(...) E então, ao passar, soltou um sorriso de satisfação ao perceber que fôra notada. Nunca é demais uma massagem no ego.
Tem vezes em que me orgulho de ser sozinho do que ter que passar por certas coisas.
Têm figuras bizarras que acho que nem numa ilha deserta...
Nunca peguei uma magra. ou melhor, nunca peguei uma que não fosse gorda. Talvez por isso as consecutivas broxadas. Talvez não.
Todo mundo é ou já foi corno ou broxa. Talvez os dois. Mas não assume. Fica o tabu.
Tem gente que quer e gosta de viver a vida dos outros.
Vai embora essa puta velha.
"Dona" Juliana, cujo marido - dizem - morreu por causa de uma lombada. Bateu a cabeça no teto do carro. Morte estúpida.
Uma média de meio livro por dia. Está bom. Bom proveito de férias. Lendo em uma semana o que o brasileiro comum lê no ano. Isso numa estimativa otimista.
Cheguei finalmente ao Bandini "- Che sara, sara - que será, será".
Psicografia de mim mesmo.
Como a Pitty. Como o Lobão.
Hoje me perguntaram sobre a beleza da F_. Fugi à pergunta. Fato é que els está no meu TOP 3. Cada uma em sua categoria. Ela é a casável. Infelizmente, com namorado - e eu (ingenuamente) respeito essas coisas. Uma espécie de Maria Lúcia. Queria tirar você desse lugar.
Meu amigo até elogiou o sol, mas foi pra casa se enfurnar em frente à TV.
Na loucura do dia-a-dia, as pessoas falam sozinhas e nem percebem. Bom, falassem comigo então. Sempre tenho o ímpeto de falar isso. Mas não o faço por pura timidez ou por não quebrar este diálogo quea a pessoa traça com si.
Lembrei de uma possível primeira contravenção. A primeira foi estranhando quando minha avó materna me tratou por "filho". Ela disse que eu havia autorizado. Ela não teve nennhum filho. Somente minha mãe. Se pudesse voltar, seria o filho da minha avó. Derrotada por um câncer pulmonar aos 66.
Jovem. Linda. Levado por este pensamento fui neto do tio dela. O neto que meu tio-bisavô - o irmão caçula de minha bisavó - nunca teve. Pensando nisso, fui mais presente em suas vidas como eles foram os substitutos mais presentes em minha vida do que meus verdadeiros entes foram.
Mas antes de toda essa divagação, queria ter falado sobre a contravenção.
Havia uma professora chamada Rosana - de cabelos tingidos a loiro e maquiagem carregada - que tinha que dar um recado depois do sinal. Eu, como pegava o ônibus da escola, falei que não poderia esperar e parti. No dia seguinte, na diretoria, soube que gritaram meu nome em coro durante certo tempo, o que fez a professora desabar em choro devido à sua falta de moral e de rédeas perante a turma. A diretora perguntou "você deve ter se achado o máximo, não?". Mas eu - sério mesmo - não estava nem lá para ouvir.
Mil desculpas - tardiamente (20 anos depois) - à prof. Rosana, de Artes. Realmente não quis humilhá-la. Estava com medo de perder o ônibus escolar.
"I never mean to make you cry", como diz Lennon. Minhas escusas.
Aulas de artes são ótimas. Queria participar de alguma, agora com 30 anos.
Vestido é uma coisa de louco. Valoriza. É o tal do "bonito sem ser vulgar".
Outra professora que me marcou foi a Sara. Jornalista e professora. Da Globo para a Cultura ou algo assim. Um amigo trabalhou para ela e disse que foi uma carrasca. Eu não sou jornalista. E minha memórias são das melhores. Eu lembro que ainda quando criança, o colégio Expoente fez uma filha-da-putice tremenda com essa moça. Que a diretora Samyra arda nos infernos.
Dar cantada por tabela pra mim pelo patrão dela não vale.
O pau é meu, o mijo é meu. "Perdido en el siglo. Siglo vente. Já é vinte e uno, papá!".
O mesmo preço do "sub" é o de uma salada. Um faz relativamente "bem", o outro "mal". Mas comida não faz a cabeça, já dizia - minha tia que nasceu morta.
Negra suja. Branquinha limpa. Não tão limpa porque não aprendeu a se lavar ainda, a novinha.
Não suporto que manquem na minha frente.
Querem tachar Lobato de racista. Era, sim. E daí? E a palavra correta é etnista. Porque raça é uma só: a humana. E daí? No tempo dele era normal. Agora, querem abolir toda uma obra de um cara que claramente só queria o melhor para o Brasil. Tenham dó...
Dia desses sonhei com Ligia. Minh primeira platônica. Estava tão clara sua feição que nem consigo lembrar, desperto.
Fin-fon-fun. Sinto a presença de ninfetas, como o Gigante do Pé de Feijão.
Finalmente olhou nos meus olhos. Menina das jóias. Casada. Uma jóia de menina.
Assim como os bons morrem jovens (ou morrem antes), as mulheres esão ou são namoradas ou casadas.
Sabe contenção de despesas? Sabe o botãozinho do "foda-se"? Pois então. Vai. Bebe. Come. Como se não houvesse amanhã.
Casar "de branco". Toda mulher tem. Como extirpar?
O abraço é foda. Muito mais íntimo que um beijo, um aperto de mãos. O Viking é um cara que nção me incomoda - pelo contrário - em adotar tal comportamento.
Assim, uma química hétero que é etérea. D'you know what I mean?
"Crédito" é uma parada FODA. É uma coisa entre Deus e o Diabo, numa prosa moralmente sem fim. Te faz bem e te faz mal.
Tenho um grande amigo que sustenta a idéia de que a grande mulher deveria ser "trabalhadeira".
Eu mesmo porto carteirinha ideológica.
A terra há de comer (já que eu não comi).
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