Eu não entendo por que as pessoas se ofendem com tão pouco.
Eu almoçava assistindo Alborghetti (Programa Cadeia) quando era criança. Um programa policial local que depois foi pra esfera nacional que mostrava as imagens sem o efeito de blur que é utilizado hoje em dia.
Pra mim uma foto dita "com teor mais forte": imagens policiais como o do acidente que mandei (que como falei serve de alerta) ou então anomalias médicas e genéticas como gigantismo por exemplo, acho interessante. Não me causa náuseas. É um conhecimento. E todo conhecimento é válido.
Nós somos formados por sangue. Qual o problema em vê-lo numa imagem? Não entendo esse nojinho por secreções. As pessoas fazem coisa muito pior na cama. E isso é só uma foto, sequer é ao vivo.
Agora, quanto a se sentir ofendido, tem gente que posta fotinho de criança, de "família feliz", de cachorrinho, de gatinho, de oração... Também posso me sentir ofendido, mas fico na minha. As pessoas têm direito de postar e falar o que quiserem.
Como diz a citação falsamente atribuída a Voltaire: "Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo". Viva a liberdade de expressão.
Agora, se a pessoa se incomoda com algo que eu falo (ou hoje em dia, posto), isso diz mais sobre a própria pessoa que se sentiu incomodada do que sobre mim. Pense nisso.
Eu existo, eu penso, eu me expresso. Se eu incomodo, é simplesmente meu jeito. O problema já não é (e nunca foi) meu. O problema é exclusivo de quem se incomoda ou se sente ofendidinho.
Eu tenho uma opinião e uma visão de mundo. Você pode concordar ou discordar. Mas ela existe. Você pode participar da discussão e também tem a opção de ignorar, de se omitir.
Agora, mandar me calar. Aí, nunca. Aqui não.
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