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Curitiba, Paraná, Brazil

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sonhos

Sonhos de ontem:
Eram quatro histórias separadas.
A primeira era um passeio por uma "chapada". Mas tudo tinha ficado alagado (ou era um rio?) e tínhamos que flutuar em umas pranchas precárias por vielas estreitas, chegando num povoado muito pobre. Mas onde tinha wifi. (Estava com meu netbook). Somos acolhidos por dois casais. Um casal o homem era cego. Outro casal o homem era paralítico. As mulheres nos fizeram comida. Ganhei um pote com giletes de alguém. O que leva à segunda história:

Era uma espécie de seriado que eu estava dentro. Já carregava meu pote de giletes. Estávamos num casebre e fomos surpreendidos por um cara que apontou uma arma para nós. Fomos amarrados e ele atirou no cara que tava do meu lado. Apontou a arma para mim. Mas eu sabia que eu não ia morrer porque havia visto que teriam mais episódios da série pra frente. Alguém nos salva, atira no cara. Próxima coisa que me lembro é uma ESPIÃ FRANCESA muito gostosa, loira, siliconada, de vestido preto decotado amarrada com as mãos para trás e detida/deitada no chão. Talvez tenha sido ela quem nos salvou. Ainda penso em aproveitar que está indefesa e dar uma cutucada em seu silicone, mas ela não ia gostar nem um pouco. E também não o fiz por não estar no script.
As outras duas histórias infelizmente não lembro.

Sonho de hoje:
Sonhei que "Grindhouse" era uma casa tomada por adolescentes junkie onde a pederastia e a pedofilia eram liberados. Com direito a jogos sexuais e tudo. E também era um filme. Só que a casa ficava em frente a uma Assembléia de Deus. Um dia a garotada resolve "brincar" na lama entre a casa e a igreja. Uma freira (!) é acertada com alguma coisa. Os crentes se injuriam e começam a jogar flechas explosivas no jardim da casa, metralham as janelas. Foi um corre-corre. Um deus-nos-acuda. Vira uma cena de guerra. Eu estava lá. A casa era grande, todos se refugiam nos cômodos mais distantes.
No final, agentes sociais alegam que há poucas roupas disponíveis e vão retirando os/as adolescentes aos poucos.
Nada a ver com o filme (Grindhouse), o qual inclusive preciso assistir antes de ver Death Proof no cinema.
Fiquei sabendo que no filme tem uma mulher com uma metralhadora no lugar da perna. Mas aposto que a minha versão é muito mais interessante.

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