o que eu posso pensar no momento.
A caneta é cheia de sangue. Da Vigor Mortis. Do filme/peça, peça/filme Morgue Story.
Afinal, estou dando um bom fim (Não que o fim não seja bom), a não ser essa crendie de "Senhor do Bonfim (ou Bom-fim?)". Afinal, essa história de santo já deu no saco. A não ser que seja feriado nacional. Afinal, sou brasileiro. Não gosto de trabalhar. Essa porra de cristianismo me castrou a mim mesmo, que sou ateu. Quão legal ia ser - afinal - todos IGUAIS! - homens, mulheres, transexuais, adolescentes, crianças e animais. Todos na mesma orgia, mesma filia. Como na Grécia antiga.
Talvez tenha sido "bão" como "Deus" falou. Mas aí Nietzche matou deus. E daí? Já estamos todos castrados mesmo.
Eu tenho que me comportar agora. Nem velha, nem nova, nem coluna do meio. Vou dar uma de tonto, besta. Mas perceptivo.
Apesar de não acreditar em regra nenhuma. Tábua de pedra? Dá um tempo! "Corta o sete!!" (por isso é cortado). Essa piada é tão velha quanto os mitos.
Hoje todo mundo até finge que acredita nos MITOS. Mas pratica a realidade. E a realidade é: cachorras, vadias, as minas, os manos, carros, marias-gasolina, marias-chuteira... Os vileiros.. As classes C e D crescendo.. O consumo... A efebofilia. Os malacos... As "malacas" (classes C e D) fazendo filhos. Não sozinhas, claro. Não há (ainda?) abiogênese.
Eu sou o macho ômega. Observo os machos alfa.
Machos alfa do guêto. Nojo. Tudo se resume - Nojo tratando-se de machos do gueto. E eles estão por tudo. Se fossem só as negrinhas... Malditos sejam. Sujando com seus espermas de espécimes as putinhas brancas, burguesinhas, que querem esses tralhas dentro de si.
Nojo. Raiva e nojo. Se eu pudesse - Super-hero. Eugenista super-hero. Qualquer dia desses...
Se a Terra tivesse Armageddon - ia ter que dar um jeito. Dos manos, "vida loka".
Meus dentes trincam quando vejo uma fêmea do meu naipe. Ou algo que me desperta raiva. Preciso me safar. Disso.
Todo mundo que tem um PC ou note - ou net -book tá na porra do Orkut ou seja - redes sociais.
São TODOS zumbis!
Minha irmãzinha resume-se a uma tela de celular à qual posso acariciar - e dedilhar.
Maldira era.
Já ERAM os costumes.
Já ERAM.
Quem me dera que JÁ ERAM os tattoos de cadeia!
Se eu fosse Charlie Chaplin, sendo o Dono do Mundo... Eliminaria da Terra as pragas:
- Manos
- Pombas
- Bombados
- Cuidadores de carros
Tornaria Dom Jorge Ben algo como gran cavallero.
Pela cena e pela arrogância; Sinto pena.
A raça não quer dizer nada.
Atitude é tudo.
Um negro estudioso.
Um "MANO" folgado.
* COR DE PELE NÃO TEM NADA A VER, ATITUDE, SIM!
Casais lesbicows, OK!
Mamães com vestidos curtos.
Soccer moms!
I get by with a little help from my friends.
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