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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Drogas

O ecstasy quando foi "lançado" era a "droga do amor". As pessoas usavam para se esfregar nas festas rave e transarem, etc. Hoje em dia, não se sabe o que os traficantes colocam nessas drogas sintéticas. Pode ser qualquer coisa. Mas "droga do amor" não é mais. Assim como a "maconha sintética" ("sais de banho") faz o cara virar zumbi e querer comer a cara do amiguinho. Assim como o LSD já não tem mais nada do LSD de Timothy Leary e Aldous Huxley de 1960 e é somente um papelote embebido em anfetamina. Assim como a cocaína é um monte de remédio macetado. Assim como a maconha é cocô de cavalo misturado com amoníaco. O USO já conta com mais de 8 mil anos. E nunca vai acabar. Já a proibição só 100 anos e é inútil. Compete ao Estado (já que gosta de se enfiar na vida das pessoas e nas suas liberdades individuais), que pelo menos cuide disso e faça laboratórios e plantações para ter essas substâncias mais puras o possível, sem aditivos. Gerando imposto e garantindo o mínimo de saúde para quem usa e sendo transparente tendo um produto puro. Fora isso é hipocrisia. É conservadorismo vazio, baseado em nada. Já que se baseados em dados sobre mortes e violência, optariam pela descriminalização e produção gerida pelo Estado.

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